Publicado por: bicicletadacuritiba2 | 11 Dezembro, 2008

Ciclofaixa não pode. Propaganda pode.

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Ação política e crítica, que reclama o cumprimento da lei pelo poder público, tem que ser punida?

Ação publicitária pode?

Que país é este, que tanto despreza a vida humana em favor da velocidade ilimitada?

Origem das Fotos (agosto/2007).


Respostas

  1. Nosso subdesenvolvimento não é só material , é intelectual,pior, é espiritual..
    O preço que pagamos por sermos paridos e largados ao longo de nossa história nesse país onde seus “donos ” visavam o usofruto imediato de suas riquesas, resulta que, hoje herdamos uma ignorância tardia. Fato este constatado no ensino básico e médio governamental, estamos vendo só deseducação, e um treino”pavloviano” para o consumo desenfreado.
    Dessa forma a publicidade no asfalto acaba por ter a “unanimidade burra” da maioria, que acha isto “moderno”.

  2. Aberrações provocadas pelo mundo dos capitalistas gananciosos ?
    Realmente, e agora como é que fica a cara dos que multaram os cicloativistas por terem pintando a ciclofaixa?, sendo que esta é muito mais útil para Curitiba do que esse enorme código de barras, representando o consumo doentio desse povo de shopping !

    Não sei, acho que devíamos fazer uma super-bicicletada tomando todo o centro de Curitiba e parando em frente a prefeitura !

    Ciclofaixas já !

  3. Pooois é.

    Curitiba é isso. O Brasil é isso.

    E vamos continuar pedalando.

  4. É o deus-mercado em ação. Contra ele nossos políticos e o estado como um todo não são capazes de nada.

  5. Houve a dúvida se, neste caso, se tratou de um trabalho de photoshop. Bom, vejam estes sites:

    http://www.clickmarket.com.br/portal/index.php?cat=1&id=8542

    http://www.ccpr.org.br/interna.php?pagina=noticias&tpg=2&id=3081

    Não é fake, é verdade mesmo… também é verdade que, em Curitiba, o comércio ganha uma permissão especial para pintar a rua do jeito que quiser. Já o cicloativismo não tem o mesmo direito … E sabem pq? (ironia ligada) Bicicleta é coisa de pobre (ironia desligada). Portanto, “os pobres” ciclistas não tem os mesmo direitos como os “ricos” donos de loja em “Xopping”.

  6. [...] dezembro, 2008 – 6:13 am Zapeando pelo blog da Bicicletada Curitiba encontro este artigo: “Ciclofaixa não pode. Propaganda pode [...]

  7. [...] Curitiba: ciclofaixa não pode, propaganda pode when seattle critical mass turns violent and the local media screw up the story Esta entrada foi escrita por luddista e postada em 02/01/2009 at 20h02 e arquivada em articulações, bicicletas, cidades (im)possíveis, são paulocom as tagsarte, francisco de miranda, marcelo del campo, praça do ciclista. Adicione este the permalink aos favoritos. Acompanhe qualquer comentário aqui com o RSS feed para este post. Enviar um comentário ou deixar um trackback: URL de Trackback. « O ciclista da praça [...]

  8. É a cidade dos idiotas que reelegem um prefeito com 77% dos votos. Esperar o que de uma cidade em que até as farmácias tocam a desgraça da MÚSICA SERTANEJA?

  9. A criatividade foi aqui interessante, mas enquanto todos reclamam que o transito está aumentando, o espaco para bicicletas está diminuindo. Uma pena mesmo!!

  10. É quando morrer um filho deles eles vão liberar

  11. Pra quem não sabe, essa faixa aí foi feita pela Opus Multipla e ganhou premio em Cannes, inclusive. Triste nao deixarem as ciclofaixas.

  12. [...] feitas pelos condomínios para demarcar a entrada de seus prédios. E sobre as pinturas publicitárias em faixas de segurança para pedestres, que não deveriam ser admitidas nem mesmo mediante o pagamento de [...]

  13. [...] Ciclofaixa não pode. Propaganda pode. [...]


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