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  • joaobazzo 22:38 on 21 September, 2018 Permalink |  

    Itinerário da Marcha das 2018 Bicicletas 

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    Atenção, bicicleteiros e bicicleteiras!
    Eis, aqui, nosso trajeto inigualável!
    Nosso percurso, construído por muitos braços por verdadeiros maestros da paisagem urbana e da vivência bicicleteira, passará por:

    • Praça Santos Andrade (início)
    • R. Luis Leão
    • R. da Glória
    • R. Comendador Fontana
    • R. Almirante Tamandaré
    • Av. Visconde de Guarapuava
    • Av. Mariano Torres
    • Rua Marechal Deodoro
    • Rua Riachuelo
    • Rua Inácio Lustosa
    • R. Trajano Reis
    • R. 13 de maio
    • R. Mateus Leme
    • Parque São Lourenço (Fim)

    Esse o link: https://drive.google.com/open?id=1DKQDJZItrN_g2wcvIHOnLIqabpHJEYXL&usp=sharing

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  • rose rose 09:02 on 27 February, 2018 Permalink |  

    Porque retiram calçadas verdes? 

    Um grupo de ciclistas ocupou na manhã desta segunda-feira (26) o espaço que era de uma Calcada Verde na esquina da Alameda Cabral com a Rua Dr. Carlos de Carvalho, no Centro de Curitiba. O protesto por tempo indeterminado é contra a extinção do projeto implantado em 2016 pelo ex-prefeito Gustavo Fruet (PDT), que estendia o passeio para o asfalto com o objetivo de aumentar a segurança de pedestres e incentivar o deslocamento a pé pelo centro da cidade.

    Mas a gestão do atual prefeito, Rafael Greca (PMN), deu fim ao projeto. Após retirar os cones de proteção em 2017, semana passada a prefeitura retirou a tinta verde que cobria o asfalto das cinco esquinasonde estavam as Calçadas Verdes: Alameda Cabral com Carlos de Carvalh; Cândido Lopes com Ébano Pereira; Cândido Lopes com Avenida Marechal Floriano Peixoto; Inácio Lustosa com Mateus Leme; e Inácio Lustosa com Avenida Cândido de Abreu.

    A manifestação que começou nesta segunda é liderada por ciclistas independentes. Eles levaram para o cruzamento bicicletas, plantas e cartazes criticando a decisão do prefeito Rafael Greca. De acordo com os manifestantes, a extinção das Calçadas Verdes sequer foi debatida com a população. Já a prefeitura alega que a medida cria insegurança aos pedestres por estarem na pista de rolamento, no mesmo nível dos veículos.

    “Acho que estava dando certo. O pouco tempo que em que estamos aqui com os cones já vieram pessoas usando a Calçada Verde novamente”, avalia Henrique Jakobi, 28 anos, um dos ciclistas diletantes que participa do protesto.

    Apoio

    Muitos motoristas que passaram pelo cruzamento realmente buzinavam em apoio ao protesto. Muitos pedestres também se manifestaram a favor. “A gente não entende por que a prefeitura faz as coisas assim, sem perguntar para quem usa. A retirada está errada porque a Calçada Verde era algo que estava sendo eficiente. Me parece arbitrário”, opina a técnica de enfermagem Adriana Correa, 48 anos.

    Lucas Castro , 28 anos, que trabalha em uma loja bem na frente da antiga área de segurança, dize que a área protegida por cones e com o chão pintado de verde funcionava e era muito usada por pedestres, já que é um cruzamento de trânsito intenso. “Quando ainda tinha os cones os carros respeitavam e não passavam na área verde. Era seguro. Agora acho que vai piorar a travessia, porque é bastante carro”, avalia.

     
  • rose rose 02:17 on 25 February, 2018 Permalink |  

    Não esqueça como faz – BICICLETADA CURITIBA – PARA UM MUNDO VERDE – INTERLUX ARTE LIVRE” 

     
  • rose rose 15:15 on 23 February, 2018 Permalink |  

    Calçadas verdes, quem quer tirar? 

    De fato, o Projeto Calçadas Verdes era um projeto experimental. No entanto, dizer que uma análise feita pela atual gestão “teria percebido a ineficácia da medida e, ao invés de proteger, colocava o pedestre em risco”, gostaria de saber: De onde é a fonte da pesquisa na qual se baseia tal análise?
    Acontece que muita coisa têm sido dita sem estar baseada em pesquisa ou em dados efetivos. Por exemplo, foi feita contagem de volume de pedestres cruzando áreas como estas, como na esquina da Praça Tiradentes com a Rua Cândido Lopes? Depois de ter sido feita tal contagem de pedestres, foi realizada entrevista com um percentual de pedestres para saber a opinião deles quanto à sensação de segurança ofertada pelas calçadas verdes? Ou ainda, foi feito levantamento sobre o número de atropelamentos de pedestres na área das calçadas verdes? Foram feitas comparações dos dados de atropelamentos no interior da Área Calma entre áreas com e sem Calçadas Verdes?
    A cultura do “achismo” na atual administração tem me preocupado muito. Tal procedimento foge a qualquer regra da boa Engenharia e da Metodologia de Pesquisa, a quem devem estar escudadas todas as atitudes realizadas pela administração pública. Afinal, temos duas universidades em nossa cidade, sendo uma delas Federal, que bem poderia ajudar numa avaliação mais “eficaz”, para usar palavra utilizada na matéria, quanto à validade do uso das Calçadas Verdes.
    Devemos deixar que as práticas (e análises) de ouvido, sirvam apenas a quem faz uso de um instrumento musical, não à administração pública municipal. Em verdade, esta parece ser mais o atendimento de uma solicitação dos motoristas do que dos pedestres.

     
  • jakmor 15:00 on 28 July, 2017 Permalink |  

    Plano Provo das Bicicletas faz 52 anos 

    Hoje, 28 de julho, faz 52 anos que foi lançado nos Países Baixos o Plano das Bicicletas do grupo anarquista Provo, os provocantes, no ano de 1965. O panfleto Provokatie Nr. 5, “Provocação n.º 5”, anunciava o evento de lançamento:

     

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    Tradução:

    Plano Provo das Bicicletas

    Basta com o asfáltico terror da classe média motorizada! Todo dia, as massas oferecem novas vítimas em sacrifício ao último patrão a quem se dobraram: a auto-ridade. O monóxido de carbono é seu incenso. O barulho de centenas de buzinas e motores é seu mantra sagrado. A visão de milhares de automóveis infecta ruas e canais.

    O plano Provo das bicicletas nos libertará desse monstro. Provo lança a bicicleta branca de propriedade comum. A primeira bicicleta branca será apresentada ao público quarta-feira, 28 de julho, às três da tarde no Lieverdje, o monumento ao consumismo que nos torna escravos.

    A bicicleta branca está sempre aberta. A bicicleta branca é o primeiro meio de transporte coletivo gratuito. A bicicleta branca é uma provocaçao contra a propriedade privada capitalista, porque a bicicleta branca é anarquista! A bicicleta branca está a disposição de quem dela necessite. Uma vez utilizada, nós a deixamos para o usuário seguinte. As bicicletas brancas aumentarão em número até que haja bicicletas o suficiente para todos, e o transporte branco fará desaparecer a ameaça automobilística. A bicicleta branca simboliza a simplicidade e higiene diante da cafonice e da sujeira do automóvel.

    Uma bicicleta não é nada, mas já é alguma coisa.

     

    As poucas bicicletas disponibilizadas pelo grupo foram confiscadas pela Prefeitura, que exigia que elas tivessem cadeados. Para contornar a situação, passaram a usar cadeados com senha, anotadas no quadro das bicicletas.

    Na segunda edição da revista do grupo, Provo n.º 2, lançada em 17 de agosto de 1965, Luud Schimmelpennink, apresenta uma versão mais técnica do plano:

     

    Plano das Bicicletas Brancas

    Apesar de termos o burgomestre que Deus nos deu, milhares de funcionários científicos, mais capital, mais “Bem Comum” e mais “Democracia” do que nunca, temos que constatar que:

    – Toneladas de gases venenosos são produzidos e difundidos no espaço vital de quase um milhão de habitantes.

    – Ruas e calçadas desaparecem sob as “caixas de ostentação de status”.

    – Centenas de mortos e milhares de feridos são sacrificados ao desleixo de uma minoria de motoristas.

    – A cidade teve e continua a ter prejuízos irreparáveis.

    É, portanto, absolutamente necessário que o centro de Amsterdam seja fechado ao tráfego de veículos. A eliminação do trânsito melhorará automaticamente o fluxo de transportes públicos em até 40%. Mantendo o mesmo número de bondes e funcionários da companhia de transportes, será possível poupar 2 milhões de florins por ano.

    Propomos que a prefeitura adquira 20 mil bicicletas brancas ao ano, como integração do sistema público de transporte. Tais bicicletas brancas pertencerão a todos e a ninguém. Desse modo, o problema de trânsito no centro da cidade poderá ser resolvido ao cabo de poucos anos. Como primeiro passo para alcançar as cotas de 20 mil bicicletas brancas ao ano, Provo oferece aos voluntários a oportunidade de ter as próprias bicicletas pintadas de branco, apresentado-se à meia-noite em ponto diante da estátua do Moleque no Spui.

    Os táxis e os meios de transporte de utilidade pública terão de funcionar com motores elétricos e alcançarão uma velocidade máxima de 40 quilômetros por hora.

    Os motoristas deverão deixar o próprio carro em casa e ir à cidade de trem, ou estacionar em espaços especialmente construídos nos limites da cidade, tomando em seguida um meio de transporte público.

    O AUTOMÓVEL é um meio de transporte que só se pode admitir em zonas escassamente habitadas. Os automóveis são meios de transporte perigosos e totalmente inapropiados para a cidade. Existem meios melhores e tecnicamente mais sofisticados para nos deslocarmos de uma cidade para outra. O automóvel representa uma solução ULTRAPASSADA para esse tipo de utilização.

    Não há mais tempo para políticas titubeantes e velhos expedientes. Aquilo de que necessitamos nesse momento é uma solução radical.

    NÃO AO TRÂNSITO MOTORIZADO

    SIM ÀS BICICLETAS BRANCAS

     

    Cartazes publicitários da indústria do automóvel eram pichados com a letra K de kanker, câncer. Havia ainda o Plano da Vítima Branca: quem fosse responsável pela morte de outra pessoa em uma colisão de automóvel, deveria construir um memorial de conscientização, cavando a silhueta da vítima no asfalto e cobrindo com argamassa branca.

    Os Provos também realizavam bicicletadas e ações diversas, happenings, haviam vários Planos Brancos, não apenas relacionados ao trânsito. Do manifesto programático:

     

    PROVO é uma folha mensal para anarquistas, provos, beatniks, noctâmbulos, amoladores, malandros, simples simoníacos estilistas, magos, pacifistas, comedores de batatinhas fritas, charlatões, filósofos, portadores de germes, moços das estribarias reais, exibicionistas, vegeterianos, sindicalistas, papais-noéis, professores da maternal, agitadores, piromaníacos, assistentes do assistente, gente que se coça e sifilíticos, polícia secreta e toda a ralé deste tipo.

    PROVO é alguma coisa contra o capitalismo, o comunismo, o fascismo, a burocracia, o militarismo, o profissionalismo, o dogmatismo e o autoritarismo.

    PROVO deve escolher entre uma resistência desesperada e uma extinção submissa.

    PROVO incita à resistência onde quer que seja possível.

    PROVO tem consciência de que no final perderá, mas não pode deixar escapar a ocasião de cumprir ao menos uma quinquagésima e sincera tentativa de provocar a sociedade.

    PROVO considera a anarquia como uma fonte de inspiração para a resistência.

    PROVO quer devolver vida à anarquia e ensiná-la aos jovens.

    PROVO É UMA IMAGEM.

     

    Fontes: Timenco (2008); Guarnaccia (2001).

     
  • rose rose 08:08 on 22 June, 2017 Permalink |  

    Cor & Zijn Provo’s 

    Rassion

    Mijn ouders waren in de jaren 60 en 70 lekker bezig als provo’s-neigend-naar-hippie’s. Vooral mijn vader was in die tijd vaak te spotten op foto’s naast krantenartikels met zijn mooie koppie met make-up en zijn lange haren. Het is dus niet zo verwonderlijk dat hij degene  is die mij laatst een onwijs mooi boek met verzameld werk van Cor Jaring heeft gegeven. Cor Jaring was namelijk dé fotograaf uit de provo tijd, hij heeft deze beweging (altijd in zwart-wit) zo mooi weten vast te leggen. Ja die man zat er boven op. Zijn recht toe, recht aan approach siert zijn werk, hij laat de provo’s zien zoals ze zijn. Een echte mensenfotograaf. Alle kopstukken uit die tijd komen voorbij en het beeld “Het Lieverdje” pakt ook de geheel passende roem. Zijn iets mysterieuze werk zijn foto’s van de insektensekte (een milieubewuste groep opgericht omdat: “er zo weinig vlinders meer zijn”)…

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  • rose rose 19:31 on 26 May, 2017 Permalink |  

    Bicicletada de abril 2017 

     
  • rose rose 18:48 on 26 May, 2017 Permalink |  

    BICICLETADA DE ABRIL 2017 

     
  • rose rose 10:21 on 28 April, 2017 Permalink |  

    http://wp.me/p99Dh-3IA

     
  • rose rose 10:15 on 28 April, 2017 Permalink |  

    BICICLETADA MARÇO 17 

     
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