Tagged: pedestres Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • Vinicius Massuchetto 08:27 on 23 September, 2011 Permalink |
    Tags: , , , , pedestres,   

    Violação de Ciclovia na João Negrão com Eng. Rebouças 

    Na esquina da Engenheiro Rebouças com a João Negrão, as obras da Igreja Universal ocupam, por bem dizer, metade da ciclovia. Os tapumes colocados de maneira ilícita e desrespeitosa atrapalham a circulação de pedestres e bicicletas no local.

    Fotos enviadas pelo colega Luiz Chagas, que entrou com o pedido de fiscalização 000156888i na prefeitura.

    Anúncios
     
  • bicicletadactba 12:21 on 26 March, 2010 Permalink |
    Tags: fantástico, pedestres   

    Trágica ironia 

    O Fantástico do último domingo mediu o desrespeito ao pedestre em quatro grandes capitais brasileiras. O resultado, como era de se esperar, não é nada animador.

    Destaque para a fala do careca da CET, no final, que tenta empurrar a culpa… para o pedestre (!!!).

    (clique na imagem para assistir)

    Justamente na semana em que dois idosos são covardemente atropelados em Curitiba…

     
    • Cesar 19:57 on 26 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      CET e Diretran só existem pelo único motivo de multar e arrecadar. Não estão na rua para dar segurança. E quanto mais carro melhor. Pedestres são apenas um detalhe desprezível no trânsito, infelizmente.

    • Luis Carlos 23:37 on 27 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Os malucos motorizados esquecem que estão numa grande caixa de lata, que pode matar e mutilar pessoas, deviam ensinar pra esses maníacos onde fica o freio e não onde é a buzina. Sou da lei que pedestres e ciclistas, deveriam andar com estilingue e bolas de gude, pra amassar o capo desses idiotas motorizados. Claro que a maioria respeita e anda direito com o seu carro, e o trânsito está essa chacina, imagina se a maioria não respeitasse.
      É uma selva lá fora !

  • bicicletadactba 12:47 on 24 March, 2010 Permalink |
    Tags: carwalk, direitos, pedestres,   

    Bom exemplo 

    É assim que se faz.

    Via Porra, motorista!

    A inspiração vem do grande Micheal Hartmann.

     
  • bicicletadactba 16:18 on 24 March, 2009 Permalink |
    Tags: , , , , , pedestres   

    Cenas de Curitiba 

    Só as ruas não bastam; eles querem as calçadas também.

    Alguns flagrantes da última semana.

     

    imagem155

    Av. Batel, no outro lado da rua do bar Santa Marta.

     

    imagem156

    Desembargador Motta, quase esquina com Carlos de Carvalho.

    imagem160

    Vicente Machado, do outro lado da rua do bar James.

     
  • Luis Patricio 08:00 on 17 October, 2008 Permalink |
    Tags: , , manutenção, pedestres,   

    Manutenção de ciclovias 

    Nas últimas semanas tem se observado algumas reformas tímidas em trechos das ciclovias em Curitiba:

    • Trechos irregulares e/ou destruídos por raízes de árvores estão recebendo uma camada nova
    • Alguns desníveis e guias com “degraus” estão ficando um pouco mais nivelados

    Ciclovia recapeada. Repare o caminho alternativo para evitar as antigas rachaduras.

    Já não era sem tempo de começarem a olhar para as vias para ciclistas. Medidas como essa precisam ser mais abrangentes para tornar mais fluido o tráfego de bicicletas. Isso vai trazer uma consequência inevitável o aumento da velocidade nas ciclovias. O que nos remete a algumas outras questões:

    Ciclovias compartilhadas
    É preciso mais espaço para abrigar o fluxo de pedestres e ciclistas. As calçadas são muitas vezes impraticáveis tornando a ciclovia o único espaço para circulação de não-motorizados.

    Preferência nos cruzamentos
    O tratamento das intersecções é praticamente nulo. Sem sinalização, pedestres e ciclistas têm que se arriscar entre um sinal e outro para conseguir atravessar avenidas como a Visconde de Guarapuava e a Marechal Deodoro.

    A mesma ciclovia, alguns metros adiante, segue precisando de reformas. Novamente a presença do caminho alternativo.

    É preciso criar condições seguras não apenas com semáforos específicos que geralmente tem um tempo extremamente reduzido para quem não está de carro. Mas criando rotas mais diretas para não-motorizados e restrigindo/reduzindo o acesso/velocidade de carros e motos.


    Tomara que essas pequenas melhorias observadas sejam apenas o prenúncio de um verdadeiro avanço na mobilidade sustentável em Curitiba.

    Você conhece mais alguma melhoria? O que você considera mais prioritário daqui pra frente?

     
    • Peters 11:47 on 17 Outubro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Vi alguns recapeamentos localizados na ciclovia no Centro Cívico-São Lourenço.
      No Parque Barigui também fizeram um recapeamento e reavivaram a sinalização horizontal da ciclovia.
      É muito pouco.

      • Irineu Santos 21:13 on 14 Fevereiro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Penso que o grupo bicicletada deve avaliar a informação de que a título de experiência, a Prefeitura Municipal de Curitiba realmente disponibilizou (informado pelo telejornalismo da RPC em Janeiro), a faixa esquerda das laterais da Av Mal Floriano desde a Linha Verde até o Bairro Boqueirão. Segundo a reportagem, em havendo adesão da população, tal ciclofaixa será estendida as demais vias similares de Curitiba. Acredito que o Grupo Bicicletada deva incentivar através dos meios de comunicação, para que estes auxiliem na divulgação do uso desta iniciativa, que há muitos anos venho pedindo via 156, pois entendo que as vias similares a Av Mal Floriano cortam a cidade de Norte a Sul e de Leste a Oeste, o que favorecerá os trabalhadores como alternativa aos carros e transportes coletivos, por serem de baixo custo de aquisição e manutenção, fato que retirará os ciclistas da vias expressas e reduzirá acidentes destes com os coletivos, além de melhorar a condição física dos trabalhadores ciclistas e respiratória da população pela diminuição de veículos automotores poluindo o ar desta cidade, vindo de encontro a economia da Secretaria de Saude pela diminuição de casos de problemas respiratórios que comparecem nos Postos de Saúde do Município.

    • divo 12:32 on 17 Outubro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Notei alguns “pioramentos”, no caso da ciclovia da Eng. Rebouças, na esquina da Marechal Floriano, reformaram a via, refizeram os rebaixamentos pra cadeirantes, mas o da ciclovia que já existia antes, sumiu no buraco negro da incopentência. Já mandei email reclamando, registrei no 156 e até agora nada.

    • Rafael Castilho 10:06 on 20 Outubro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eles deram uma remendada ali na ciclovia que liga o São Lourenço ao centro. Aquele desnível da ponte e outro perto do Américo foram arrumados.

    • Gunnar 10:29 on 21 Outubro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Na segunda-feira, antes do meu atropelamento, levei uma fechada na Arthur Bernardes de um boy que veio cheio de pedra pra cima de mim quando fui falar com ele “a ciclovia é ali ó”. É triste, porque aquela ciclovia, além do péssimo estado, é toda cheia de curvas, visivelmente feita para esporte e lazer, não presta para o transporte. Assim, a existência das “ciclovias” em Curitiba acaba funcionando contra o ciclista, pois sustenta uma exclusão da bicicleta do sistema viário, servindo de desculpa para os motorizados justificarem o comportamento agressivo.

    • Gunnar 10:30 on 21 Outubro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Ou seja: não pode andar na ciclovia porque não presta e não pode andar na rua porque tem ciclovia.

    • Luciano 09:26 on 22 Outubro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pois é… eu odeio ser papagaio, mas, mesmo assim, vou repetir mais uma vez.

      Não acho que os gastos devam ser feitos em ciclovias. Devem, na verdade, ser em campanhas de conscientização quanto às regras de trânsito e fiscalização das mesmas. A ciclovia foi inventada por motoristas que só queriam saber de tirar as bicicletas da sua frente.

      Por mais que construam uma boa ciclovia de 5 metros de largura, como resolver o nó dos cruzamentos? Educação. Como conscientizar que a ciclovia seria lugar para somente bicicletas trafegarem? Educação. Como fazer os ciclistas respeitarem a mão nas ciclovias? Educação. A chave está na educação. Como fazer os ciclistas aguardarem o término da travessia de pedestres sem ameaçá-los? Educação. Com educação, nem são necessárias ciclovias.

      Dá certo a bicicleta trafegar pelas vias? Claro que dá! Meio que chutando números, posso dizer que, de cada 500 motoristas que passam por mim, 1 reclama e tenta arranjar confusão. As leis de trânsito brasileiras, quando seguidas por todos, garante segurança para TODOS os usuários do espaço público.

    • Luciano 09:47 on 22 Outubro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Que fique claro, ilustríssimo visitante, que a mensagem acima reflete minha opinião, e não da bicicletada como um todo. 😀

    • Rogério Chimionato 23:59 on 13 Novembro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Há um mês adotei a bicicleta como meu principal meio de transporte em Curitiba.
      Para ir do Cabral para o Batel, faço o seguinte caminho:
      1) Ciclovia paralela à linha do trem até a rodoviária.
      2) Canaleta da Afonso Camargo/Sete de Setembro até o Batel.
      De acordo com as sinalizações da prefeitura, existe uma ciclovia que une o Cabral até o Jardim Botânico e até a Praça do Japão. Porém, ao chegar na Afonso Camargo, só me resta entrar na canaleta, POIS NÃO HÁ CONTINUAÇÃO DESTA CICLOVIA.
      Fica a dúvida: por que divulgar que a cidade possui uma rede de ciclovias interligadas se elas de fato não estão ligadas?
      Aliás, a ciclovia paralela à linha do trem está cheia de pedras no trecho próximo da Afonso Camargo. Caberia aqui um mutirão para tirar essas pedras do caminho.
      Abraços!

      • Marcos 16:38 on 27 Maio, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        O mais triste é que as pedras “nel mezzo del camin” do trecho próximo à Afonso Camargo ainda estão lá, quase três anos depois!!!

    • Elisabete 22:10 on 24 Abril, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Gostaria de lembrar aos ciclistas que andam pelas calçadas com bicicletas que lá não é lugar certo, conforme o Código Nacional de Trânsito, para pedalar. Lá só dá para andarmos desmontados e empurrando a bicicleta. Não dá para arriscar e colocar a vida do pedestre, e a nossa também, andando montado na bicicleta a 20 km por hora. Se isso continuar, vou me envergonhar cada vez mais de fazer parte da turma que adotou a bicicleta como meio de transporte para deixar o carro parado em casa e não poluir a cidade.

    • Peters 15:00 on 21 Junho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      R. Prof. Benedito N. dos Santos
      Última atualização por patricio em fev 7, 2008.
      Não existe marcação de cruzamento rodocicloviário.
      Um dos lados não tem rebaixamento.

      Arrumaram o rebaixamento no cruzamento da ciclovia com a rua.

      Saída Mateus Leme
      Última atualização por patricio em fev 7, 2008.
      Degrau acentuado ao subir e descer da ponte. (ver foto)

      Arrumaram o desnível da ponte sobre o Rio Belém na passagem da rua Cecília Meireles para a Mateus Leme.

      Isto é incrível!

    • Luis Patricio 08:24 on 22 Junho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pequenas medidas. Esperamos que seja aoenas o sinal de verdadeiras mudanças em relação à mobilidade urbana.

    • Nicholas Arand 15:59 on 6 Outubro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Na minha via, que a companha a linha de trem do parque da barreirinha até o bacaxeri, não vi nada ainda! Até pedras que rollam da linha da ALL tem.

  • bicicletadactba 07:53 on 13 October, 2008 Permalink |
    Tags: , espaço, estacionamento, feira, Largo da Ordem, pedestres, Projeto de Lei   

    Mais carros no Largo da Ordem 

    No dia 06 de agosto de 2008, o Ilmo. Sr. Vereador Jorge Bernardi propôs a implantação de estacionamentos para carros dos dois lados da Rua Jaime Reis. Usando como justificativa a feira do Largo da Ordem que ocorre aos domingos.

    Para refletir:

    • Essa rua passa na lateral da feira onde há um grande fluxo de pedestres. O ideal não seria implantar e sim retirar os estacionamentos, além de proibir o tráfego de veículos motorizados por essa rua. Tornando assim o lugar mais agradável para a circulação de pessoas que já está se tornando insuficiente, tendo mais espaço e segurança, menos poluição e barulho.
    • Se os feirantes têm dificuldade de estacionamento porque não reservar vagas já existentes um pouco mais afastadas onde não precisem passar no meio da feira?
    • Melhor ainda porque não criar um acesso mais livre para pedestres e transporte não-motorizado, incentivando dessa forma alternativas sustentáveis?
    • Se a justificativa é a feira que ocorre apenas aos domingos, por que a proposta não especifica os horários a serem liberados para estacionamento?

    Veja a proposta original 44.08471.2008 no site da Câmara Municipal de Curitiba


    Este artigo foi encaminhado ao Sr. Jorge Bernardi no dia de sua publicação através do endereço de contato na sua página:

     
c
Compose new post
j
Next post/Next comment
k
Previous post/Previous comment
r
Responder
e
Editar
o
Show/Hide comments
t
Go to top
l
Go to login
h
Show/Hide help
shift + esc
Cancelar
%d bloggers like this: