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  • oscar 17:23 on 17 January, 2015 Permalink |
    Tags: , curitiba, Gustavo Fruet   

    Prefeitura de Curitiba veta principal trecho da Lei da Bicicleta 

    fruet-posse-bicicleta-620x315O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), atropelou a vontade de mais de 14 mil cidadãos ao manobrar e vetar as principais conquistas estabelecidas pela Lei da Bicicleta. A legislação, que surgiu de uma iniciativa popular e foi aprovada pela Câmara de Vereadores no mês passado, acabou perdendo seus pontos mais importantes, tornando-se praticamente mero apêndice jurídico sem qualquer efeito prático. O texto da lei foi promulgado pelo Executivo nesta sexta-feira (16) e publicado no Diário Oficial do Município como Lei n.º 14.594 de 2015. O blog Ir e Vir de Bike obteve com exclusividade a informação de que a Procuradoria do Município, por sugestão do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), buscará interpretar o novo texto legal sob o conceito de “vias cicláveis”. O artigo 1.º determina expressamente a destinação de 5% das vias urbanas para a construção de “ciclofaixas e ciclovias”. A intenção da prefeitura é, através desta interpretação, englobar as chamadas “vias calmas”. Na prática, porém, a estratégia serve simplesmente para adequar a cidade à lei sem a necessidade de se construir um metro de ciclovia sequer. Isso porque, segundo artigo 58.º do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), todas as vias públicas regulares já são legalmente “cicláveis”. Já o artigo 3.º foi vetado integralmente pela prefeitura. O dispositivo previa a destinação de 20% da arrecadação municipal com as infrações de trânsito urbano à promoção da bicicleta e da mobilidade urbana sustentável. A justificativa da prefeitura é de que o artigo é inconstitucional ao citar os recursos oriundos do Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito, que não poderiam ser regulados por lei municipal. A prefeitura, entretanto, não recebe repasses deste fundo segundo dados do Portal da Transparência do Município e do site do Tesouro Nacional. Sobre a parte que regula a destinação dos recursos municipais, a justificativa é a de que a destinação dos recursos é atribuição exclusiva do Executivo, não podendo uma lei dispor a este respeito — ainda que o texto tenha passado sob o crivo da Comissão da Câmara e de que outras capitais apliquem esse tipo de dispositivo legal. Na prática, com o veto, a prefeitura simplesmente fica desobrigada de investir cerca de R$ 10 milhões por ano na infraestrutura cicloviária e em ações educativas de promoção ao uso da bicicleta — mais de 5 vezes os recursos previstos no Orçamento de 2015 para a área. Com os vetos do prefeito, o único artigo que terá validade plena é o que determina a reserva de espaços para bicicletas, na forma de bicicletários e/ou estacionamentos nos terminais de transporte coletivo; estabelecimentos de ensino; complexos comerciais como shopping centers e supermercados; e praças e parques públicos. De qualquer forma, entre uma capivara e outra, a prefeitura vai continuar tentando capitalizar politicamente em cima das bicicletas. Muito provavelmente, o perfil da “Prefs” no Facebook vai tentar aliviar o impacto negativo da notícia e dizer que a administração municipal de Curitiba é, sim, “amiga da bike”. Para justificar, a prefeitura vai citar os 3 quilômetros de Via Calma na Av. 7 de Setembro e abusar da engenharia criativa, aquele artifício que, em um passe de mágica, multiplica por 2 a quilometragem da infraestrutura implantada na cidade pela atual gestão. Se não recuar da decisão, o prefeito inovador que fez pose de ciclista na foto da posse, será lembrado apenas como o político que atropelou, sem dó, um dos mais belos episódios de participação cidadã na história da cidade. Plano Cicloviário Nesta sexta-feira, a prefeitura entregou ao ministro das Cidades um projeto do plano cicloviário do município, no valor de R$ 105 milhões. De acordo com o site oficial do Executivo municipal, o plano “prevê a implantação de 300 quilômetros de vias cicláveis em Curitiba até o final de 2016, consolidando a bicicleta como modal de transporte de forma integrada aos demais” [grifo por nossa conta!]. Segundo a prefeitura, nos primeiros dois anos de gestão, foram implantados 67 quilômetros de novas vias cicláveis, o que corresponde a mais da metade da antiga malha cicloviária existente, de 127 quilômetros, que havia sido implantada ao longo dos últimos 40 anos. Na prática, é preciso dividir o número por dois para se chegar mais próximo da realidade. No projeto entregue ao ministro Kassab estão contemplados mais 184,74 quilômetros de novas vias cicláveis e 34,30 quilômetros de vias cicláveis a serem requalificadas, totalizando 219,04 quilômetros. O projeto também prevê a implantação de 1.920 vagas protegidas para o estacionamento de bicicletas em terminais de ônibus (bicicletários), 400 vagas protegidas para o estacionamento de bicicletas em parques (bicicletários) e 3.200 vagas em paraciclos a serem instalados em diversos pontos da cidade. O script está pronto: a prefeitura fez um plano no papel, mas não tem dinheiro (nem vontade política) para executá-lo. O projeto foi entregue ao Ministério das Cidades, pedindo R$ 100 milhões para as obras. Detalhe: o ministro é o Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo (aqui um parênteses: Kassab está para a causa da bicicleta assim como um panda está para as ciências aeronáuticas). Se a verba não sair, Fruet vai lavar as mãos e dizer “Eu tentei! O governo federal que não apoiou o nosso projeto de 300 quilômetros de ciclovias”. E tudo ficará como antes – exceto pelo fato de que, antes, 1 mais 1 era igual a 2, e não a 4. Retificação Este texto foi atualizado às 21h do dia 16/1. Ao contrário do publicado na primeira versão, a lei foi promulgada na sexta-feira e o artigo 1.º não chegou a ser alterado. Ao invés da mudança no artigo, o prefeito expressa a “necessidade de ajustes de ordem técnica no teor do texto” em matéria que será encaminhada à Câmara, conforme consta na justificativa do veto.

    ***ATENÇÃO!*** Reprodução permitida de no máximo 2 (dois) parágrafos de texto. Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://irevirdebike.com.br/prefeitura-de-curitiba-vai-vetar-principais-trechos-da-lei-da-bicicleta/ ou as ferramentas disponíveis na própria página.
    Consulte os Termos de Uso do conteúdo do site. © Ir e Vir de Bike

    Este irretocável texto do Alexandre, ciclista e jornalista residente em Curitiba, faz uma perfeita análise da situação do Movimento Cicloativista de Curitiba. Leia este e outros interessantes textos sobre as questões de ciclomobilidade em: http://irevirdebike.com.br/

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  • oscar 11:05 on 24 October, 2012 Permalink |
    Tags: , curitiba   

    Bicicletada a rigor, 27 de outubro, 10 h no pátio da Reitoria da UFPR 

    Gente Chic é outra coisa! Não polui, não congestiona, respeita os semelhantes e o planeta. Sábado, às 10 horas, estes gentis habitantes da capital das araucárias se encontrarão -para posterior Bicicletada nas vias centrais da cidade -, no pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná.
    Indispensável: aquela alegria de sempre. Desejável: traje à rigor!

     
  • Vinicius Massuchetto 15:34 on 22 October, 2012 Permalink |
    Tags: curitiba,   

    Quer Andar de Bicicleta em Curitiba? Conheça Alguns Grupos de Pedalada! 

    Segunda-feira

    • Bike Speed Curitiba – Concentração: 20h00, Saída: 20h30 da Praça o Japão. Comando: Burg Jr. e amigos. Sem apoio. Percurso a ser definido na hora ou divulgado com antecedência pelo Burg. Cerca de 30 km em asfalto pela cidade.

    Terça-feira

    • Pedala Curitiba – Saída 20h15, da Praça Garibaldi. Organização Prefeitura Municipal de Curitiba (SMEL), com apoio da Setran e Guarda Municipal. Batedores, carro de apoio. Percurso de 15 a 17km, com grau de dificuldade baixa a média.
    • Pedal da Escadaria – Saída 20h30 das escadarias da Universidade Federal, na Praça Santos Andrade. Grupo pequeno, pedal para experientes, rítimo forte. Percurso longo de 30 a 50km, com grande grau de dificuldade (Hoje comandado pelo “Cap. Nascimento” com apoiodos amigos)
    • Pedal das Barbies (e dos Kens também) – Saída 20h30 de frente ao Módulo Policial do Passeio Público, na rua Carlos Cavalcanti. Percursos variados, estilo Pedal Noturno (confirmação dos passeios com a comandante Sofia neste grupo). Apoio dos amigos.

    Quarta-feira

    • Peal Noturno Curitiba – Concentração à partir das 20h00. Saída: 20h30. Retorno: 22h00/22h30 Local: Prefeitura Municipal de Curitiba, no Centro Cívico. Percurso: Bairros diferentes da cidade a cada passeio, por ruas pavimentadas. Extensão: De 20 a 30km, dependendo da altimetria. Comando de Sergio Riekes e amigos.
    • Bike Tour – Saída 20h00 da Praça Espanha. Percursos variando entre 20 e 25 km, e anunciados no Grupo do Facebook Pedal Curitiba Livre (Aberto a todos com indicação de diversos pedais, inclusive diurnos).

    Quinta-feira

     

    • Original Bike Night – Criação do amigo Roberto Coelho (que hoje mora em São Paulo). Tradição que se mantém. Saída 20h30 da Praça Garibaldi. Passeio igual ao Pedal Noturno das quartas-feiras. Conduzido por Sergio Riekes, Elidio Werka e amigos.

    Sábado

    • Bicicletada Curitiba – Último sábado de cada mês. Saída às 10h da manhã da Reitoria da UFPR. Não se trata de um passeio ciclístico, mas sim de uma celebração da mobilidade em Curitiba, e de uma cobrança por uma melhor infra-estrutura cicloviária.

    Fonte: Pedal Noturno Curitiba, via Bicicletaria Cultural.

     
    • Adri 11:58 on 7 Dezembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Bom dia, estava vendo o site e achei bem interessante, estou sem carro a 2 semanas e venho sentindo vontade de deixar o carro e o ônibus de lado mesmo e começar a fazer o trajeto de bicicleta, o problema é que meu marido assim como todos da família são contra, devido ao trecho que teria que ir pela br 116 em alguns momentos, minha casa fica no atuba-pinhais e trabalho prox. ao terminal cabral (cerca de 10km), a principal argumentação deles é a falta de ciclovias, você conhece algum caminho que tenha ciclovia e ligue esses dois pontos

  • Vinicius Massuchetto 19:49 on 6 October, 2012 Permalink |
    Tags: curitiba   

    Candidatos que Aderiram às Propostas da CicloIguaçu 

    Desde o ano passado a CicloIguaçu tem procurado os candidatos a prefeito com o intuito de firmar um compromisso com a ciclomobilidade. Fizemos entrevistas, encontros e afirmamos a necessidade de um tratamento sério a este importante tema nas eleições de 2012. Entrevistamos Gustavo Fruet, Rafael Greca, Bruno Meirinho e Ratinho Junior. O prefeito Luciano Ducci não respondeu nosso pedido de encontro no ano passado e nem agora durante as eleições.

    Nos últimos dois meses realizamos a entrega presencial do documento aos candidatos, com o convite de irmos às ruas, pedalando se possível, e observarmos juntos a precariedade e a falta de estrutura as quais os ciclistas estão submetidos. Curitiba, com sua motorização elevada, parece deixar alguns orgulhosos dos engarrafamentos, do barulho onipresente e do ar poluído; outros, nostálgicos e revoltados, com a falta de diálogo com que ações de grande impacto são realizadas de forma autoritária e tecnocrática. A destruição de praças no Mercês, no Cristo Rei e no Alto da Glória servem todas ao mesmo objetivo – a fluidez do trânsito dos automóveis. A descaracterização da cidade acontece em alta velocidade. Monstruosos painéis luminosos são inseridos sem consulta prévia com os moradores, transformando a estética residencial com figurino de corrida automobilística. Não é de se espantar que o governador, que ainda se considera prefeito da cidade, já manifestou diversas vezes a intenção de fazer corridas de automóveis na malha viária urbana. Não deveria o urbanismo ouvir os cidadãos, bem como levar em consideração todos os dados assombrosos da violência e mortandade de nosso violento trânsito?

    É sem dúvida uma coisa boa podermos comprar carros, geladeiras, computadores e tudo o mais que julgamos essencial. Mas, ficar preso em congestionamentos não é legal. Respirar um ar carregado tampouco. Queremos um transporte público mais barato e mais eficiente, que se beneficie igualmente das isenções tarifárias e subsídios múltiplos dos quais a indústria automobilística se farta, esfregando todos os meses em nossa cara seus novos e espantosos recordes de vendas. Queremos uma cidade mais limpa em todos os sentidos.
    A perversão maior é que muita gente deixa de optar pela bicicleta para os trajetos curtos e se vê refém do automóvel e seu monopólio radical. As ruas estão sendo asfaltadas para o fluxo dos carros, não das pessoas. Se assim fosse teríamos ‘ondas verdes’ e mais espaços exclusivos para o transporte coletivo. Teríamos uma rede de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas conectando todo o centro da cidade, os centrinhos dos bairros e uma integração muito bem feita com a rede de ônibus. Teríamos conexão com a região metropolitana, segura e àgil. Teríamos também garantido o acesso às escolas com ciclovias e ciclofaixas.

    No momento atual as bicicletas da Guarda Municipal saíram da garagem em maior número por causa das eleições. A ciclopatrulha da Setran, iniciativa importante, continua tímida e retraída. A própria Secretária de Trânsito não se empenha em fiscalizar as leis do CTB referentes à circulação de bicicletas. A manutenção da sinalização do que existe de ciclovia em Curitiba, que é por dever contratual, obrigação da Clear Channel, empresa que explora a publicidade no mobiliário urbano, permaneceu durante anos abandonada e depredada. Agora, no mês das eleições, aparece nova e garbosa.

    Cabe a atual administração o ônus e as críticas, embasadas na experiência cotidiana de todo cidadão que escolhe se locomover de bicicleta por Curitiba. O Concitiba, no ano passado, depois de reuniões e estudos por mais de 4 meses, concluiu que o que o IPPUC chama de Plano Diretor Cicloviário é um rascunho bastante insuficiente. Não é um plano, não tem metas e carece de fundamentação teórica.

    E o que a bicicleta pode trazer a nossa cidade?

    A bicicleta representa um novo paradigma urbano. Intensifica e estimula o convívio. Traz o sentimento de pertencimento à comunidade. Traz saúde e bem estar ao seu usuário. Traz economia financeira. É liberdade de trajetos e destinos. É autonomia. Te liberta dos congestionamentos.

    Esperamos que a assinatura seja um compromisso integral com as reivindicações daAssociação de Ciclistas do Alto Iguaçu, e que, acima de tudo, tenhamos uma gestão participativa, que escute os anseios da sociedade, que priorize o transporte coletivo e as opções de transporte individual não-poluentes.

    Seja quem for o próximo prefeito, estaremos em cima. Vamos cobrar e fiscalizar os compromissos assumidos.

    A cidade é das pessoas!

    Goura Nataraj
    Coordenador Geral da CicloIguaçu

    Os 10 pontos para tornar Curitiba uma cidade amiga da bicicleta

    1. Educar para o respeito no trânsito
    2. Reduzir acidentes e mortes de ciclistas
    3. Criar o Departamento de Transporte Não- Motorizado
    4. Assegurar orçamento específico e progressivo
    5. Ciclofaixas nas Estruturais (junto as canaletas)
    6. Integração com o transporte coletivo
    7. Distribuir paraciclos por toda a cidade
    8. Espaços viários acalmados
    9. Planejamento integrado da região metropolitana
    10. Fiscalizar efetivamente o comportamento no trânsito

    Quem aderiu?

     
  • oscar 17:12 on 23 September, 2012 Permalink |
    Tags: , curitiba, Marcha das 2012 Bicicletas   

    Fotografias da Marcha das 2012 de Curitiba 

    Seguem abaixo algumas fotografias da Marcha das 2012 Bicicletas de Curitiba. Podem ser usadas em sites, redes sociais, blogs e tudo mais, só por gentileza, referenciem a origem da imagem apontando um link para: http://www.raios-x.com/bicicletadacuritiba

    Caso alguém queira qualquer uma das imagens em alta resolução é só pedir pelo formulário de comentário que segue abaixo que enviaremos gratuitamente.

    Só lembrando que as atividades do Mês da Bicicleta seguem a todo vapor, conforme a programação e no próximo sábado tem a grandiosa e tradicional Bicicletada de setembro, vamos novamente lotar as ruas de Curitiba com protesto, alegria e muitas bicicletas!

     

    • Mais algumas fotografias estão liberadas para que qualquer pessoa possa acessar pela internet no blog do Cicloativismo.com:

    Fotos da Marcha das 2012 Bicicletas

     
    • Lyncoln 21:55 on 23 Setembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Sensacional o evento!

    • stuart 01:10 on 24 Setembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Oscar, não consegui copiar a foto que desejava.

    • José Augusto Leandro 12:58 on 24 Setembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Bom dia!!! Bao!! hehe…. então estava olhando as fotos e não achei eu e minha esposa hehehe por acaso tem mais fotos? ou tem outro site com fotos do evento? um rapaz com uma camiseta bicicleteiros.com.br tirou uma foto nossa, mas o site dele redireciona para este… Grande abraço!

    • sandra elize 12:52 on 25 Setembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      bom dia,
      gostaria de saber o e-mail do Oscar Cidri, alguém sabe?
      tks

    • fabs 01:36 on 28 Setembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      As fotos do facebook não estão disponíveis: “A página solicitada não pode ser exibida no momento. Ela pode estar temporariamente indisponível, o link clicado pode ter expirado ou você não possui permissão para ver esta página.”

      Mobilidade digital nota ZERO.

      • oscar 09:22 on 28 Setembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

        é preciso estar dentro da “grande rede” do feicebuque pra conseguir visualizar o álbum de foto que foi lá publicado. Já as fotos postadas no blog da Bicicletada estão livres para todos a Humanidade.

        • Fabianne Balvedi 12:11 on 28 Setembro, 2012 Permalink

          Óscar, estar limitado ao fb já é um problema grave com certeza. Porém, eu tenho um perfil coletivo por lá, o que significa que a coisa é ainda pior, o cara ainda por cima limitou a visualização apenas para os “amiguinhos” dele. Minha opinião é que este tipo de álbum não deveria jamais ser divulgado por aqui, pois esse tipo de postura não tem nada a ver com o perfil das massas críticas.

      • Vinicius Massuchetto 10:37 on 28 Setembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Até aí tudo bem, Fabs, o problema é a descrição do álbum:

        © TODOS DIREITOS RESERVADOS – qualquer uso das imagens sem autorização do autor é ILEGAL. Os creditos ao autor da imagem devem ser dados sempre.

        **Estas imagens estão em baixa resolução**

        Já estas fotos aqui, qualquer um pode usar como bem entender.

        • Fabianne Balvedi 12:01 on 28 Setembro, 2012 Permalink

          Pois então, pra quê fazer propaganda das fotos do cara por aqui? Mané que se aproveita da manifestação só para se auto promover não merece espaço por estas paragens, não. Ridícula essa postura. Ele que vá só fotografar formaturas e casamentos então, onde a presença dele foi solicitada e paga. Mané.

        • Vinicius Massuchetto 16:14 on 28 Setembro, 2012 Permalink

          Tem razão Fabs, mas a postagem não é minha. Se for do critério do Oscar, ele tira.

        • Oscar Cidri 17:05 on 28 Setembro, 2012 Permalink

          Sou copyleft desde criancinha e cheio – mas cheio mesmo!- de críticas à toda estrutura feicebuque. Mas entendo e aceito na boa as pessoas que pensam bem o contrário – inclusive, muitas delas são minhas colegas, amigas e familiares. O pouco que posso falar do Fernando é que me ajudou na Marcha e, tanto quanto eu não gosta da política praticada nem pelo Richa nem pelo Ducci. Mas realmente, não tem como usar um espaço Critical Mass para promover o “big brother cibernético”, nem tampouco com tão patrimonialista e ameaçadora mensagem como esta que o Massachussets negritou para gente.

        • Fabianne Balvedi 23:56 on 28 Setembro, 2012 Permalink

          falando em fb, sou totalmente contra os posts anônimos que ocorrem por lá. Isso ainda pode dar muita zica. Além disso, o pessoal ali parece um tanto alienado, ninguém comentou sobre os 20 anos de massa crítica (bicicletada é o quê, pelamordetudo!!!), tampouco falou-se da morte anunciada da pracinha no Alto da Glória. Onde eu consigo ver quem administra a comunidade? Aqui tá tudo às claras, porque lá se escondem? Isso está MUITO errado.

        • Vinicius Massuchetto 21:59 on 28 Setembro, 2012 Permalink

          Talvez só falte ao fotógrafo um melhor posicionamento sobre seu trabalho. Pela observação do álbum percebe-se que ele não é contra a divugação das fotos, só quer ser citado. Isso não é Copyleft, mas em relação à cultura livre é algo bem melhor.

          Se ele tivesse incluído alguma Creative Commons ou algo mais Copyleft na observação dele, ele teria o mesmo resultado de citação em trabalhos derivados que parece procurar sem ter a necessidade de coagir os interlocutores ao pré-incriminá-los em caixa alta.

        • Vinicius Massuchetto 11:09 on 30 Setembro, 2012 Permalink

          É Fabs, lá é tudo anônimo mesmo e vai continuar sendo assim, infelizmente.

          Somos meio omissos no Facebook, e esse é um dos motivos. Não dá pra culpar ninguém por alienação se não estamos lá para formar.

          Já por outro lado, estas pessoas de fato cuidam do perfil e geram presença da Bicicletada pra um monte de gente (veja as estatísticas de conteúdo). Tá certo que boa parte do conteúdo acaba sendo clichezão nesse papinho da bicicleta, e até meio fora dele, mas acabam gerando uma boa audiência.

          Sinto falta mesmo é de mais links para o site da Bicicletada — que nem as fotos da marcha, que renderam uma tonelada de acessos — porque senão daqui a pouco podemos só substituir os sites que ninguém vai notar a diferença. =D

    • Mikaelr 23:54 on 28 Setembro, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Para o pessoal que ainda não respondeu a pesquisa, entrem lá! , ou acesse diretamente o questionário:

      Obrigado.

  • Vinicius Massuchetto 23:42 on 23 July, 2012 Permalink |
    Tags: curitiba,   

    Marcha das 2012 Bicicletas – Dia Mundial Sem Carro 

     

    Pacote com fontes e arte em SVG.

    Creative Commons License

     
  • oscar 01:29 on 28 June, 2012 Permalink |
    Tags: , , curitiba,   

    Bicicletada dia 30/06: Basta de mortes, chega de promessas! 

    Lucas Felipe Bibiano foi atropelado pelo maior ônibus do mundo. Foto: Fábio Alexandre

    Mais 2 ciclistas mortos em Curitiba nesta semana. Mais de 8 milhões previstos em Lei para investimento em estrutura cicloviária que a gestão de Richa/Ducci não executou.

    Enquanto os ciclistas morrem, o prefeito promete.

    As tabelas e dados que mostram a falta de compromisso da atual gestão da prefeitura de Curitiba estão no excelente levantamento realizado pelo blog Ir e Vir, do jornalista Alexandre C Nascimento.

    Que cidadão vai se sentir estimulado a pedalar se, em toda guia rebaixada tiver que parar, uma vez que em Curitiba, a prioridade dos carros está acima do que estabelece o Código de Trânsito

    A tão anunciada ciclofaixa da Marechal Floriano, após protestos dos ciclistas denunciando uma obra cuja largura era inferior à  0, 75 metros, foi revisada pelo IPPUC que prometeu corrigir os erros e, até agora, nada foi feito. Finalizaram uma ciclofaixa ilhada, desconexa, que não liga um ponto a outro da cidade, cheia de erros básicos e primários que evidenciam todo o amadorismo da atual gestão de Luciano Ducci.

    O ciclista Lucas Felipe Bibiano, de 21 anos, morreu no sábado, na canaleta da Marechal Floriano, perto do quartel do Boqueirão, porque lá não tem ciclofaixa – nem mesmo com 75 centímetros!

    Enquanto Luciano Ducci maquia a cidade com muitas obras e asfalto pensando exclusivamente em se reeleger o Projeto Cicloviário para a cidade fica estagnado e no final da fila, pois as “prioridades” são outras, muito embora, o já manjado discurso seja outro.

    Não queremos mais promessas. Bicicletada de protesto neste sábado, dia 30 de junho, concentração às 10h no pátio da reitoria da UFPR.

     
  • oscar 14:04 on 13 June, 2012 Permalink |
    Tags: curitiba, , metrô,   

    Querendo, ou não, o Metrô, queremos uma Curitiba melhor! 

    Manifestantes protestam na "audiência" pública sobre o projeto do metrô de Curitiba

    O MPL-Curitiba não é contra metrô, bonde, ônibus ou trem. Somos a favor de uma cidade para todas as pessoas.

    Nos posicionamos totalmente contra as políticas que confirmam a atual lógica de uma cidade que exclui a maioria, em favor de empresários e políticos profissionais. Este é o modelo econômico que gera lucros à base de segregação social. Eis o foco da nossa luta pela mobilidade urbana.

    Portanto, tendo analisado o projeto e assistido à audiência pública, somos CONTRA o projeto METRÔ CURITIBANO.

    Não é preciso ser engenheiro ou administrador para entender que a verba, a título de PAC da “Mobilidade Urbana”, serve-se apenas para viabilizar mais um “empreendimento” monopolista privado que vai lucrar com o deslocamento urbano das pessoas.

    A verba aplicada a fundo perdido por prefeitura, estado e união, principalmente com dinheiro do trabalhador (quase 50% do seu trabalho são tributos e quem ganha menos, acaba pagando mais) seria o suficiente para a aquisição da frota de ônibus atual e ainda a viabilização de 2 anos de Tarifa Zero para Curitiba. Quebrar a barreira que são as distâncias promove cidadania, inclusão social, educação e trabalho. Isto não foi explicado e muito menos discutido com quem usa (passageiros) e faz (motoristas e cobradores) o transporte coletivo de Curitiba.
    Pelo contrário. Toda a elaboração do plano de uso do dinheiro foi feita através de discussão junto aos chamados gestores da cidade – tanto públicos como privados. Assim, criou-se um projeto para dar lucro às empreiteiras locais, à especulação imobiliária e aos políticos profissionais.

    É por esta razão que aderimos à CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA AO PROJETO METRÔ CURITIBANO, que estará disponível para adesões. Movimentos sociais, conselhos de classe, ong´s, grêmios e diretórios estudantis, partidos, cidadãos independentes, etc…, poderão aderir ao documento ou ainda usá-lo à vontade como base na elaboração de suas iniciativas contra mais este golpe que restringe o direito de ir e vir na cidade.

    Observação: se você ou sua organização possuem contestação a este projeto, envie para que possamos divulgar (mplcuritiba@gmail.com)!

    Venha trazer seu protesto e participação. Se queremos uma cidade para as Pessoas, são elas que precisam tomar as rédeas das decisões para a cidade.

    Vejam que até a imprensa burguesa e chapa-branca, deixa escapar que o objetivo da gestão Luciano Ducci é eleitoreiro: Em ano eleitoral, prefeitura aumenta despesas com obras e propaganda !

    Serviço:

    Sumário: Coleta de assinaturas para adesão a Contestação Administrativa do Projeto Metrô Curitibano
    Local: Bicicletaria Cultural – Rua Presidente Faria, 226 (na canaleta, próximo da UFPr e estação central)
    Dia e horários: 14 e 15.06.09, das 8h às 18h
    Minuta: https://docs.google.com/document/d/1vIy7D6j_WIy_Eli40MLFXzeGjOyBxoeDQOVjXpyE440/edit?pli=1

    Retirado do site do MPL-Curitiba: fureotubo.wordpress.com

     
    • Rodrigo Magno 16:35 on 26 Junho, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Luciano Ducci é eleitoreiro mesmo!

      Veja o número de obras na cidade, atrapalhando o transito e tudo mais…
      Na boa, se ele tivesse essa consciência urbana sobre a cidade mesmo (e não para ganhar votos), teria feito isso durante o mandato dele, nao tudo ao mesmo tempo agora!
      SÓ EU PERCEBO ISSO?

    • Rodrigo Magno 16:41 on 26 Junho, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eleitoreiro é pouco!
      Muita sobras na cidade que so atrapalham a nossa vida, uma péssima adminsitração que so quer ganhar votos (por que nao fizeram essas obras antes?)
      Metro.. hahahah DU VI DO

  • oscar 16:55 on 5 May, 2012 Permalink |
    Tags: bicicletas, curitiba, , Setran   

    Curitiba, uma cidade que NÃO é amiga das bicicletas! 

    Curitiba, capital "ecológica" só no marketing oficial

    A mesma Secretaria do Trânsito (SETRAN) que diz: “Não arrisque sua vida confiando que o motorista tem que respeitá-lo” e que considera “inevitável” o aumento do número de bicicletas nas grandes cidades voltará a repreender os ciclistas que transitam pelas canaletas (corredores de ônibus) de Curitiba.

    A questão aqui não é polemizar em torno da discussão do uso, ou não, das canaletas por ciclistas. Muitos pedalantes, inclusive, consideram o respeito às leis fundamental, mas entre elas e a própria vida, optam por esta. A questão é polêmica justamente por haver excelentes argumentos, tanto pró quanto contra. Mas vamos à discussão que realmente motiva este texto.

    A prefeitura de Curitiba, administrada pelo candidato à reeleição Luciano Ducci, que não promove campanhas de conscientização para que os motoristas respeitem a bicicleta como meio de transporte, sequer constrói vias de tráfico destinadas aos ciclistas, mais uma vez vai usar do poder de coerção do Estado para simplesmente transferir – e aumentar – os acidentes e mortes de ciclistas, que passarão a acontecer entre particulares (automóvel x bicicleta) nas ruas e não mais nas canaletas, onde existe a responsabilidade do município, por se tratar de vias destinadas ao transporte coletivo.

     Não seria justo que, com a mesma vontade com que tira os ciclistas da canaleta, a prefeitura também promovesse a sinalização e campanhas de educação no trânsito para que os motoristas que transitam nas marginais das canaletas passem a respeitar as bicicletas como um meio de transporte? Isso para fazer o mínimo em prol do único modal realmente sustentável.

    A gestão Richa/Ducci, que está no comando há 8 anos, não fez e não faz nada de substancial para promover a bicicleta como um meio de transporte, resta neste ano eleitoral fazer com que os demais candidatos assinem e assumam o compromisso de fazer de Curitiba uma cidade bicicletável, pois quem teve a oportunidade de fazer e não fez dá provas incontestes de que não fará.

    Para quem gostou do desenho, pode pegar aqui e usar a vontade!

     

     

     
    • Lyncoln 01:21 on 6 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Se rolar alguma mobilização contra a possível fiscalização/proibição das bicicletas nas canaletas avisem com antecedência 😉

    • MICHKKK 15:27 on 6 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      infelizmente, é horrível dizer oque vou dizer, mas é uma grande verdade. Os políticos obviamente tem uma parcela de culpa gigantesca pois poderiam aproveitar o poder público, o orçamento público e a grande influência na mídia para promover uma cidade mais viável não só para nós ciclistas, mas também para os pedestres, os cadeirantes, portadores de deficiências visuais, entre outras…mas a grande verdade é que o povo não faz sua parte, e esse tem feito cada vez menos, andando pela cidade, a pé, de carona, de carro, de bike, tudo que vejo cada vez mais é falta de princípio…falta de educação, falta de escrúpulo, e até de amor próprio, uma grande maioria esmagadora das pessoas tem vivido na cidade como se estivessem sozinhas no mundo….o egoísmo impera, parecem ter esquecido que cuidar um do outro é cuidar de sí mesmo, que se os carros tem freio é pra serem usados, que se as ruas tem limites são para serem respeitados, tem se tornado mais importante chegar mais rápido a qualquer custo do que dar a vez a alguém, ou facilitar a vida de quem usa a cidade junto com você…pois os papéis se trocam, os lugares mudam, amanhã pode ser ele a pé….ele cadeirante, ele idoso….mas pra que pensar, vivo o momento e os outros que se fodam…..os motoristas não respeitam os outros motoristas…não respeitam a eles próprios….como querer que respeitem os ciclistas….

      • Oscar Cidri 15:43 on 6 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Aí você foi fundo na ferida, pegou no âmago da coisa. O individualismo da nossa sociedade pós-moderna conforme tão bem fala o professor Zygmunt Bauman, tá sintetizado no seu comentário, fica até pequeno querer falar em mobilidade, quando na verdade, o que precisa ser mudado é muito, muito mais do que o comportamento no trânsito. Daria algumas semanas de conversa e uns bons litros de chope!

    • MICHKKK 02:15 on 7 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      hahahahah… a conversa e o chope já seriam um ótimo começo ….mas o negócio é no amago mesmo, não dá pra pensar em mobilidade se o cidadão não pensar no outro cidadão, eu já sofri violência no transito, tanto dentro de automóvel quanto na bicicleta, eu faço minha parte no trânsito, faço mesmo, inclusive dizer pra alguém quando está fazendo errado e de maldade, quando tenho a oportunidade de dizer, mesmo que de forma pouco simpática, mas não perco a esperança não, acho que o povo ainda muda, por bem ou por força…

    • Christian Lyra 17:29 on 7 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu estou torcendo muito para que a SETRAN coloque um monte de agentes nas canaletas! Finalmente a prefeitura vai parar de ignorar o problema (reprimir é uma maneira negativa de dar atenção, mas pode ser melhor do que nada)! E com os agentes nas canaletas vamos cobrar que eles multem os carros que passem tirando fina dos ciclistas na pista lateral! Qual vai ser a desculpa para praticamente inexistir multas para o desrespeito ao art. 201?

    • Eros Roberto 22:17 on 7 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Quem já teve a oportunidade do conhecer a cidade de LONDRES, pôde perceber que a via de ônibus não é exclusiva e sim, compartilhada com taxis e BICICLETAS. As bikes param na frente dos ônibus esperando o sinaleiro abrir e os motoristas esperam tranquilamente o ciclista avançar. Todo mundo se respeita. Por quê não implantar isso aqui na nossa cidade? Mudar o paradigma de deixar a bicicleta longe do ônibus. Educar os motoristas de ônibus a aceitar o ciclista na SUA VIA. Responsabilizar o motorista por qualquer acidente que venha acontecer na VIA DO ÔNIBUS. Eu não sou nenhum especialista no assunto, mas não deve ser tão difícil mudar isso, bastando apenas EDUCAÇÃO, FISCALIZAÇÃO e PUNIÇÃO.

    • Antonio Strapasson 00:04 on 15 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Com certeza, se o ciclista deixar de usar a canaleta para dividir espaço com os carros nas ruas, os acidentes crescerão numa proporção alarmante.
      É lamentavel que o nosso governo coloque agentes para tratar os ciclistas como criminosos e a população fique a merce dos verdadeiros bandidos que atuam sem serem incomodados. Uma bike sendo usada é um carro a menos poluindo o mundo…a falta de ciclovias é um fato inaceitavel…

      • Oscar Cidri 03:28 on 15 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Sabe Strapasson,
        acho corretíssimo tirar os ciclistas das canaletas -vias que deveriam ser exclusivas dos ônibus -, mas ANTES deveriam propiciar vias seguras, ciclorrotas, ciclofaixas ou ciclovias, ao longo de todos os eixos estruturais da cidade, é o mínimo! Concordo com o Marcelo Araújo do Setran, “a canaleta não serve para todos os ciclistas”, pedalo por ela e vejo muita gente fazendo umas prezepadas que me dá raiva: piazada pegando rabeira, neguinho qeu fazer corredor com os onibus em movimento e outros tantos atos de irresponsabilidade. Mas, por experiência posso dizer, a maioria absoluta dos ciclistas usa e usa com segurança e cuidado as canaletas, mas melhor, muito melhor seria não precisar trafegar por elas.

    • Ambiotech 21:04 on 18 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Infelizmente, há desinteresse do poder publico para a expansão e melhorias das ciclovias. Apesar das barreiras, os benefícios de utilizar a bike para se locomover no dia a dia são enormes. Recentemente escrevemos um post sobre o assunto, confira! http://bit.ly/KQ2cCJ

    • Simon Robinson 19:20 on 21 Maio, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu sou de Dumfries na Escócia e eu escrevi isso sobre como criar cidades para as bicicletas:

      Ciclismo na Grã-Bretanha: O que o Brasil Pode Aprender?
      http://transitionconsciousness.wordpress.com/2012/03/27/ciclismo-na-gra-bretanha-o-que-o-brasil-pode-aprender/

      O Londres tem muitas problemas – não é perfeito:
      http://transitionconsciousness.wordpress.com/2012/04/10/como-o-prefeito-de-londres-esta-resolvendo-o-problema-da-poluicao-em-londres/

      Um grande abraço

      Simon

      • Oscar Cidri 21:35 on 5 Junho, 2012 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Valeu pela contribuição Simon. Muita gente por aqui declama Londres como se fosse só flores e você faz a gente ver qeu não é bem assim – embora seja melhor que Curitiba,

        abraço

  • Vinicius Massuchetto 22:56 on 20 March, 2012 Permalink |
    Tags: curitiba, paraciclos   

    Inspeção nos novos paraciclos e na ciclofaixa da Marechal 

    Relato enviado pelo André Feiges.

    1) Os paraciclos estão todos montados e agora, depois de encaminhadas as denúncias de utilização de pintura diferente da determinada no edital licitatório, finalmente estão adequadas. Faltam apenas os “totens” informativos (que devem vir com uma mensagem “SIM, ISTO É UM PARACICLO”) para que a obra seja concluída e finalmente entregue à cidade.

    2) Visitei também a ciclofaixa da Av. Marechal Floriano (Hauer-Carmo) e testemunhei que não houve avanço significativo. Apenas pintaram na faixa já implementada os signos pictográficos de sentido/direção e da bicicleta, acrescidos de alguns “PARE” nos cruzamentos. Detalhe tragicômico foi que a máscara utilizada na pintura do “PARE” tem 78,6 cm, padrão das utilizado nas ciclovias, que nos trechos mais estreitos da ciclofaixa chegaram a ficar por cima da faixa branca lateral! Instalaram também duas placas com o signo de bicicleta ao lado da via (lado esquerdo, entre a ciclofaixa e a canaleta), não sei com qual serventia. Para além disto, nada mais foi feito.

    Para mim ficou claro que a única razão de pintar os pictogramas e os “PARE” foi para que apareçam no vídeo publicitário produzido pela prefeitura que foi filmado nesta semana.
     
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