Tagged: ciclovia Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • Vinicius Massuchetto 10:57 on 19 October, 2011 Permalink |
    Tags: , , ciclovia, , , , ,   

    Bicicletada Extra 23/10: Por Uma Ciclofaixa de Verdade! 

    Enfim, após anos de Bicicletada reivindicando investimento em estrutura para a mobilidade urbana, é com muita insatisfação que recebemos a primeira proposta do poder público para a Bicicleta.

    A nova ciclofaixa que será inaugurada no próximo dia 23/10 possui 4 km de extensão, não tem um plano de metas apresentado em seu projeto de expansão, trata-se de um circuito fechado no centro da cidade, e o pior: funcionará somente uma vez por mês.

    Lembramos que as ciclovias de Curitiba possuem um papel recreativo, e não interligam os pontos de grande trânsito da cidade, além de se encontrarem em péssimo estado de conservação.

    Com isso, a atual estrutura cicloviária (esta ciclofaixa mais as ciclovias) não favorece substancialmente um projeto de mobilidade urbana sustentável, que venha a fazer com que as pessoas definitivamente usem a bicicleta no cotidiano para se locomover de modo geral nas atividades do dia a dia.

    Por este motivo chamamos esta Bicicletada Extra concomitante à inauguração da ciclofaixa. Queremos mostrar que é preciso muito mais investimento e dinamismo para fazer com que a cultura da bicicleta dê mesmo certo em Curitiba.

    Compareça! Venha participar deste protesto pacífico com muito bom humor! Venha de bicicleta ou qualquer outro meio de transporte não motorizado. Vamos mostrar que estamos de olho no que a prefeitura anda fazendo!

    Ajude a Divulgar Pela Web

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    • George 13:14 on 19 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Isso aí!!!
      TEm que ir pro pau com estes caras! Bicicleta não é brinquedo nem ciclista é palhaço. O Luciano Ducci só pensa em reeleição. Por que esta gente não respeita os cidadão???? Com quantas mentiras se faz uma capital sustentável? Pergunta pro prefeito.

    • Eduardo Habkost 22:23 on 19 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Suponho que a idéia seja ser fazer um trajeto alternativo e não na falsa ciclofaixa, certo? Meu medo é que o comparecimento da bicicletaa em peso faça parecer que a “inauguração foi um sucesso”.

      • Vinicius Massuchetto 23:19 on 19 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Na verdade estamos até considerando o fato de ocupar a ciclofaixa de certa maneira, pois é lá que estarão os ciclistas de passeio e as autoridades de quem queremos chamar a atenção.

        Para não dar essa ideia de unidade que você falou estamos também procurando fazer cartazes, ir com nariz de palhaço, apitos e esse tipo de coisa.

        Se bem que, dependendo da proporção da Bicicletada, vai ser difícil ocupar a ciclofaixa. =D

        • Eduardo Habkost 09:25 on 20 Outubro, 2011 Permalink

          É que para a prefeitura divulgar como sucesso só importam os números (“centenas de ciclistas participam da inauguração!”). Por outro lado, se manifestar durante a inauguração é bom.

          Eu não sei se vou poder ir, mas se fosse eu iria propor começar o trajeto na ciclofaixa e depois de algumas quadras tomar outro caminho e convidar os ciclistas que não conheciam a bicicletada para nos acompanhar.

    • goura 21:52 on 20 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Dá pra fazer a ciclofaixa de verdade.
      A galera andando em linha, acompanhando o mesmo circuito da tal ´ciclofarsa´, só que na rua, no lado direito, respeitando o CTB, como tem que ser. Sem a fiscalização, sem cone de proteção, sem o circo armado. Isto seria bem interessante. Por um longo tempo. Os mesmos 4km. De boa.
      Seria um ganho moral!!!

      Ah . . . e tem que sair mais cedo.
      O Ducci vai estar lá às 8hs!!!!

      Atualizar o horário pra geral!!!

      • marcelo 06:11 on 21 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        discordo, lado direito só em vias de mão dupla. Onde no CTB diz que em vias de mão simples deve circular a direita? Tenho vários problemas quando circulo na cidade nos bordos da pista de rolamento pelo lado esquerdo, simplesmente porque do lado esquerdo muitas vezes não tem ônibus ou porque vou virar a esquerda na próxima esquina.

    • Sandro 21:59 on 20 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      é extremamente importante que haja algum tipo de “caracterização do grupo” todos de preto alguma cor… sei lah… isso daria sensação de “unidade”…. caso contrario realmente as fotos que vao sair no jornal vão ser com titulos de “total sucesso” do evento…levar tinta guaxe e pintar os protestantes de vermelho no rosto ou preto em protesto… sem falar em uma panfletagem de conscientização… essencial…

    • Eduardo Habkost 22:00 on 20 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Idéia genial. 🙂

      Imagino que mesmo sem combinar previamente vai ter gente que vai aparecer na inauguração 8h para se manifestar. Depois disso o grupo que esteve lá pode passar na reitoria 10h para buscar o restante que não soube do horário mais cedo.

    • Black__angel 00:28 on 23 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Realmente axo q a midia manipulará de forma errada a manchete deste evento… assim como li no jornal “metro”, q a ciclovia iria funcionar em horarios edias determinados… so aqui q eu fiquei sabendo q é somente um dia por mes

  • Vinicius Massuchetto 08:27 on 23 September, 2011 Permalink |
    Tags: , , ciclovia, , ,   

    Violação de Ciclovia na João Negrão com Eng. Rebouças 

    Na esquina da Engenheiro Rebouças com a João Negrão, as obras da Igreja Universal ocupam, por bem dizer, metade da ciclovia. Os tapumes colocados de maneira ilícita e desrespeitosa atrapalham a circulação de pedestres e bicicletas no local.

    Fotos enviadas pelo colega Luiz Chagas, que entrou com o pedido de fiscalização 000156888i na prefeitura.

     
  • meandros 22:20 on 21 July, 2009 Permalink |
    Tags: angles morts, ciclovia, ,   

    ciclovia não é a solução 

    “Não existe infraestrutura de ciclovia no meu caminho” ou “os motoristas não respeitam” são as principais desculpas que são dadas para si e para os outros para não se deslocar de bicicleta.

    A Prefeitura Municipal de Curitiba recentemente apresentou um novo plano de ampliação e consevação da malha cicloviária da cidade. Um plano cuja maior qualidade é a quantidade de ciclovias/ciclofaixas/calçadas compartilhadas , caso elas sejam realmente contruídas (e caso sigam os mandamentos cicloviários, coisa que não tem acontecido por enquanto). Mas vai dificultar a primeira desculpa.

    E não impedirá a segunda. Mesmo que exista uma ciclovia que saia da porta da sua casa e o leve até a porta do seu trabalho/escola/lazer, haverá a justificativa da ameaça dos carros contra a vida dos ciclistas. Ainda que a grande maioria do motoristas não seja um assassino voluntário, o medo é justificável. Isto porque além do planejamento urbano  privilegiar (de longe!) os deslocamentos motorizados (por que nenhuma ciclovia nova passa pelo centro?) a mentalidade é a de que os ciclistas atrapalham o trânsito. Uma questão de cultura ou, em outras palavras, de educação.

    Vejamos o exemplo de duas cidades.

    Joinville é conhecida como a capital das bicicletas. Há um enorme contingente de ciclistas na cidade, embora este número tenha diminuído sensivelmente nos últimos anos. Há algumas ciclofaixas relativamente recentes na cidade mas não não são muito utilizadas. O ciclista usa a rua junto com os automóveis. E é respeitado na maior parte do tempo. A massa de bicicletas e a cultura da cidade não faz do ciclista alguém atrapalhando o trânsito.

    menino caranguejoO joinvillense Menino-Caranguejo pelo jeito não anda muito de bicicleta

    .

    Paris tem tido políticas públicas (como o Vélib e a ampliação da rede cicloviária) invejáveis. Mas o (excelente!) vídeo abaixo mostra o quanto uma boa estrutura não garante necessariamente segurança. Mesmo em terras européias, a cultura da bicicleta ainda não está plenamente  implantada.

    Sim, ciclovia é bom. Principalmente para quem está começando a pedalar. Mas não é a solução.  Solução é compartilhar o trânsito pacificamente com vários modais. E perceber que a bicicleta não atrapalha o trânsito. Ao contrário, o deixa mais fluido (ocupa menos espaço), mais humano (olho no olho é muito melhor que insulfilm) e mais sustentável (sem poluição sonora para seu filho respirar melhor e sem poluição auditiva para sua avó se recuperar melhor). É tão difícil?

     
    • Rodyer 20:00 on 22 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Caramba!! que vídeo bacana!! Vou colocar uma camera em minha bike pra pegar todos esses flagras que acontecem comigo aqui em Curitiba. Muito legal

    • Rafael R. Völtz 11:35 on 27 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Uma ressalva quanto ao assunto das bicicletas em Joinville. Realmente, Joinville é conhecida como a cidade das bicicletas. Esse “slogan” foi construido nos idos de 1980 quando muitos trabalhadores iam para o trabalho de bicicleta. Mas hoje isso soa como mais uma das grandes mentiras da cidade dos Princípes (que nunca apareceu por lá). Atualmente vemos os mesmos problemas que Curitiba enfrenta. Priorização modal para os carros e falta de ciclofaixas/ciclovias. E infelizmente não existe o respeito aos ciclistas pelos motoristas. É um pega pra capar. E a figura anexada no texto exemplifica muito bem a situação dos ciclistas joinvilenses. Ciclofaixas que ligam nada a lugar nenhum, quando não acabam no nada, voltando o ciclista do seu lugar “seguro” para a competição por espaço na cidade.
      Falo por conhecer a realidade da cidade.
      Abraços.

    • meandros 13:00 on 27 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Rafael, Joinville não é nenhuma Amsterdan mesmo, mas pedalando aqui em Curitiba e lá dá para sentir bastante diferença. Principalmente nos bairros, as bicis exercem mais pressão pelo seu volume. Talvez seja proporcional ao tamanho da cidade.

    • marcos 17:45 on 2 Março, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Quem é que aguenta aquele sobe e desce das ciclovias quando não termina em um nivel muito ato da rua, e você leva o dobro do tempo…
      Resumindo não rola, seria bem melhor tirar elas e criar ciclo faixas.

  • goura 12:09 on 12 July, 2009 Permalink |
    Tags: , , , , , ciclovia, , , , kunst,   

    Arte Bici Mob – 009 – Chamada para ações! 

    Setembro em Curitiba é o mês da bicicleta. Talvez os administradores públicos ainda não saibam disto, mas os artistas e ativistas que vivem na cidade assim instituíram. O evento ARTE BICICLETA MOBILIDADE teve início em 2007 e caminha neste ano para sua terceira edição. A idéia é criar um mês ´cívico cultural’ com diversas atividades acontecendo em toda a cidade, culminando na ´marcha das mil bikes´ no dia 22 de setembro, início da primavera e o dia mundial sem carro.

    O coletivo Interlux Arte Livre, responsável pela orquestração do evento, convida demais artistas para engrossarem o caldo de setembro.

    Pensamos em diversidade. Cartazes nas ruas, fanzines, exposições, vídeos, filmes, debates, conversas, aulas, workshops, performances e o que mais fizer sentido para você. Provocar reflexões e um novo sentido de urbanismo e mobilidade.

    Está aberta a chamada para trabalhos cujas propostas devem ser enviadas até a data limite de 20 de agosto

    Uma inspiração Situacionista que pode servir de temática a todo este movimento:

    “Precisamos passar do trânsito como suplemento do trabalho ao trânsito como prazer.”

    Maiores informações em http://www.artebicicletamobilidade.wordpress.com

    As propostas devem ser enviadas para coletivointerlux@gmail.com
    Abaixo_Crass

    A programação por enquanto (27 de julho) está assim:

    01 set. Desafio Intermodal (saída da UFPR – pça Santos Andrade)

    Abertura de exposição no Beto Batata

    Lançamento do Fanzine

    11 set. Bicicletada ´Terrorista´ – 18:30hs – pátio UFPR – reitoria

    12 set. Pedalada à Valadares – 8hs – pátio UFPR – cicloturismo, fandango e discussão sobre a mobilidade por bicicleta no litoral

    16, 17, 18 set. Ciclo de palestras e debates – UFPr – pça Santos Andrade

    19 set. Ciclodia da UFPR – uma iniciativa do programa Ciclovida

    22 set. Ações do Dia Mundial Sem Carro

    Vaga Viva pelo Centro – 16hs

    Música Para Sair da Bolha – Centro de Curitiba, a partir das 16hs- 18:30hs – pátio da reitoria – UFPR)

    25 set. Música Para Sair da Bolha – 18hs – próximo ao IPPUC

    26 set. Bicicletada do Sábado – 10hs – pátio da reitoria – UFPR

    Ciclechic – 14hs – Ciclechic – pça 29 de Março (música, alimentação e moda)

    28 set. Cicle-Cine na Cinemateca – 2 sessões especiais – 17hs / 19:30hs

    MANDEM MAIS PROPOSTAS!!

    Vide programação até 14/8/2009 no Arte Bici Mob.
    A agenda também traz os eventos copiados desse link.

     
    • Ghidini 05:18 on 13 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Excelente iniciativa!
      Vamos coincidir esse evento e outros com a semana da mobilidade sustentável que será promovida pelo FoMUS (Forum da Mobilidade Sustentável) entre 20 e 27 de setembro.
      A Arte Bicicleta Mobilidade é um exemplo de uma boa pratica que pode ser adotada como medida permanente. Meu a poio é irrestrito.

      rg

    • André Caon Lima 16:41 on 13 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Amigos, o FoMUS é um fórum de livre participação cujas reuniões presenciais ocorrem normalmente ao fim do mês na sede do SENGE-Pr.
      O objetivo básico do fórum é fomentar/ coordenar iniciativas de organizações oficiais, do terceiro setor e também dos ativistas independentes, relacionados a mobilidade urbana sustentável.
      É possível solicitar inscrição pelo e-grupo criado no Google – http://groups.google.com.br/group/fomus (obs.: não precisa usar conta e-mail do Google) e assim receber as comunicações de reuniões e eventos relevantes.
      Para este ano seria interessante tentarmos unir algo inclusive junto com a EMW – European Mobility Week que ocorre mais ou menos neste período.
      Abraço a todos.

    • Maria Baptista 12:14 on 18 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Parabéns pela iniciativa e por todo o trabalho que a bicicletada vem fazendo, tenho acompanhado pelo blog. Sou pedestre e torço para que a estrutura urbana possa, em um futuro breve, me estimular a sair de bicicleta por aí. Enquanto isso vou a pé com prazer!
      Indico um link pra vocês: http://migre.me/3OMI
      E gostaria de adicioná-los no twitter, vcs estão lá?

    • Claudio Oliver 06:09 on 22 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Mais uma vez a gente vai vendo os espaços serem criados e não concedidos, ocupados e não permitidos, e se pudermos conitnuar a embelezar sem oficializar, vamos retomando o espaço que pertence a todos. Parabéns por mais essa iniciativa

    • shana 13:31 on 24 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olás!!! Descobri o blog, descobri o evento!Muito bom, vou ver se mando uma proposta! beijo

    • Roberto Ghidini 10:20 on 28 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Espero que possamos unificar as açoes…Estamos propondo um ciclo de palestras, exposiçoes, caminhadas, bicicletadas, etc…
      Estaremos reunindo todos os interessados e procurando as melhortes alternativas, datas e coordenadores para as açoes. A propsta da ARTE BICICLETADA está bem legal, vamos juntos fazer mais. Compareçama à reuniao do FoMUS:

      SENGE-PR – Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná – Rua Marechal Deodoro, no. 630, 22º. Andar, conjunto 2201 – Centro Comercial Itália;
      Dia: 31/07/09 – sexta feira
      Horário: 19:00h

    • Seu Mário 16:13 on 31 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Grande iniciativa….
      varias coisas interessantes..
      gostaria de maiores informaçoes
      da pedalada á valadares…..
      grande abraço a todos
      bikes e libertinagem

    • Marcos Romeu 09:03 on 7 Agosto, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá, verifiquei no site do ippuc. 07/08/2009

      http://ippucnet.ippuc.org.br/noticias/main.asp?Seq=258

      Ministro dos Transportes autoriza Plano Multimodal.

      Esperamos que na parte de ciclovias, realmente aconteça.

    • Gisele P. 14:49 on 7 Agosto, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Ótima iniciativa e ótimos eventos tb!

      Pena que a maioria será durante a semana…..

      assim quem trabalha não consegue participar….

      mas enfim, boa sorte! =)

  • goura 18:17 on 8 June, 2009 Permalink |
    Tags: , , ciclovia,   

    A ciclovia é um perigo. A rua também. 

    ciclovia

    A ciclovia é um perigo. A rua também.

    Como parte das atividades do mês de setembro (Mês da Bicicleta em Curitiba) e do dia 22, Dia Mundial Sem Carro, convidamos todos a fotografarem as péssimas condições de tráfego nas ciclovias e ruas da cidade.

    O objetivo é a divulgação nos meios de comunicação mais acessados e também a realização de material impresso, como um zine ou cartazes.

    ***

    Nossas ciclovias percorrem algumas vezes trechos bonitos, arborizados, mas é histórico o direcionamento dessas vias para interligar os parques da cidade, como se bicicleta fosse apenas para uso no fim-de-semana. Sem falar que elas sofrem um abandono completo, a despeito do trânsito de automóveis. As condições levam perigo real ao ciclista, porque os buracos e obstáculos inadequados não tem sinalização. Os motoristas estacionam muitas vezes ao lado ou em cima da ciclovia.

    Circular na rua é a única opção muitas vezes, e também um perigo. O risco é real pois a Cultura do Automóvel diz que “as bicicletas atrapalham o trânsito”. Finas, buzinadas e outras ameaças da parte dos motoristas são comuns para quem circula no canto direito da pista, próximo ao meio-fio, pelo Código de Trânsito o espaço reservado ao ciclista. O mesmo Código diz que é proibido buzinar para ciclistas e pedestres, e que o carro deve guardar 1,50m ao ultrapassar uma bicicleta, mas parece que ninguém leu essa parte. O canto da pista é o local onde a pista é menos cuidada, cheia de rachaduras, buracos, sujeira e possíveis objetos que podem fazer um ciclista cair.

    Para as pessoas em geral, não é tão recomendável andar de bicicleta, pois os riscos são grandes. Os órgãos responsáveis e o Governo não querem saber disso, pois investir na circulação dos automóveis, em número que não para de aumentar, rende à eles dividendos políticos e financeiros reais e atuais. Enquanto isso, as pessoas que optam pela bicicleta ficam desassistidas, correndo riscos reais e atuais.

    ***
    Comecei a realizar uma série sobre meu caminho diário de bicicleta e sobre as inadequações das ciclovias que percorro, sempre negligenciadas pela autoridades. O núcleo Interlux decidiu divulgar uma série de imagens como estas durante o mês de setembro, como parte das atividades do Mês da Bicicleta e do Dia Mundial Sem Carro

    Sobre essa iniciativa, abri um tópico no grupo interluxartelivre do Flickr. Acesse:

    http://www.flickr.com/groups/interlux/discuss/72157619442185728/

    Participe e divulgue em sua lista!

    abraços,

    Bruno Machado

    http://www.artebicicletamobilidade.wordpress.com

    ciclovia 2

     
    • Marcos Romeu Pereira 16:45 on 19 Junho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá,

      Meu nome é Marcos Romeu Pereira, sou de Curitiba e viajei no final de 2008 de Guaratuba a Florianópolis pelo litoral, passando por piçarras,
      me deparei com algo inédito, uma ciclofaixa de vários quilômetros em uma cidade muito menor que Curitiba. Parabéns para os catarinenses, eles mostram que é possível viver em harmonia.

      Obrigado pelas notícias sempre atualizadas.

  • Luis Patricio 12:48 on 23 May, 2009 Permalink |
    Tags: ciclovia, , , , ,   

    Ruas sem carro 

    Exemplos de ruas sem carro pelo Brasil e pelo mundo:

    CicloRecreoVia

    CicloRecreoVia

    • Brasília: eixão, todo domingo o dia inteiro
    • Rio de Janeiro: praia de copacabana, todo domingo o dia inteiro
    • Bogotá: centenas de quilômetros no centro da cidade, todo domingo o dia inteiro
    • Chile: em dois locais diferentes somando mais de 10km, aos domingos pela manhã

    Sugestão de ruas sem carro em Curitiba:

    • Largo da Ordem:  já existe um fluxo bem grande de pedestres na feira de domingo. As ruas que cortam a feira deveriam ser interditadas pelo menos até as 14:00, horário de encerramento da feira.
    • Sete de Setembro (em frente ao Mercado Municipal):  seria uma excelente área a céu aberto num local com tanta concentração de gente. Poderia até estimular alguns serviços para os usuários ali na rua.
    • Augusto Stresser (entre Fernando Amaro Fernandes de Barros e Atílio Borio): esse trecho oferece bastante serviços e poderia ser uma grande praça de diversão aos domingos
    • Visconde de Guarapuava ou Silva Jardim: avenidas corredores no centro da cidade. Dariam ótimos parques lineares e pistas de passeio e corrida.

    Faltam alguns meses para o mês da bicicleta. Seria uma bela surpresa se finalmente Curitiba adotasse ruas sem carro regularmente.

    Qual desses você acha a melhor opção? Alguma sugestão ?

     
  • bicicletadactba 11:01 on 30 March, 2009 Permalink |
    Tags: , ciclovia, ,   

    Cenas de Curitiba II 

    Flagrantes da semana que passou.

     

    imagem178

    Presidente Taunay, próximo ao bar Sláinte.

     

    imagem179

    imagem185

    Carlos de Carvalho, em frente às lanchonetes The Sub’s e Au Au.

    imagem164

    Trecho da “ciclovia” da Pedro Gusso. Ciclovia, calçada ou… estacionamento?!

     

    Cenas de Curitiba I

     
    • Paulo Roberto Rodachinski 13:47 on 30 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tá certo, tem que estacionar o carro na calçada mesmo, senão atrapalha o “trânsito”……..

    • Luiz Iurk 08:34 on 31 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pessoal, URGENTE! Por favor divulguem:
      A prefeitura de curitiba está realizando o orçamento para 2010, então eles estão solicitando que se envie 3 sugestões de mudança para a cidade, óbviamente que não tem ciclofaixa, mas tem ciclovias (espero que não seja “ciclovias”). O link é: http://loa.curitiba.pr.gov.br

      Por favor mandem o máximo de sugestões para melhoria do trânsito.Abraço

  • goura 13:44 on 27 March, 2009 Permalink |
    Tags: , , , ciclovia, , linha de trem, política, trem, trens   

    Ciclovias e linhas de trem em Curitiba 

    Quem tem a caneta na mão pode tudo.
    Hoje em dia é mais fácil encontrar parceiros para o aplauso comportado do que para o debate entusiasmado.
    Mesmo para debates mais brandos, entre pessoas de boa educação, que demonstram e argumentam
    suas ideias com o conteúdo das suas palavras e não com a altura com a qual as pronunciam, os espaços não estão abertos.
    A turma do concordismo, ou do aliancismo – “os progressistas” – logo lhe colocam a “pecha” de que argumentos
    contrários ou a própria dúvida são sinais de “oposição política” declarada.
    E esta ideia de oposição política aos poderes constituídos tem operado como escudo para os integralistas.
    Que pena, quanta pobreza de espírito e de argumentos.

    Li a matéria indicada para leitura pelo Paulo Ferraz.
    Veja que o principal argumento para a criação do desvio pelo IPPUC/DENIT é a oportunidade de fazer uso da ferrovia
    como bota fora de rejeitos das indústrias da CIC. Também, de forma secundária, para o escoamento de resíduos hospitalares.
    Parece piada. Haverá tempo em que municípios “rurais” não aceitarão o recolhimento de resíduos produzidos por outros.
    Assim como há o pagamento de “royalties” para o município preservacionista de águas usadas por outros,
    como fonte de abastecimento; ou mesmo por perdas de terras para áreas de inundação de barragens; haverá no futuro município que irá ganhar para recepcionar com tecnologia paga pelo município produtor de rejeitos.
    Mas esta é uma outra história, para outro debate.

    O fato é que ainda não estou convencido da importância em afastar a ferrovia da área urbana.
    Como se ela fosse um câncer a ser extirpado do nosso convívio.
    Quando falei em modernidade em outro comentário realizado e publicado em seu “blog”, esqueci de importantes pontos.
    Esqueci de citar como componente dessa transformação a duplicação da própria ferrovia e mesmo a sua automação.
    Ela poderia ser eletrificada e monitorada com técnicas e sistemas modernos de controle.

    Queria neste momento fazer uma reflexão.
    Onde está localizada a estação ferroviária da cidade do Porto, em Portugal?
    Onde está situada a estação ferroviária de Amsterdam, nos Países Baixos?
    Onde está situada a estação ferroviária de Milão, na Itália?
    E onde estão 9 das 10 maiores estações ferroviárias das cidades europeias e mesmo dos EUA e do Japão?
    É claro, no seu centro urbano. E isto não constitui fator de atraso dessas comunidades.
    Muito pelo contrário, exigem permanentemente do sistema ferroviário eficiência, controle e modernidade.

    Mas você poderia dizer, mas estas são estações de trens de passageiros.
    É verdade, mas suas presenças somente foram possíveis porque houve manutenção da linha férrea e não a sua remoção.
    Modernidade é trazer de volta às nossas vidas o trem e suas amplas possibilidades como meio de transporte.
    E não erradicar ramais e linhas para devolver aos automóveis e a tão propalada “acessibilidade motorizada” e à “fluidez”
    espaços conquistados com o atraso da substituição sem reflexão ou análise de alternativas de correção de rumos.

    E afirmo: este pessoal do IPPUC tem de parar de pensar em ciclovias como se elas fossem a redenção da mobilidade por bicicletas. Querem implantar ciclovias para que? Para posar de modernos com um traçado bonito em área maquiada?
    Ora, precisamos de ciclovias sim. Mas precisamos delas aqui, junto às canaletas do sistema expresso.
    Mas isto os técnicos do IPPUC não nos querem dar. Sabem por que?
    Porque para fazer isto, com relativo baixo custo, teriam de cortar toda uma lateral de estacionamentos junto a elas.
    E isto poderia gerar novo enfrentamento com os comerciantes.
    Como se ciclistas não tivessem direito à cidade, não fizessem compras no comércio e não fossem participantes da vida em sociedade.

    O mais triste é ver a pronta adesão de dirigentes de entidades da Engenharia e da Arquitetura.
    Será que não deveriam estes dirigentes convocar seus pares para debater a questão?

    Mas deixa pra lá.
    Vamos engolindo o prato que vem à mesa, seja o cardápio qualquer.
    Temos de continuar vivos, não é mesmo?
    Pena que “caviar” e saladas coloridas não encham a barriga dos necessitados.

    Grande Abraço.
    Saudações @bicis.com
    Miranda (antonmir@gmail.com)

     

    Ver também.

     
    • Aurélio Hoch 19:54 on 27 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Isso é uma desgraça! Cada vagão de trem são três ou quatro CARRETAS (não são caminhões, são CARRETAS) na rua! ¬¬’ Maldita “Turma do Fica”!

    • adriano 20:10 on 27 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Uma coisa que acho ridicula, é de pessoas reclamando dos trens, do barulho, do incomodo que eles causam, etc, como se os trens tivessem surgido de uma hora para outra, sendo que a pessoa quando construiu a sua casa, comprou o seu apartamento, o trilho já estava lá a muito tempo
      A ferrovia que passava pela AV. da republica, por exemplo, por um bom trecho, houve uma urbanização a construção de conjuntos habitacionais, mais em otros trechos, virou area de invasão, só tiraram algumas casas na proxima ao portão, por causa da construção do Shoping, pois se bobeasse, as casas irregulares continuariam ali.
      E se outras ferrovias forem desativadas? vão construir o que ? tenho quase certeza que irão virar areas de invasão e favelas.

    • claudio ribeiro 20:17 on 27 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Concordo com o texto !
      Venho de familia de ferroviarios e sinto que meus parentes devem estar tortos no tumulo com a decadencia da ferrovia no Brasil.A mesma que levou a modernidade e o progresso aos rincões deste enorme país, hoje é tratada como câncer, por um povo que não tem a nostalgia de um apito tocando na madrugada, de uma viagem longa e prazeirosa, com varias amizades feitas durante que duraram muito, depois.
      E desses desgovernos que nos levam a pensar que fazer uma linha de metro é muito mais barata que aproveitar um traçado e, modernizado, servir de base a esse tão sonhado metro de curitiba.
      Porque não aproveitar ?
      Em São Paulo, a linha amarela (leste-oeste) do metro foi feita margeando uma linha de trem.
      Elas correm juntas praticamente em toda a extensão.
      E aí, depois que tava pronta, vem algume e diz :
      “Puxa ! Teriamos economizado muito dinheiro se tivessemos modernizado o trem ao inves de construir uma linha nova.”
      Mas na época, apesar de a CPTM e o METRÔ serem empresas do governo, elas não se bicavam.Agora querem unificar as empresas…
      Será que Curitiba vai passar por isso ?
      Vejo que por aqui (conheci a cidade a pouco mais de 3 meses) tem algumas areas que claramente tinham linha de trem e que poderiam ser reutilizadas,recicladas em metrô…
      Mas falar em trem é muito feio, Metrô fica mais bonito.
      É isso aí !

    • divo 19:16 on 28 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      D’accord et point.

      É isso mesmo que acho. Mas como você bem sabe Miranda, o IPPUC tem um bando de egocêntricos a serviço de outros mandos, que não necessariamente vem atender o que é do coletivo. Tem dedo da especulação imobiliária nessa mudanças, desde outros prefeitos essas tais linhas mestras da urbanidade curitibana são acompanhadas de uma especulação, que se esconde atrás de técnicas avançadas de marketing, de mentira e de safadeza desses políticos mesmo.

    • tiepassos 22:07 on 28 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olha, confesso que até o momento, nem tinha imaginado na hipotese de o trilho do trem existente aqui em curitiba viesse a ser parte de um transporte coletivo para a cidade, e até tinha gostado da idéia da ciclovia. Burro eu, porra, construir um serviço desse para a cidade seria do caralho (desculpe as palavras, mas é para dar mais entonação). Um coisa maneira, bonita, “se pá” de um jeito sustentável sem emissões de poluentes além de ser funcional e turístico. Algo “evoluído” Gostei da idéia. E ae ? o que fazer para se transformar em realidade ? associações ?? sindicato ?? Protestos??? alguem ajuda ae!

    • Roberto Ghidini 07:56 on 30 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Em primeiro lugar, acho um absurdo “descartarem” o uso das linhas ferroviárias existentes, situaçao que textualmente em 18 de julho de 2008 questionei ao Cléverson, entao Técnico e hoje Presidente do IPPUC durante uma entrevista com ele e o Ricardo Bindo, para minha tese doutoral. Penso que essas linhas poderiam ser utilizadas para transporte urbano de massa na cidade e regiao metropolitana, com sua modernizaçao e acomodaçao às atuais necessidades.

      Em segundo lugar, o tema das ciclovias e até mesmo sistemas de empréstmos de bicicletas, que deveriam estar realmente ao lado das canaletas dos expressos que como bem disse o Miranda e aliás, isso é muito bem dito pelo Jan Gehl em Public Spaces Public Life (Danish Architectural Press) que compradores ou consumidores nao sao os automóveis e sim as pessoas, assim a verdade é que ciclistas consomem igual que motoristas…, o que nao justifica enfrantamentos com os comerciantes tacanhos de Curitiba, que presumem uma perda de poder aquisitivo do consumidor que usa uma mísera bicicleta frente ao “abastado” que tem seu precioso automóvel.

      Em terceiro lugar, que isso devera ter um dedo da especulaçao imobiliária, eu nao duvido!!!

      RG

    • Peters 22:52 on 31 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Mas os profissionais e planejadores poderão receber o apoio dos empreendedores de garagens, a quem interessa a redução das vagas sob a administração pública.

    • glênio semprebon 22:39 on 1 Maio, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Acho uma coisa ridículo falarem em contorno ferroviário em Curitiba, pois essa ferrovia faz parte da história e tem que ser preservada erro foi de quem se instalou próximao concorda comigo presidente do Ippuc, Cleverson Almeida e prefeito, Beto richa

      Por isso, IAP tome vergonha e não conceda licença para um desastre ambiental principalmente no manancial do Passaúna

    • edson 09:10 on 4 Maio, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Acho que os nobres gostariam que morássemos nos mananciais e o trem ficasse por dentro da cidade. Vocês nem sabem que quando foi instalado as linhas de trem só haviam mananciais nas regiões? Será que não crescemos junto? Pesquisa é cultura!

  • Peters 10:48 on 23 March, 2009 Permalink |
    Tags: , ciclovia, , ,   

    Plano Diretor 

    Na falta de conhecimento de notícia ou informação pertinente no Dia da Água (à exceção desta), 22 de março, segue uma sobre o Plano Diretor. Está aberta na página do  IPPUC, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, consulta de opinião sobre os Planos Regionais da cidade.

    A bicicleta está sem sombra de dúvidas considerada no planejamento. Resta verificar se da forma adequada.  Seria bem legal fazer uma verificação aprofundada. Fica aí a sugestão, quem puder ajudar na análise e apresentação de conselhos …

    Para quem prefere ler numa seqüência contínua, há uma cópia das diversas páginas dos Planos Regionais nesse documento (arquivo pdf, 437 kb), à exceção das figuras e ilustrações, que são todas em flash nas páginas do IPPUC:  Planos Regionais.

     
    • Roberto Ghidini 15:41 on 24 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Em uma rápida passada pelo “Planos Regionais”, o que vi, foi mais um cadastro da situação existente do que própriamente planos.

      Honestamente, esperava encontrar algumas propostas novas…
      Se me equivoquei, desculpe-me.

      RG

    • Peters 21:44 on 24 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Também olhei muito rapidamente.
      Algumas coisas podem ser interessantes, dependendo do detalhamento que se fizer.
      Por exemplo, não entendi bem o que será a reciclovia, como a da Regional Pinheirinho e outras:
      DIRETRIZ 3 (14) – RECICLOVIA: nova avenida ao longo da linha férrea estruturada com materiais recicláveis, como marco urbano para a coleta e reciclagem em Curitiba. (http://ippucnet.ippuc.org.br/planosregionais/pinheirinho_diretriz_3.html).
      Um exemplo para assustar: na Matriz, há um projeto para a travessia da Nestor de Castro, “DIRETRIZ 3 (18) – REQUALIFICAÇÃO DA ÁREA CENTRAL: Travessa Nestor de Castro. ”
      Ora, pela ilustração, isso é uma simples passarela para os pedestres não incomodarem os motoristas desejosos de acelerarem suas máquinas como fazem hoje para cima de quem está de bicicleta passando por ali.
      Não olhei bem se consta o projeto de remoção da ferrovia da cidade, divulgado na mídia: é mais um projeto no sentido de desobstruir a passagem para os automóveis desenvolverem maiores velocidades – durante pouquíssimo tempo, já sabemos, mas parece que eles ainda não se deram conta ainda.
      Existe nos planos a consideração das ciclovias existentes e de algumas projetadas. Há referências às vias estruturais, o que pode ser animador, mas ao mesmo tempo não podemos nos iludir, pois, como mostram algumas ilustrações, a idéia é de calçada compartilhada, embora em outras não se derive tal concepção.

    • Peters 06:33 on 25 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Alguém aí achou os planos para o tratamento do lixo?

  • Luis Patricio 20:00 on 13 March, 2009 Permalink |
    Tags: ciclovia, falhas, , perigosa,   

    Isso é ciclovia ? 

    Essas são algumas fotos das ciclovias anunciadas pela prefeitura no início do ano passado.

    ANITA GARIBALDI

    Sinalização adequada?

    Sinalização adequada?


    Ciclovia com duplo sentido ?

    Ciclovia com duplo sentido ?


    Tratamento nas intersecções ?

    Tratamento nas intersecções ?


    Circulação compartilhada ?

    Circulação compartilhada ?


    Integração modal?

    Integração modal?

    DR JULIO CESAR RIBEIRO DE SOUZA

    Largura adequada ?

    Largura adequada ?

    A lista das demais ruas onde existem supostas ciclovias novas são:
    Santa Bernardethe (Lindóia e Fanny)

    Brasília (Novo Mundo e Capão Raso)

    Maria Trevisan Tortato (Novo Mundo)

    Santa Regina (Capão Raso)

    Santa Mônica (Capão Raso)

    Ipiranga (Capão Raso)

    Omar Raimundo Pichet (Xaxim)

    Barão de Santa Ângelo (Xaxim)

    José Rietmeyer (Guabirotuba)

    Isaac Ferreira da Cruz (Sítio Cercado)

    Gabriel Frecceiro de Miranda (Xaxim)

    Leonel França (Fanny)

    Rezala Simão (Portão)

    Major Heitor Guimarães (Campina do Siqueira)

    General Mario Tourinho (Campina do Siqueira)

    Victor Ferreira do Amaral (Tarumã)

    1ª etapa da avenida Mascarenhas de Moraes

    Via Veneto

    Angelo Durigan

    Se alguem tiver alguma foto dessas pérolas pra gente publicar é só mandar.

     
    • Roberto Ghidini 07:56 on 14 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Quando olhamos um mapa das ciclovias de Curitiba, podemos pensar que existe de verdade uma rede de vias ciclistas pelas quais se podem percorrer a cidade toda praticamente. Já quando vemos fotos como as aqui apresentadas nos dão conta da hipocrisia que é o tal mapa. Igual salientar, as “calçadas” – talvez as piores do Brasil, que além de descontinuas e insuficientes, com a legislação em contra, tem como pior mesmo (as existentes) a péssima qualidade de seu pavimento. E assim caminha a humanidade curitibana: de automóvel, pois em bicicleta é difícil, a pé também e de ônibus, começa a ser uma aventura…

      RG

    • tiepassos 15:50 on 14 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Daonde eles tiraram que calçada lisa e barata é ciclovia ?????? aproveitam o asfalto que tah sobrando da pista lisinha dos carros e faz uma calçada semi-lisa e diz… tah ae a ciclovia… palhaçada.. saca esse link que achei (num é sobre ciclovia.. mas bicicletas e as vias da cidade, comparando com carros e motos. http://www.perkons.com/educacao/interna.php?codpagina=82&codidioma=8&codpai=78

    • Luís Carlos 17:51 on 14 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Como alguém vai pedalar nessas coisas ?
      Se corremos o risco de dar uma cabeçada numa placa dessas colocadas no meio dessa calçada.
      Isso é uma vergonha, um descaso para com os ciclistas.

    • Gunnar 23:57 on 15 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Vou fazer umas na Pedro Gusso, onde fui atropelado e de acordo com a opinião de um policial, alegadamente nem poderia ser considerado a vítima porque não estava utilizando a ciclovia (?) * . Ainda bem que nem o motorista pensa assim.

      (*aliás, eu me pergunto – considerando que fui atropelado num cruzamento: desde quando existem ciclovias em cruzamentos? Se houvesse, teria a preferencial do mesmo jeito. Logo…? )

    • Vítor Costa 16:54 on 16 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Mais uma prova viva das atrocidades a que todos estamos sujeitos:
      16/03/2009 – 16h33
      Mulher sem habilitação atropela 10 em Cosmópolis (SP)

      da Folha Online

      Dez pessoas ficaram feridas após serem atropeladas por um carro na tarde deste domingo (15), no município de Cosmópolis (a 135 km de São Paulo). De acordo com a Polícia Militar da cidade, a motorista do veículo não tinha carteira de habilitação.

      Segundo a PM, a mulher –que não teve sua identidade divulgada– pegou emprestado o carro do marido para comprar refrigerantes em um mercado da cidade. Porém, ela perdeu o controle do veículo e atropelou dez pessoas.

      As vítimas –a maioria com ferimentos leves– foram levadas a um hospital da cidade. A PM não informou os nomes das vitimas. Ainda não há informações sobre o estado dos feridos.

      Ainda de acordo com a polícia, as pessoas estavam jogando bingo e conversando em uma calçada, quando foram atingidas pelo veículo.

      A mulher chegou a ser detida e encaminhada à delegacia, mas foi solta logo em seguida.

      para conferir: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u535488.shtml

      abraços

    • Wilton Pacheco 11:03 on 18 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      É excelente por essas fotos, sempre pensei em fazer isso. Mas não tive essa iniciativa expetacular colocada aqui.
      A situação é lamentável e vergonhosa das ciclovias. O total desrespeito não são apenas das pessoas responsáveis pela execução de sinalização, construção e manutenção de ciclovias, mas de cada um de nós que de alguma forma somos inconcientes do potencial que teria a circulação urbana se a coisa fosse tratada como mais decencia.

    • André Caon Lima 22:25 on 28 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá, amigos.
      Ao que me parece, Paranaguá (que não tem IPPUC) possui um projeto mais comprometido com a ciclovia como transporte de massa.
      Vejam em: http://sociedadpeatonal.blogspot.com/2009/03/ciclovia-em-paranagua.html

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