Tagged: ciclista Toggle Comment Threads | Atalhos de Teclado

  • Luis Patricio 15:37 on 17 January, 2009 Permalink |
    Tags: Anita Garibaldi, ciclista, , , , perigo   

    Anita Garibaldi tem ciclovia ? 

    Os ciclistas em Curitiba vêm enfrentando nos últimos meses mais uma dificuldade. No dia 08 de fevereiro de 2008, a prefeitura de Curitiba publicou notícia anunciando nova ciclovia na Anita Garibaldi. Segue trecho da notícia:

    “Na primeira etapa da revitalização da Anita Garibaldi, a Prefeitura investirá R$ 4,39 milhões. O trecho em obra fica entre a rua Professor Nilo Brandão até a Carmelina Cavassin. Serão 3.301 metros de ruas que ganharão novo asfalto, calçadas, ciclovia, urbanização, drenagem e iluminação. Na segunda parte da obra, a Secretaria Municipal de Obras Pública fará o recapeamento de mais 1.700 metros, a partir da rua Carmelina Cavassin em direção a Almirante Tamandaré.”

    E ratifica no final:

    Revitalização da Anita Garibaldi

    • Revitalização de pavimento e calçada
    • Implantação de ciclovia e nova iluminação
    • Paisagismo
    • Investimento de R$ 4,39 milhões

    Algumas semanas depois, com o início das obras, a notícia foi novamente publicada pelo Jornale e pela Gazeta do Povo. Essa seria uma ótima notícia se não fosse o fato da “ciclovia” ser, na verdade, a calçada de pedestres com inúmeros obstáculos (como orelhões e lixeiras) com apenas 1,5m de largura e sem sinalização horizontal e vertical alguma para bicicletas. Com isso, os ciclistas agora são constantemente acusados de estarem no local errado. Os motoristas mandam ir para a “ciclovia” e os pedestres reclamam da bicicleta numa calçada com espaço tão reduzido.

    Em dezembro de 2008, indagada sobre o trecho citado numa reunião no IPPUC, a arquiteta Maria Miranda afirmou que esse trecho nunca foi ciclovia e deve ter sido um pequeno equívoco da assessoria de imprensa. Mas o erro não foi publicamente assumido, nem houve qualquer modificação na obra.

    Mas este não foi o único equívoco cometido pela assessoria em 2008. Eles contabilizaram “equivocadamente” mais de 100km de calçadas como novas ciclovias. Apesar das denúncias feitas (Curitiba dobrou a mentira em 3 anos, O milagre da multiplicação de Ciclovias e no Jornal de Comunicação da UFPR) esta matéria também não foi retificada, tampouco as calçadas chamadas de ciclovias:

    Ciclovias concluídas ??

    Santa Bernardethe (Lindóia e Fanny)

    Brasília (Novo Mundo e Capão Raso)

    Maria Trevisan Tortato (Novo Mundo)

    Santa Regina (Capão Raso)

    Santa Mônica (Capão Raso)

    Ipiranga (Capão Raso)

    Omar Raimundo Pichet (Xaxim)

    Barão de Santa Ângelo (Xaxim)

    Dr Julio Cesar Ribeiro de Souza (Hauer)

    José Rietmeyer (Guabirotuba)

    Isaac Ferreira da Cruz (Sítio Cercado)

    Gabriel Frecceiro de Miranda (Xaxim)

    Leonel França (Fanny)

    Rezala Simão (Portão)

    Major Heitor Guimarães (Campina do Siqueira)

    General Mario Tourinho (Campina do Siqueira)

    Victor Ferreira do Amaral (Tarumã)

    1ª etapa da avenida Mascarenhas de Moraes

    Vi aVeneto

    Angelo Durigan

     
    • Renato 17:11 on 17 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Calçadas com asfalto não são ciclovias. Eu me recuso a pedalar em uma calçada asfaltada sem sinalização nas esquinas, principalmente quando se está na contramão.

      A prefeitura de Curitiba, a Urbs e outros órgãos públicos são completamente ignorantes quando o assunto é bicicleta. Uma pena. O boneco Richa deveria visitar a Colômbia, se tornar um pouco mais humilde, e aprender com eles.

    • divo 18:48 on 17 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      ciclovia concluída na rua:
      Dr Julio Cesar Ribeiro de Souza (Hauer) ?

      Nunca vi coisa dessa por lá, conheço a região.

      De mentira em mentira eles vão ganhando tempo, o nariz não cresce por sorte, e aí seguem na mentira eterna. O IPPUC sempre tira da reta pra dizer que não saiu dali as informações mentirosas, mas por outro lado, que outra instituição da prefeitura disporia de tais dados ?

      É difícil de acreditar em quem mente várias vezes.

      Dizem que uma mentira sempre exige outra e assim por diante, numa roda infinita da mentira.

      Mas mesmo assim os caras tem os seus fâs (77%), nem duvido que venham defender essa administração chegada nã enganação.

    • goura 11:36 on 18 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Luis, e o Ippuc não ficou de dar um parecer, uma resposta daquela reunião que vcs participaram, nos proóximos dias?

      Esta notícia que vc colocou mostra bem o quanto eles dão importância pra representação da coisa, pra imagem da coisa, e não pra ´coisa em si´!

      Estou na área.
      Abraço,
      Goura

    • Luis Patricio 11:46 on 18 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pois é Renato,
      Com todo esse dinheiro que Curitiba tem só do BID (mais de U$100 milhões) dava para fazer coisa bem melhor para os ciclistas?

      Divo,
      Você pode mandar umas fotos do Hauer para gente mostrar do que estamos falando? Vou tirar foto da Anita.

      Olá Goura,
      Bem, você também já participou de algumas e sabe como é. O discurso é muito bom. Sempre tem “planos” de novas obras que não saem do papel. Será que vai ter ciclovia na Visconde?

    • Rafael Buratto 18:49 on 18 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Na minha opinião Curitiba tem 2 ou 3 ciclovias, que estão em péssimo estado, são estreitas e mal sinalizadas, e o que acho pior, só servem para o final de semana, já que não levam ao centro ou ligam os lugares principais. Já as calcadovias, todos sabemos que não são ciclovias.

    • Luiz Salim 10:47 on 19 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Esses dias vi uma ciclovia de verdade em Estocolmo na Suécia, pena que não me lembro exatamente onde vi isso. Mas o que posso relatar é que era uma calçada de aproximadamente 3 m de largura e a ciclovia ficava na parte externa da calçada com sinalização e tudo, não posso afirmar com certeza, mas tinham sinaleiros para ciclistas. Agora, uma coisa, o que vocês acham da ciclovia da Sete de Setembro? Particularmente algumas reformas a tornariam ideal nos padrões europeus.

    • Gunnar 12:07 on 19 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu me recuso a pedalar em calçada, buzinem e rosnem o quanto quiserem.

    • Luis Patricio 12:17 on 19 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá Luiz,

      Não é preciso ir tão longe. Aqui no Brasil mesmo tem ciclovias com cor diferenciada, faixa pontilhada para indicar duplo sentido, sinalização horizontal e vertical. Tem em Sorocaba, Rio de Janeiro, Recife, Floripa…

      Quanto às reformas você tem razão. Muitos trechos poderiam se tornar ciclovias de verdade sem muito esforço.

    • Santiago 14:28 on 19 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Por falar em ciclovia, eis uma invenção noturna:
      http://www.bemlegaus.com/2009/01/estrada-de-luz.html

    • divo 16:11 on 27 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      A propaganda enganosa continua. Dão notícia de criação de ciclovia onde não existe ciclovia. Estive “vistoriando” a rua julio cesar ribeiro de souza e não encontrei nada além das vulgares calçadovias. Nada contra calçadovia, se for para pedestre, mas dar uma notícia com informação falsa, dizendo que há ciclovia nesta rua e outras em Curitiba, é caso de polícia.

      http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/PORTAL/noticias/index.php?cod=337

      Acho que caberia reunirmos material e fazermos uma denúncia no Ministério Público, ou os descalabros vão continuar.

    • Renato 14:42 on 29 Janeiro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Se Curitiba é a capital ECOLÓGICA por que as nossas calçadas tem asfalto? Asfalto é feito a partir do petróleo, por que usar em calçadas?

    • Anderson Matos 09:36 on 30 Setembro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Embora o assunto aqui seja ciclovias, aproveito para falar sobre os vários equívocos na conclusão das obras da avenida. Pra comçear trechos ainda sem faixas nas ruas, isso sem falar das faixas que foram pintadas e depois apagadas com pixe ou sei lá o que, e refeitas em outras posições. Desperdício de dinheiro? falta de planejamento?
      Além disse as “Faixas apagadas” ja estão a vista novamente gerando grande confusão. Outra coisa, espaços proibidos para estacionamento, não sáo respeitados. Policiamento? fiscalização? Grande piada. Ah, sem falar nos inúmeros cruzamentos com a linha ferrea, que ainda tem aquelas malditas bolas de ferro que detonam os carros.
      Absurdo.

    • Julian Carlo Fagotti 11:40 on 28 Outubro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tenho a idéia de incorporar nos planos de governos a ciclovia de alto desempenho como critério de repasse de verbas federais e estaduais para os municípios. Ou seja, cidade que tem mais ciclovia utilizadas, tem mais dinheiro, por contribuição à natureza. Vou fazer minha parte no meu campo político.
      A matéria acima está vinculada no meu blog, Este o outros cometários meus a respeito.

    • adriano 15:25 on 28 Outubro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      não existe ciclovia tampouco ciclocalçada nenhuma no binário da Santa Bernadette, é ridiculo e inaceitável que um projeto desses não não esteja incluso uma ciclovia-ciclofaixa.
      Se quiserem posso tirar e enviar fotos desse local.

    • Luis Patricio 16:13 on 28 Outubro, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pode mandar sim Adriano.

      Nós publicaremos aqui no blog.

      obrigado pela ajuda !

  • bicicletadactba 10:00 on 31 July, 2008 Permalink |
    Tags: , , ciclista,   

    Sobre a diferença entre motoristas e ciclistas 

     *O que vai abaixo é divagação pseudo-filosófica da mais viajada, opinião pessoal desse que vos escreve.
     
    Outro dia me peguei tentando dissuadir um colega de trabalho da idéia de que a bicicleta, no trânsito, seria análoga à motocicleta, explicando que na verdade pedalar é muito mais parecido com andar a pé.
    Então vamos lá, qual é a grande sacada da bicicleta?
    1. Quem leva quem?
    A diferença essencial entre qualquer transporte motorizado e os de propulsão humana é justamente o “motor”. A bicicleta não leva a pessoa a lugar nenhum. É o próprio ciclista que “se carrega”, apenas usando as rodas para potencializar sua própria força.
    2. Não é pra qualquer um
    Num carro, o que importa é o modelo, a cor, a potência do motor, o preço, o design… embora os motoristas gostem de acreditar no contrário, o carro não diz nada sobre a personalidade de quem o dirige, apenas sobre a quantidade de dinheiro que esteve disposto a gastar para obtê-lo.
    Já no caso da bicicleta, o que importa é a atitude, coragem e força DO CICLISTA. A bicicleta em si não é nada, não tem nada, e geralmente ciclistas urbanos preferem mesmo bicis meio surradas para se prevenir de roubos. A única ostentação possível é a das pernas torneadas…
    Qualquer pessoa pode dirigir qualquer carro. Mas apenas alguém com atitude suficiente para desafiar as convenções e o preconceito, com coragem para enfrentar o desrespeito e o perigo, com força e preparo para fazer girar duas rodas com as pernas, só alguém assim é que pedala.
    3. Aproveitamento de energia
    Um carro queima petróleo para deslocar suas 2 toneladas de metal e plástico por aí, e apenas uma parcela marginal dessa energia é usada para levar a (única) pessoa sentada ao volante. Visto de fora, soa meio absurdo, pra não dizer burro. O ciclista, além de prover ele mesmo a energia e o trabalho, desloca apenas a si mesmo – o peso da bicicleta é desprezível em relação ao conjunto, e o motor… é ele mesmo.
    4. Deslocamento orgânico
    Dirigir um carro envolve estímulos que levam a reações, que levam a atitudes reativas, que finalmente resultam na ação. Por exemplo:
    a. Estímulo: sinal verde
    b. Reação: “posso acelerar!”
    c. Atitude reativa: pisar no acelerador
    d. Ação: o carro acelera
    Eventualmente, depois de um tempo de prática, o motorista pula a etapa (b), ligando (c) diretamente com (a). Mas isso não muda o caráter “reativo” da coisa toda. Esse sistema tem dois grandes problemas:
    I. Separar o sujeito da ação (ou do meio);
    II. Permitir uma conduta cômoda, reativa, baseada na espera passiva por estímulos para então agir.
    No caso da bicicleta, o usuário é o próprio motor, então ação e reação são a mesma coisa. Além disso, o ciclista tem total noção e domínio sobre sua velocidade, potência, aceleração, agilidade – [momento egotrip] principalmente se for uma fixa, pois em nenhum momento permite ao ciclista “desligar-se” do movimento das rodas.
    Finalmente, o ciclista, principalmente num trânsito apático como o nosso, obrigatoriamente desenvolve uma habilidade e sensibilidade toda especial. Quando pedala na rua, está o tempo inteiro usando os cinco (eventualmente seis) sentidos, atento a todos os elementos que o cercam, sempre calculando as velocidades dos outros veículos, antecipando as suas ações, imaginando sua disposição futura e planejando a rota nesse contexto, tomando atitudes pró-ativas. Ou seja, o ciclista “faz o seu caminho”, enquanto o motorista “segue o caminho traçado”.
    Ao mesmo tempo, pedalando evita-se a burrice. Os motoristas costumam associar a velocidade máxima com a velocidade de deslocamento, e vivem reclamando dos “lerdos” na rua (bicicletas se encaixam na categoria). O ciclista, no entanto, logo percebe que uma coisa nada tem a ver com a outra. Sem nunca ultrapassar os 30km/h, a bicicleta chega antes ao destino que o carro, que alcançou velocidades de pico de mais de 100km/h. Aproximando-se de um farol vermelho, por exemplo, o ciclista naturalmente diminui a velocidade muito antes, de modo a estar em movimento quando o sinal ficar verde (evita desperdício de força com frenagem e aceleração a partir do zero)… e é ultrapassado pelo raivoso motorista (desperdício de energia com velocidade) que em seguida freia bruscamente (desperdício de energia com frenagem) no farol vermelho. Quando olhar para o lado, o estressado motorista se verá ultrapassado pelo calmo e “lerdo” ciclista. Quando o sinal abrir, o ciclista estará embalado e assim abrirá larga vantagem sobre o carro, que vai acelerar fortemente (mais desperdício de energia) para tentar compensar sua desvantagem. Esse ritual se repete algumas vezes, até que a vantagem acumulada do ciclista seja tanta que o motorista ficará para trás definitivamente.
    5. A postura “defensivo-defensiva”
    O motorista, mesmo que dirija de forma defensiva, age sempre considerando 100% de colaboração dos outros elementos do trânsito. Um motorista ’sem-noção’ dirige considerando 150% de colaboração, ou seja, ele espana a rosca do sistema e obriga os outros a abrir mão de seus direitos para lhe dar passagem. Já o ciclista, mediante a falta de infra-estrutura e sabendo do desrespeito vigente, pedala sempre considerando certa margem de erro. Podemos dizer que o ciclista considera 50% (ou menos) de colaboração dos outros elementos.
    Isso se aplica, por exemplo, em cruzamentos: mesmo estando na rua preferencial (além da preferência universal garantida à bicicleta), o ciclista se aproxima com cautela, pois sabe que os carros nas vias perpendiculares provavelmente vão ignorar sua presença, o respeito à vida, a lei, a preferência, o bom senso e a Constituição Federal, e acelerar assim que o fluxo de carros permitir.
    Por essas e outras, o ciclista pode (e muitas vezes DEVE) furar o sinal vermelho e fazer outras coisitas consideradas infrações para os motoristas. O fato é que as leis de trânsito foram feitas pensando no trânsito motorizado. Se todos se locomovessem de forma tão orgânica, racional e consciente como o ciclista, não precisaríamos de tantas leis, proibições, sinalizações, restrições e afins.
     

    Vencemos! (gravura de Andy Singer)

     

    Isso é pedalar pra mim.
    Correr tendo rodas como continuação do corpo.
    Navegar num mar de irracionalidade fortemente controlada usando a racionalidade absolutamente livre.
    Voar.
     
    • Gunnar 10:11 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Quando não se domina HTML, o WordPress é terrível para formatar texto. Perdoem os espaços a mais e a menos, a fonte desigual, os parágrafos mal-distribuídos. Juro que tentei.

    • Luciano Galicki 11:16 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Excelente texto, Gunnar. Realmente você sabe se expressar muito bem. Parabéns! 🙂 Aliás, o nível do pessoal da bicicletada me agrada. Estão acima da média! Parabéns pessoal.

      Um abraço,
      Luciano.

    • gcaldas 12:38 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      E você nem mencionou que motos poluem mais até que os carros.

      [Também não dos falei benefícios que pedalar traz para o trânsito, para o humor, para a saúde e para a cidade; na verdade, procurei ater-me exclusivamente ao comportamento de ciclistas X motoristas no trânsito. Obrigado pelo comentário!]

    • Maikon Augusto Delgado 18:41 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Muito bom o texto, Gunnar (que imagino ser o Goura). Tentei, por esporte, pensar em uma resposta (do ponto de vista do carro), mas confesso que é meio difícil.

      Abração.

      [Goura é Goura, Gunnar é Gunnar. Obrigado pelo comentário!]

    • Peters 18:54 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá Maikon, são pessoas diferentes …

    • Claudio 11:49 on 1 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Excelente texto Gunnar. Cada dia mais faz sentido, cada dia mais o sentido vai sendo denunciado, não só pelas palavras, mas sobretudo pela atitude. isso nos livra de dormirmos no ponto e sermos cooptados ou nos trancarmos de medo e sermos domesticados.

    • goura 21:26 on 1 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tudo é uma coisa soh . . .
      Tat tvam asi – tu és isto
      rsrs
      belo texto Gunnar!

    • Celso Ribas 17:03 on 11 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tudo!!

      Parabéns.

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