Tagged: Carro Toggle Comment Threads | Atalhos de Teclado

  • bicicletadactba 14:35 on 27 September, 2010 Permalink |
    Tags: , Carro, confronto, , , repressão, violência   

    Bicicletada – setembro 2010 

    bicicleta e arma

    bicicleta e arma

    Confira alguns relatos e fotos nos blogs abaixo:

    http://www.bicicleteiros.com.br/2010/09 … o-de-2010/
    http://esquentadinho.com/2010/09/25/pol … ciclistas/
    http://pedaleiro.com.br/2010/09/26/policia-preparada/
    http://bit.ly/bNItQh

    E o roteiro da pedalada.

     
    • Eduardo Cooper 15:39 on 27 Setembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Ciclistas são um perigo mesmo, é extremamente necessário apontar armas para contê-los…

    • Martim 15:49 on 27 Setembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      A cada 100 habitantes em Curitiba, 65,4 tem um veículo. Ou seja, a capital com o maior indíce de motorização do país!

      Quando a cidade abrir os olhos, talvez já seja tarde demais.

    • divo 02:23 on 28 Setembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Estupidez sem tamanho. Imagine esses policiais sob o comando do beto rixa…

      – cacete nos ciclistas, mandaria o amante dos autos e da velocidade por carros

    • divo 15:45 on 28 Setembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Nao sei se adianta muito, mas em todo caso acho bom que todos que presenciaram a cena de estupidez enviem reclamacoes para a ouvidoria da PM, no seguinte link:

      http://www.ouv.pr.gov.br/ouvidoria/orgaos/123/fale_ouvidor.php

      e tambem o link da ouvidoria do governador:

      http://www.cidadao.pr.gov.br/modules/liaise/index.php?form_id=1

      Segue o que enviei:

      Muita indignacao me tomou quando soube do que aconteceu no dia 25 de setembro, durante a tradicional bicicletada de Curitiba, onde ciclistas promovem um passeio pelas ruas da cidade, um movimento pacifista e autentico que busca incentivar os cidadaos a utilizarem a bicicleta, reduzindo toda a problematica que a circulacao de carros tem trazido para a nossa querida cidade. Soube dos fatos atraves da midia, inclusive internacional. Infelizmente ou felizmente (pelo que aconteceu ou poderia ter acontecido, , pois se la estivesse estaria com minha filha na garupa da bicicleta) estou fora do Brasil, e nao estava participando da bicicletada especial do mes de setembro, quando ocorreram diversas manifestacoes, incluindo a marcha das 1001 bikes que ocorreu no dia 22, dia mundia sem carro. Lamentavel e indignante ver o modo truculento que a policia abordou ciclistas, como se fossem bandidos, com armas de grosso calibre em punho, sendo qua havia diversas criancas acompanhando seus pais no passeio pacifico. Aposto que muitos ficarao receosos para participar de movimentos como esse, ja que sofreram uma grosseira intimidacao. Pergunto, que policia e essa, que trata os cidadaos de bem desse jeito ? Que treinamento estao recebendo esses homens, que alem de usarem plavreados comuns a bandidos durante a abordagem tentam intimidar quem tem o direito de manifestar-se como bem garante nossa constituicao ? Esta mais do que na hora da policia militar do Parana dar o exemplo e em vez de tratar ciclistas como bandidos criar um batalhao de policia ciclistica, fazendo rondas usando o veiculo mais inteligente do mundo, a bicicleta. Tenho certeza que se isso o fizer, estara bem mais proxima da populacao, inclusive tendo uma visao priveligiada e real do que acontece na cidade, fato que so a velocidade da bicicleta permite, alem de garantir que os policiais deste batalhao tenham mais saude e nao estejam acima do peso, como vejo por ai muito policial gordinho, os quais acho sao incapazes de correr atras de qualquer criminoso fora de forma.

      Sinceramente espero providencias da corregedoria dessa instituicaoo, pois eu como cidadao me envergonho diante de situacoes como essa.

      Abaixo link de midias que divulgaram a noticia:

      http://orange20bikes.com/2010/09/you-think-youve-got-it-bad/

      http://raios-x.com/bicicletadacuritiba/2010/09/27/bicicletada-setembro-2010/#comments

      PS. Desconsidere possiveis erros ortograficos por conta de estar utilizando um teclado que nao tem padrao para o portugues.

      coridalmente,

      divo maia

      ———————————————————–

      Atendimento: 10052/2010

      Código da Consulta:15821

    • rasputines 12:56 on 29 Setembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      alou pessoal >
      fotos da bicicleta voadora no mon

      demo reels rasputines 2021
    • André Caon Lima 15:18 on 29 Setembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Esta é uma boa experiêcia para que entenda-se que o Estado é assim mesmo, amigos.
      E será mais ainda com a campanha de desarmamento “CONTRA o cidadão civil”, para que fique totalmente a mercê da máquina totalitária militar, irmã siamesa do estado.
      Seguirá, à força, a lógica capitalista de segmentação social através da casta carrocrata, que devora a cidade, seus demais habitantes e a si mesma.
      Quem quiser continuar alimentando este sistema, vote e submeta-se.

    • Luis Carlos 07:29 on 1 Outubro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Talvez a lógica do policial do rifle seja a seguinte: só pobre anda de bicicleta, pobreza significa na maioria das vezes marginalidade, que por consequencia significa violência, tráfico, drogas, bandidos e gente da pior estirpe.
      Vejam que o sujeito da foto, de camisa amarela, com o aviso às costas, se enquandra perfeitamente na lógica do policial, visto que o que o mesmo é altamente perigoso já que resolveu circular pelas ruas de nossa Curitiba atrapalhando o trânsito das pessoas normais motorizadas, então nosso querido policial já saltou de seu veículo armado com seu canhão preparado para matar o perigoso elemento de amarelo, um ser alienigena que insiste em tornar a cidade um pouco mais humana.

      Isto é uma grande ironia, estes policias deveriam estar ali justamente para proteger os homens, as mulhers e as crianças que resolveram particiar da passeata, evitar incidentes com algum bárbaro motorizado e estressado que sempre aparecem nestas passeatas.

      Cidade ecológica é isso ai mesmo…

    • adriano 13:36 on 1 Outubro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu não participei dessa bicicletada, mas me revoltei só de ver as imagens, já fiz uma reclamação junto a ouvidoria da policia, e sugiro a todos a fazerem o mesmo, se várias pessoas reclamarem, talvez tomem alguma atitude, e também seria interessante que fosse procurado algum canal de TV, Jornal, para que fosse feito uma matéria sobre isso, e convidar reporteres para cobrirem a proxima bicicletada, o que acham?

    • Renato 22:27 on 9 Outubro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Uma fã do policial já passou no meu blog para defendê-lo. Logo ela chega aqui.

  • bicicletadactba 17:29 on 16 July, 2010 Permalink |
    Tags: banheiro, Carro, humor   

    Carro-banheiro 

    Americano cria “carro-banheiro” (1), (2)

    Ideal para motoristas que fazem merda no trânsito

    Flávio Krüger

     
  • Luis Patricio 20:45 on 8 March, 2009 Permalink |
    Tags: Carro, colapso, minoria   

    O carro: pane de libido? 

    São milhares de carcaças novas que, por toda a Europa e Estados Unidos, formam filas nos pátios, sob galpões, e esperam em vão por um comprador. Em nada lembram os clássicos cemitérios de carros, com seus montes de latarias amassadas, de chassis danificados apodrecendo em um terreno baldio, como o mítico Cadillac Ranch na Route 66 nos Estados Unidos, monolitos de metal pintados de forma grotesca, enfiados na areia do deserto californiano. Estes testemunhavam a vitalidade de uma indústria que largava atrás de si seus dejetos.

    Os cemitérios de hoje vivem uma pane do sistema. A crise acelera uma aversão crescente pelo automóvel. Os glutões 4 x 4 são denunciados nos Estados Unidos pelos grupos evangélicos que veem neles símbolos de uma arrogância contrária aos ensinamentos de Cristo! Em toda parte os grandes fabricantes fecham usinas, reduzem a produção, declaram falência, demitem a torto e a direito. Fim de um objeto de fetiche que foi herói do século XX e criou em sua esteira tantas obras-primas, pequenas maravilhas da mecânica.

    Três razões explicam esse abandono: o automóvel encarnou durante muito tempo um sonho de liberdade, de circular à vontade. Para um mundo imerso na ruralidade, imobilizado no tempo e no espaço, ele parecia um milagre. Rodar por noites inteiras, partir quando quiser, atravessar a França, a Europa, engolir quilômetros pelo prazer, não depender de ninguém, tal é, tal foi o atrativo deste meio de transporte. Personalização quase erótica do veículo, casa circulante que nos transporta consigo, encarnação sobre rodas de sua singularidade. Este sonho entrou em colapso lentamente com o inchaço das cidades, das vias, das rodovias: se cada francês, belga, americano possuísse um veículo, ele talvez seria um feliz proprietário, mas não poderia mais circular.

    As mudanças na demografia anulam o direito à mobilidade. Tão maravilhoso quanto reservado a uma minoria, o carro, uma vez popularizado, se transforma em pesadelo, tornando cada motorista em prisioneiro de seu veículo, além de ser dispendioso. Fim da rapidez, da generalização do engarrafamento, do acidente como mostram tantas obras literárias ou cinematográficas.

    Alienação e inércia
    O escritor Roberto Calasso bem disse: “A democracia é o acesso de todos a bens que não existem mais”. Acrescente a esse descrédito o encarecimento dos custos do petróleo e sobretudo a acusação feita pelo discurso ecológico sobre essa indústria, poluente e incômoda. Antes símbolo de liberdade, o carro se tornou símbolo de alienação e inércia. A máquina que devorava o espaço se afundou em uma coagulação generalizada. O maravilhoso automóvel se transformou em banheira, lixeira barulhenta da qual fugimos horrorizados.

    Não se trata de um simples regime ou dieta provisória antes de retomar a orgia: é realmente a conclusão de um ciclo. Claro, sempre se fabricarão carros, mas limpos, elétricos, pequenos, que não emitam nenhum gás carbônico, e recarregáveis na tomada.

    A Califórnia comercializa há alguns anos o Tesla Roadster, um conversível limpo, escolhido pelos astros, e o prefeito Bertrand Delanoë logo lançará em Paris um sistema Autolib’ nos mesmos moldes do Vélib’: pequenos veículos elétricos que podem ser alugados por hora ou por dia. Seremos todos “ecocidadãos responsáveis”, pegaremos o ônibus, o bonde, o metrô, pararemos de financiar, por meio de nossa gana por petróleo, as ditaduras sanguinárias ou os regimes opressores.

    Mas como é um carro que não é nem chamativo, nem poluente, nem barulhento? Um meio de transporte, não um objeto de desejo. A ecologia tem razão, e é por isso que ela nunca suscitará o entusiasmo, uma vez que suas palavras de ordem são economia, privação e precaução. Fim da ostentação dos carrões que esmagavam com seu luxo a multidão de pedestres; fim das façanhas dos amantes de velocidade que brincavam de acelerações vertiginosas e flertavam com a morte a cada curva.

    As acusações de Ivan Ilitch, André Gorz ou René Dumont em nada o afetaram. Foi preciso uma deserção global para que o sonho automobilístico perdesse seu encanto e que as vendas despencassem. Mas nunca se mata uma paixão sem antes substituí-la por outra. Nossas reluzentes máquinas já são substituídas pelos laptops, os computadores que respondem ao duplo princípio de independência e locomoção: estamos em todos os lugares sem sair de casa, ligados a todos sem estar com ninguém. No lugar dos monstros consumidores de energia, telas ultraplanas de funções múltiplas, em uma ferramenta de alguns centenas de gramas. É um novo paradigma que mexe com o indivíduo contemporâneo em uma era inédita de autossuficiência e mobilidade.

    Não é o mercado que agoniza, é uma forma ultrapassada de capitalismo que desaparece porque deixou de ser desejável.

    *Pascal Bruckner é escritor e ensaísta.

    Tradução: Lana Lim

     
    • mario c. jr. 15:51 on 9 Março, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Apesar da internet, toda moda chega atrasada nos países ditos ” em desenvolvimento”, portanto demorará anos para que os ecos desta tomada de consciencia chegue aquí.
      Por enquanto bicicleta aquí, ou é coisa de pobre, ou de fresco.
      è a mntalidade curta e imediatista do brasileiro.

  • bicicletadactba 07:53 on 13 October, 2008 Permalink |
    Tags: Carro, espaço, estacionamento, feira, Largo da Ordem, , Projeto de Lei   

    Mais carros no Largo da Ordem 

    No dia 06 de agosto de 2008, o Ilmo. Sr. Vereador Jorge Bernardi propôs a implantação de estacionamentos para carros dos dois lados da Rua Jaime Reis. Usando como justificativa a feira do Largo da Ordem que ocorre aos domingos.

    Para refletir:

    • Essa rua passa na lateral da feira onde há um grande fluxo de pedestres. O ideal não seria implantar e sim retirar os estacionamentos, além de proibir o tráfego de veículos motorizados por essa rua. Tornando assim o lugar mais agradável para a circulação de pessoas que já está se tornando insuficiente, tendo mais espaço e segurança, menos poluição e barulho.
    • Se os feirantes têm dificuldade de estacionamento porque não reservar vagas já existentes um pouco mais afastadas onde não precisem passar no meio da feira?
    • Melhor ainda porque não criar um acesso mais livre para pedestres e transporte não-motorizado, incentivando dessa forma alternativas sustentáveis?
    • Se a justificativa é a feira que ocorre apenas aos domingos, por que a proposta não especifica os horários a serem liberados para estacionamento?

    Veja a proposta original 44.08471.2008 no site da Câmara Municipal de Curitiba


    Este artigo foi encaminhado ao Sr. Jorge Bernardi no dia de sua publicação através do endereço de contato na sua página:

     
  • bicicletadactba 17:23 on 13 August, 2008 Permalink |
    Tags: , Carro, indústria automobilística   

    Vamos comemorar? 

     

     

     

    “O Brasil teve na semana passada uma ótima notícia: ganhou uma posição no ranking de produção mundial de veículos e é sexto colocado, ultrapassando a França (vingança pelas derrotas nas Copas do Mundo de 1998 e 2006?).

    De janeiro a julho, nossa indústria produziu 2 milhões de veículos. Os números nos colocam apenas 800 mil unidades atrás do quinto colocado, Coréia do Sul, e 1,3 milhão em desvantagem ante a Alemanha, quarta. 

    (…)

    Quanto às posições de Japão, China e EUA, elas parecem fazer parte de um outro universo (são, na ordem, primeiro, segundo e terceiro colocados). Possivelmente, esse também era o pensamento do tenista Rafael Nadal em 2004, quando observava os pontos de Roger Federer no ranking do esporte (na segunda-feira que vem, o espanhol assumirá a primeira posição nessa lista). E do nadador americano Michael Phelps há alguns anos. Em Pequim, ele pode superar o recorde olímpico registrado por Mark Spitz em 1982 (oito medalhas de ouro).

    As comparações são otimistas demais, admito. Mas o que seria do espírito competitivo sem a motivação e a esperança? Estou na torcida pelo Brasil no ranking mundial de produção de carros. E também no quadro de medalhas dos Jogos de Pequim.”

     

    Reparem no uso descarado da linguagem do mundo dos esportes, comparando a  sanha desmedida, assassina, poluidora e insustentável da indústria automobilística com o sadio espírito de competição olímpico.

    A indústria automobilística brasileira tem muito o que comemorar. Alimenta um sistema que mata 4 pessoas por dia em acidentes e mais 8 por doenças respiratórias. Em São Paulo, a cidade que não pára , os engarrafamentos voltaram a passar dos 200 km na semana passada (devidamente atribuídos a São Pedro).

     

    No ritmo atual, tudo indica que, com garra e muita dedicação, a indústria automobilística, associada às políticas de planejamento urbano voltadas exclusivamente ao carro particular e contando com o apoio total do povo brasileiro, conseguirão superar essas marcas em pouco tempo. Parabéns.

     

    Espírito Competitivo (Jornal do Carro)

     
    • Nathalia 17:57 on 13 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      pra frente brasil, rumo ao apocalipse motorizado.
      É no minimo rídiculo o grau de importância que o carro assume, como uma coisa boa que dá status pessoal e nacional também.
      Sempre penso nisso quando vejo aquelas classicas noticias a nivel de jornal nacional comemorando o aumento na venda de carros… e logo depois alguma noticia triste por algum acidente ou uma revoltada por causa do tamanho dos engarrafamentos.

    • Peters 18:16 on 13 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tirando os EUA, os demais produtores não destruíram a mobilidade por bicicleta, ao contrário, apresentam alta participação desse modal.
      Apesar de todo o nosso esforço para transformar a bicicleta em brinquedo e equipamento esportivo nos grandes centros urbanos, a bicicleta ainda resiste e vai ser útil por muito tempo!

      [Peters, mesmo nos EUA há cidades como Portland e Berkeley, referências mundiais em apoio e infraestrutura à bicicleta.]

    • Peters 21:01 on 13 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      “Já os jovens Junya Miyashita e Takuma Chokyu, também de 16 anos, destacaram o modo como os estudantes brasileiros vão para a escola. “Aqui, os pais levam seus filhos para o colégio ou os estudantes pegam ônibus para chegar à escola. Em Himeji, vamos sozinhos, de bicicleta. Notamos que, no Brasil, também se utiliza pouco a bicicleta em comparação com o Japão.”
      http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/317353/

      É um outro Universo mesmo.
      A pessoa que compra carro lá tem que provar dispor de espaço para guardá-lo. Mesmo sendo dado como o maior produtor, lá eles usam bicicleta independentemente da escala social.
      Portland e Berkeley são exceções … Nova Iorque tenta achar o caminho.

      Já nós temos muito mais ciclistas do que usuários de carro, mas somos invisíveis…

      E conseguimos a proeza de remover uma ciclovia de um projeto de revitalização de avenida de uma capital brasileira (Floripa):
      http://www.folhadecoqueiros.com.br/geral.html#projeto?utm_source=Zartana&utm_medium=emailmarketing&utm_campaign=Dia+dos+Pais&utm_content=Pr%F3-Coqueiros+procoqueiros@ig.com.br

    • empreendedorargh 00:11 on 14 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Jisus! quanto ódio!

      me esclarece uma coisa: afinal, você é contra a produção de carros ou a produção de poluição pelos automóveis? são duas coisas bem diferentes…

      [Os automóveis (e qualquer coisa que venha deles) é que são contra os seres humanos, a cidade, a convivência, a mobilidade e a vida. Obrigado pelo comentário.]

    • Antonio 02:29 on 14 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Mudando rapidinho de assunto e falando sobre olímpiadas, já notaram a cara de pau dos jornais na tv nos últimos dias? (ou será que foi sempre :D) Exemplo do por que digo isso: “Conflito na Georgia, já são trocentos mortos, trocentos elevados a enésima potência de desabrigados e só desgraça, mas (carinha feliz do(a) apresentador(a)) o fenomeno maicou félps conquista mais umas medalhas e bla bla bla… só resta rir.

    • Peters 06:37 on 14 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Posso ter me enganado, pois o problema na Ásia não é tão tranquilo quanto possa parecer para nós:
      http://www.ibike.org/economics/asia-bicycle-decline.htm

    • empreendedorargh 11:43 on 14 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      “Os automóveis (e qualquer coisa que venha deles) é que são contra os seres humanos, a cidade, a convivência, a mobilidade e a vida.”

      Ah! agora entendi. mas você tá se confundindo…esses não são os carros, são os Decepticons.

      [Não sei o que são Decepticons, mas definitivamente, eu estava me referindo aos carros, sim senhor. Todos eles.]

  • bicicletadactba 10:00 on 31 July, 2008 Permalink |
    Tags: , Carro, ,   

    Sobre a diferença entre motoristas e ciclistas 

     *O que vai abaixo é divagação pseudo-filosófica da mais viajada, opinião pessoal desse que vos escreve.
     
    Outro dia me peguei tentando dissuadir um colega de trabalho da idéia de que a bicicleta, no trânsito, seria análoga à motocicleta, explicando que na verdade pedalar é muito mais parecido com andar a pé.
    Então vamos lá, qual é a grande sacada da bicicleta?
    1. Quem leva quem?
    A diferença essencial entre qualquer transporte motorizado e os de propulsão humana é justamente o “motor”. A bicicleta não leva a pessoa a lugar nenhum. É o próprio ciclista que “se carrega”, apenas usando as rodas para potencializar sua própria força.
    2. Não é pra qualquer um
    Num carro, o que importa é o modelo, a cor, a potência do motor, o preço, o design… embora os motoristas gostem de acreditar no contrário, o carro não diz nada sobre a personalidade de quem o dirige, apenas sobre a quantidade de dinheiro que esteve disposto a gastar para obtê-lo.
    Já no caso da bicicleta, o que importa é a atitude, coragem e força DO CICLISTA. A bicicleta em si não é nada, não tem nada, e geralmente ciclistas urbanos preferem mesmo bicis meio surradas para se prevenir de roubos. A única ostentação possível é a das pernas torneadas…
    Qualquer pessoa pode dirigir qualquer carro. Mas apenas alguém com atitude suficiente para desafiar as convenções e o preconceito, com coragem para enfrentar o desrespeito e o perigo, com força e preparo para fazer girar duas rodas com as pernas, só alguém assim é que pedala.
    3. Aproveitamento de energia
    Um carro queima petróleo para deslocar suas 2 toneladas de metal e plástico por aí, e apenas uma parcela marginal dessa energia é usada para levar a (única) pessoa sentada ao volante. Visto de fora, soa meio absurdo, pra não dizer burro. O ciclista, além de prover ele mesmo a energia e o trabalho, desloca apenas a si mesmo – o peso da bicicleta é desprezível em relação ao conjunto, e o motor… é ele mesmo.
    4. Deslocamento orgânico
    Dirigir um carro envolve estímulos que levam a reações, que levam a atitudes reativas, que finalmente resultam na ação. Por exemplo:
    a. Estímulo: sinal verde
    b. Reação: “posso acelerar!”
    c. Atitude reativa: pisar no acelerador
    d. Ação: o carro acelera
    Eventualmente, depois de um tempo de prática, o motorista pula a etapa (b), ligando (c) diretamente com (a). Mas isso não muda o caráter “reativo” da coisa toda. Esse sistema tem dois grandes problemas:
    I. Separar o sujeito da ação (ou do meio);
    II. Permitir uma conduta cômoda, reativa, baseada na espera passiva por estímulos para então agir.
    No caso da bicicleta, o usuário é o próprio motor, então ação e reação são a mesma coisa. Além disso, o ciclista tem total noção e domínio sobre sua velocidade, potência, aceleração, agilidade – [momento egotrip] principalmente se for uma fixa, pois em nenhum momento permite ao ciclista “desligar-se” do movimento das rodas.
    Finalmente, o ciclista, principalmente num trânsito apático como o nosso, obrigatoriamente desenvolve uma habilidade e sensibilidade toda especial. Quando pedala na rua, está o tempo inteiro usando os cinco (eventualmente seis) sentidos, atento a todos os elementos que o cercam, sempre calculando as velocidades dos outros veículos, antecipando as suas ações, imaginando sua disposição futura e planejando a rota nesse contexto, tomando atitudes pró-ativas. Ou seja, o ciclista “faz o seu caminho”, enquanto o motorista “segue o caminho traçado”.
    Ao mesmo tempo, pedalando evita-se a burrice. Os motoristas costumam associar a velocidade máxima com a velocidade de deslocamento, e vivem reclamando dos “lerdos” na rua (bicicletas se encaixam na categoria). O ciclista, no entanto, logo percebe que uma coisa nada tem a ver com a outra. Sem nunca ultrapassar os 30km/h, a bicicleta chega antes ao destino que o carro, que alcançou velocidades de pico de mais de 100km/h. Aproximando-se de um farol vermelho, por exemplo, o ciclista naturalmente diminui a velocidade muito antes, de modo a estar em movimento quando o sinal ficar verde (evita desperdício de força com frenagem e aceleração a partir do zero)… e é ultrapassado pelo raivoso motorista (desperdício de energia com velocidade) que em seguida freia bruscamente (desperdício de energia com frenagem) no farol vermelho. Quando olhar para o lado, o estressado motorista se verá ultrapassado pelo calmo e “lerdo” ciclista. Quando o sinal abrir, o ciclista estará embalado e assim abrirá larga vantagem sobre o carro, que vai acelerar fortemente (mais desperdício de energia) para tentar compensar sua desvantagem. Esse ritual se repete algumas vezes, até que a vantagem acumulada do ciclista seja tanta que o motorista ficará para trás definitivamente.
    5. A postura “defensivo-defensiva”
    O motorista, mesmo que dirija de forma defensiva, age sempre considerando 100% de colaboração dos outros elementos do trânsito. Um motorista ’sem-noção’ dirige considerando 150% de colaboração, ou seja, ele espana a rosca do sistema e obriga os outros a abrir mão de seus direitos para lhe dar passagem. Já o ciclista, mediante a falta de infra-estrutura e sabendo do desrespeito vigente, pedala sempre considerando certa margem de erro. Podemos dizer que o ciclista considera 50% (ou menos) de colaboração dos outros elementos.
    Isso se aplica, por exemplo, em cruzamentos: mesmo estando na rua preferencial (além da preferência universal garantida à bicicleta), o ciclista se aproxima com cautela, pois sabe que os carros nas vias perpendiculares provavelmente vão ignorar sua presença, o respeito à vida, a lei, a preferência, o bom senso e a Constituição Federal, e acelerar assim que o fluxo de carros permitir.
    Por essas e outras, o ciclista pode (e muitas vezes DEVE) furar o sinal vermelho e fazer outras coisitas consideradas infrações para os motoristas. O fato é que as leis de trânsito foram feitas pensando no trânsito motorizado. Se todos se locomovessem de forma tão orgânica, racional e consciente como o ciclista, não precisaríamos de tantas leis, proibições, sinalizações, restrições e afins.
     

    Vencemos! (gravura de Andy Singer)

     

    Isso é pedalar pra mim.
    Correr tendo rodas como continuação do corpo.
    Navegar num mar de irracionalidade fortemente controlada usando a racionalidade absolutamente livre.
    Voar.
     
    • Gunnar 10:11 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Quando não se domina HTML, o WordPress é terrível para formatar texto. Perdoem os espaços a mais e a menos, a fonte desigual, os parágrafos mal-distribuídos. Juro que tentei.

    • Luciano Galicki 11:16 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Excelente texto, Gunnar. Realmente você sabe se expressar muito bem. Parabéns! 🙂 Aliás, o nível do pessoal da bicicletada me agrada. Estão acima da média! Parabéns pessoal.

      Um abraço,
      Luciano.

    • gcaldas 12:38 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      E você nem mencionou que motos poluem mais até que os carros.

      [Também não dos falei benefícios que pedalar traz para o trânsito, para o humor, para a saúde e para a cidade; na verdade, procurei ater-me exclusivamente ao comportamento de ciclistas X motoristas no trânsito. Obrigado pelo comentário!]

    • Maikon Augusto Delgado 18:41 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Muito bom o texto, Gunnar (que imagino ser o Goura). Tentei, por esporte, pensar em uma resposta (do ponto de vista do carro), mas confesso que é meio difícil.

      Abração.

      [Goura é Goura, Gunnar é Gunnar. Obrigado pelo comentário!]

    • Peters 18:54 on 31 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá Maikon, são pessoas diferentes …

    • Claudio 11:49 on 1 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Excelente texto Gunnar. Cada dia mais faz sentido, cada dia mais o sentido vai sendo denunciado, não só pelas palavras, mas sobretudo pela atitude. isso nos livra de dormirmos no ponto e sermos cooptados ou nos trancarmos de medo e sermos domesticados.

    • goura 21:26 on 1 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tudo é uma coisa soh . . .
      Tat tvam asi – tu és isto
      rsrs
      belo texto Gunnar!

    • Celso Ribas 17:03 on 11 Agosto, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tudo!!

      Parabéns.

  • bicicletadactba 16:51 on 26 June, 2008 Permalink |
    Tags: acidentes, alcool, Carro, leis   

    Quem chora mais? 

    Charge do Lezio Jr, encontrada aqui

     

    O álcool mata. Muito.

    Os carros matam. Muito mais ainda.

    Juntos, conseguem a proeza de matar 35.000 brasileiros por ano, uma das maiores taxas do mundo.

    Mas já tem muito motorista chorando por causa da recente instituição de uma lei de “tolerância zero” para o nível de álcool no sangue. Talvez assim a partir de agora haja menos famílias chorando por seus filhos mortos em “acidentes” causados por motoristas movidos a álcool.

     
    • meandros 23:30 on 26 Junho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      É impressionante como os motoristas estão chorando por conta dessa lei!

      Embora já tenha perdido amigos e conhecidos em acidentes (?) de trânsito envolvendo álcool, felizmente nunca ocorreu isto na minha família. Mas se uma força maior me desse a possibilidade de optar entre perder um parente ou a chance de sempre poder tomar um copinho de cerveja ou uma taça de vinho que seja e depois dirigir, não tenho dúvidas em relação à minha decisão.

      Pergunte para um alcoolizado se ele se acha bêbado? Nunca. Todo mundo (diz que) sabe a “hora de parar”. Mas conversa de bêbado não vale.

    • Renato 11:05 on 28 Junho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      A lei é boa e rígida, ponto final. Se vai ser aplicada são outros quinhentos e aí é que está o problema. A PM do PR já declarou que tem apenas 180 policiais de trânsito para tomar conta dos mais de um milhão de carros. Esqueça, mais uma que não vai ajudar em nada.

    • Gunnar 18:17 on 1 Julho, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Estou observando que, paradoxalmente, esse povo que reclama da nova lei dizendo que o problema é a impunidade (“a lei anterior já era boa o suficiente”, etc), na verdade tá chorando justamente por medo de a fiscalização começar a apertar.

      No fundo, são pessoas que com a regulamentação anterior, se fosse efetivada pela polícia, já seriam pegas.

  • bicicletadactba 15:31 on 3 June, 2008 Permalink |
    Tags: , cana-de-açucar, Carro, lula, meio-ambiente   

    Nunca serão! 

    Charge encontrada aqui.

     

    Vale lembrar: carros nunca serão ecológicos. É uma contradição em termos.

    Mas noçoguia já prometeu: vai dar um carro para cada brasileiro.

     
  • bicicletadactba 16:53 on 9 May, 2008 Permalink |
    Tags: , , Carro, , , moto, pedestre   

    II Desafio Intermodal de Curitiba 

     

     

    Quem é mais rápido?

    Quem polui menos?

    Quem se estressa mais?

     

    A sorte está lançada.  Ajude a divulgar!

     

    Primeiro Desafio Intermodal de Curitiba (2007) – relato no Meandros

     
  • bicicletadactba 14:10 on 25 March, 2008 Permalink |
    Tags: , Carro, charge,   

    Cartaz 

    convite1.gif

    Peters, via blog do Cartunista Solda

     
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