Updates from Peters Toggle Comment Threads | Atalhos de Teclado

  • Peters 12:28 on 18 March, 2011 Permalink |  

    Bicicletada Pela Paz II 

    Enquanto rolou a bicicletada pela paz em Curitiba, no dia 3 de março, os irmãos  Thobias e Melanie Thiessen promoveram a Bicicletada Pela Paz na Colônia Witmarsum, localidade a 70 km de Curitiba, ou Do protesto de repúdio à violência no trânsito (em Witmarsum). Mandaram muito bem!

     
  • Peters 18:04 on 18 December, 2010 Permalink |  

    A experiência de andar de ônibus 

    Publicado na Gazeta do Povo:

    Enviado por José Carlos Fernandes, 15/12/2010 às 08:00

    Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo

    Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo / O Expresso já foi nosso signo de civilidade. Aviso aos navegantes: nao o abandonem.
    O Expresso já foi nosso signo de civilidade. Aviso aos navegantes: nao o abandonem.

    Para mim, 2010 vai ser acima de tudo o ano em que vendi meu carro e decidir me locomover de ônibus. O início das atividades de coletivo se deu em fevereiro. O “despacho” do automóvel, em julho. De lá para cá, perdi a conta do número de pessoas que me perguntaram quando é que vou comprar um novo. O mesmo tanto, presumo, fez apostas no meu arrependimento.
    Digo sempre o mesmo: “está valendo a pena”. E que pode ser mesmo que não seja para sempre. O mais importante foi ter descoberto ser possível viver sem carro. Não digo isso por bom-mocismo nem nada. Uma colega de trabalho, dia desses, chegou a dizer que essa história de se alardear feliz “a pé” é Poliana demais para o gosto dela. Rimos. Valeu pela sinceridade. Mas não acho que seja ingenuidade. Tampouco é mentira ou gênero.

    Os motivos que levaram ao novo estilo podem ser citados em ordem decrescente. O primeiro é que vida de jornalista se resume a falar no impacto do automóvel na cidade, danos ao meio ambiente, prejuízos à relação com o espaço urbano. Bom, com perdão ao pedantismo aparente, achei que deveria fazer a minha parte. Ou pelo menos tentar.
    É quando entra a segunda razão. Meus percursos dentro de Curitiba não são longos, mas são no plural. Faço Água Verde – Juvevê /Cabral – Centro – Água Verde e Água Verde – Prado Velho – Centro – Água Verde. Isso implica frequentar quatro linhas diferentes e gastar R$ 6,60 por dia. Por causa dos compromissos, um dos percursos, na sexta-feira, tem de ser feito de táxi. Em miúdos, eu achava impossível dar conta das obrigações usando ônibus, até porque carrego uma papelada danada, por ossos do ofício. E seu eu estivesse errado?
    Pois estava. Pela manhã, em 90% dos casos, os ônibus – pelo menos os das linhas que utilizo – são bastante pontuais. Me eduquei para não vacilar naqueles 5 minutos, permitidos pelo carro, e chego sempre na hora. De quebra, ganhei ao longo do dia 40 minutos de leitura a bordo – a retina não descola. E aí vem outra verdade. Desculpe repetir, mas pelo menos no Juvevê-Água Verde, Interbairros I, Raquel Prado-PUC e Pinheirinho-Santa Cândida os coletivos na ficam lotados o tempo todo. Dá para sacar um jornal, revista ou livro e ler, sem apertos.

    Até agora não fiz grande economia. Para quem mora nas imediações do Centro, o transporte é caro. Na ponta do lápis, era mais em conta pagar gasolina e estacionamento. Lucro, só ano que vem, quando pouparei o IPVS e o seguro, que já tinha desembolsado em 2010. Que vantagem, então, Maria leva? A leitura, a observação da cidade do ponto de vista do ônibus, novas formas de convivência, a disciplina de horário, que me permite a economia do tempo. Por incrível que pareça.

    Sei que não é muito convincente – quem sou eu diante da indústria automobilística e suas promessas de felicidade. No fundo, tenho cá para mim que a gente só anda de ônibus, mesmo, por ideologia. E fico me perguntando como convencer mais gente a deixar o carro e bater ponto no horário em que o amarelinho, o vermelhão e os prateados passam. Alguém pode dizer que levei sorte com as linhas. Concordo. Mas sorte mesmo foi ter desconfiado das minhas certezas e ter experimentado.

    Turbulências
    O alegre retorno às linhas de ônibus já me credencia para colocar a boca no trombone. Eu posso. A gente encontra motoristas legais, atenciosos e ouso afirmar que, pelo menos na minha experiência, são maioria. Mas tem boi na linha. Tem condutor que, visivelmente, tem o passageiro em baixa conta e comete um daqueles famosos preconceitos às avessas. A maior tristeza parece ser a nossa presença no ponto, principalmente se o ponto é perto do sinaleiro. Ele quer passar no verde, mas tem de parar para o cidadão. Faz cara de bofe – um horror. Acho que essa história do troco – uma barbaridade, contra as leis do trânsito e da natureza – não justifica.

    Há os que não nos deixam na área coberta em dias chuva. Os que façam cavalinhos nas poças de água. Os que ficam dando soquinhos no freio, pondo velhinhos a perigo. Os que tomam um bom dia por um insulto à mãe. Em miúdos, para diminuir o rosário de pequenas queixas no tribunal das causas impossíveis, mal não faria se as companhias de ônibus dessem noções de boa educação e cidadania a seus funcionários. E que antes de premiar os que cumprem horário, que verifiquem como é que tratam dos seus passageiros.

    No mais, vai tudo bem. Meu abraço aos bons motoristas e à turma do ônibus. E para quem passa ao lado, sozinho na sua máquina. Não sei quem é. Mas aposto que boa parte poderia estar a bordo das “jardineiras”. É melhor do que parece. A gente sempre chega. Eis uma ideologia para viver.

     
    • Gunnar 18:35 on 18 Dezembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Muito legal! De fato, abdicar do carro definitivamente não é um “sacrifício em nome do meio ambiente”, sequer é sacrifício.

      Não troco minhas pedaladas diárias, mesmo na pior das chuvas, por carro nenhum no mundo. Vai muito além do prazer de pedalar, é o prazer de não ter um carro mesmo. Saber que tenho dentro de mim o poder de ir até onde quer que seja, só com a força das minhas pernas.

      E só entende quem já tentou.

    • Luís Carlos 23:14 on 18 Dezembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu vou um pouco de suas ponderações. Quanto me toquei que trabalhava para sustentar um carro, que poderia estar gastando meu suado dinheirinho em outras coisas que me trariam mais benefício na vida, larguei do automóvel. Montei um bicicleta para mim, com peças boas, que não me dão dor de cabeça e sem gastar fortunas em equipamentos de última linha. Não me preocupo mais com IPVA, Seguro, multas, ESTAR, estacionamento, engarrafamentos, trânsito parado, nem o estress que o carro proporciona. Por muito tempo usei os coletivos, mas confesso para ir trabalhar ou resolver problemas no centro de Curitiba, mas confesso que vida infernal que levava. Aqueles pequeno atraso de 5 min ao sair de casa, me fazia chegar muito atrasado no serviço, o inferno dos tubos e ônibus lotados, gente mal humorada e mal cheirosa também contribuiam para o meu mau humor matínal, só de pensar em levantar cedo e encarrar um terminal lotado me fazia pensar duas vezes antes de deixar a minha gostosa cama. Mas por fim, com o uso da bike, minha vida ganhou qualidade, ganhou saúde, melhorei o condicionamento físico e o humor e de quebra, não preciso sair tão cedo de casa para seguir os horários dos ônibus e ainda por cima economizo na passagem, que acaba virando um lanchinho para o ciclista. Não me importo com a chuva ou com o sol, e ainda de quebra chego mais rápido em qualquer lugar.
      Então meu amigo, vou mais além de você, e ouso dizer que hoje não troco minha magrela por nenhum veículo motorizado. Gostei tanto de pedalar, que resolvi até fazer pequenas viagens de bike, com alforjes pra carregar tralhas e tudo, e hoje me sinto mal se não consigo pedalar num final de semana pelo menos uns 100 km.

    • Luís Carlos 23:21 on 18 Dezembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      …E podem me chamar de véio louco ou o que for, mas acredito que louco eu era, quando sacava o Cartão de Crédito para pagar a famigerada gasolina, ou parcelar a retífica de um motor, ou aqueles tantos de 300 dinheiros que se foram em alguns paralamas amassados. Isso sim é loucura.
      Hoje acho que sou um outro louco, quando estou sozinho numa estrada poerente, no meio do nada, só eu, minha bicicleta, minhas pernas como motor e água como combustível. Louco sou, quando chego na casa das pessoas, com roupa colorida, bermuda colada na bunda, sujo que nem um rato, com capacete de ET, pedindo água, parando pra um papo, espantando a todos quando falo o quanto já andei ate ali. Isso sim, é loucura, mas é uma doce loucura….parafrasenao o Gunnar, “não troco minhas pedaladas por nada “

    • meandros 14:39 on 22 Dezembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      E como custa as pessoas acreditarem que é melhor do que parece mesmo (vale para bicicleta e ônibus). Mais um belo texto do J. C. Fernandes!!!

    • Celso 07:53 on 24 Dezembro, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      È amigo, sair da zona do “conforto” é dificil, mais sera o unico caminho para todos, nossa cidade é muito pequena e não temos como criar novas ruas, mas temos como criar novas linhas de onibus, ciclovias, forçar o carro a ficar na garagem, oque você esta fazendo da certo sim, mais não é barato e não é pratico ainda, mais quem sabe com o tempo mais pessoas entrem na realidade, porem o governo ainda ajuda fabricas de carros, venda, e ainda ajuda na ponta final a pessoa a ter o seu maravilho carro, (ironia) mas não vemos um metro em nossa cidade trem elevado bicicletarios, segurança, você e nos estamos lutando contra grandes empresas, governo, monopolios e afins, mas o pior de todos é a ZONA de Conforto.

  • Peters 14:57 on 1 November, 2010 Permalink |  

    Mais Amor, Menos Motor 

    Alguns lances da Sacicletada de São Paulo:

    Mais Amor, Menos Motor!!!

    Autoria do Pedalante e colaboradores.

     
  • Peters 14:56 on 1 November, 2010 Permalink |  

    Thinking about Critical Mass 

    Desculpas por postar esses vídeos em inglês. São comentários de Chris Carlsson sobre o fenômeno social da bicicletada e outros aspectos (consumo, dinheiro, trabalho etc.). Uma visão interessante, vale o registro. Quem tem melhor conhecimento do inglês poderia ajudar fazendo esclarecimentos nos comentários … agradecemos de antemão.

    Visto no Vancouver C.M.

     
  • Peters 21:26 on 15 August, 2010 Permalink |  

    Candidatos 

    Encontrado aqui.

     
  • Peters 00:23 on 15 August, 2010 Permalink |  

    Uma Notícia 

    Viva o Mestre Jaques Brand (Foto copiada do blog de Luiz Felipe Leprevost, notas para um livro bonito)

    A Bicicletada não se imiscui em assuntos de política partidária. Mas neste caso, é preciso abrir uma exceção.

    O nosso amigo, bicicleteiro, o artista,  jornalista, poeta e escritor [1] [2] Jaques Brand é candidato a deputado estadual pelo Psol, número 50005.  Seu “jingle” é a música Hei Jaques Brand, que faz parte do DVD de Troy Rossilho gravado ao vivo em 2007, no Guairinha.

    Nesse caso, exclusivamente, abro mão do sigilo. Meu voto é pra ele. É uma pessoa super ponderada e que conhece os problemas dos bicicleteiros. É totalmente do Bem. Viva o Mestre Jaques Brand.

    ————

     
    • Vinicius Massuchetto 08:55 on 15 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      A Bicicletada apresenta-se como um movimento autônomo.

      Nada contra seu candidato, mas não vejo este blog como espaço de campanha.

      Abraços.

    • Gunnar 12:13 on 15 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Também acho o espaço inadequado para propaganda política. Além do que… PSOL?!! Fala sério…

    • Roberto Ghidini 13:33 on 15 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Conheço o Jaques de muito tempo faz…mas deixemos o blog fora da campanha.

      rg

    • tiepassos 15:11 on 15 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tb sou dessa postura.. pô o jacques é brother .. saca hahahaha… a bicicletada até tem um postura política, mas acho que seria mais interessante um post que falasse quem são os políticos que tem propostas para com a bicicleta do que uma”propaganda” de um deles. De qualquer forma.. Boa sorte Jacques Brand.

      • Luís Carlos 00:30 on 17 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Fala sério, políticos a favor da bicicleta, só se for pra tirar da frente dos carros !? Porque alguns só falam de bicicleta de ecológia, de mobilidade, em época de campanha eleitorial. Não estou me referindo aqui ao Sr. Brand, até porque não tenho conhecimento de suas propostas como candidatos, mas que a carapuça vale para muitos, isso vale. Né Beto Binário ?

    • Nich 18:52 on 15 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Difícil traçar uma linha que divida o que devemos postar ou não em um blog que definitivamente não é politicamente neutro. Poste o que lhe vier na cabeça, brother, por que é isso que faz um blog livre. Nós, seguidores, nos reservamos o direito reclamar, comentar, e talvez até não voltar mais. Mas em defesa da qualidade e da escrita livre… poste o que bem entender.
      Abraço!

    • Peters 21:23 on 15 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Atendendo aos comentários, fiz uma edição no título, para eliminar o adjetivo (“boa”). Quanto à opinião pessoal, não tenho como me retratar e nem desejo isso. É o que eu penso. O artigo está assinado e o leitor inteligente saberá avaliar o conteúdo.

      Não se trata de uma propaganda. O candidato não tinha conhecimento do teor deste artigo e o blogueiro não aufere nenhuma vantagem nesta divulgação.

      O blogueiro agradece pelas reflexões e esclarece, para fins de contextualização, que faria o mesmo em relação a outro qualquer participante ativo da Bicicletada (Gunnar, Tiê, Patrício, Goura, Belotto, Leandro, Rosen, Cooper, Victor, Plá etc. etc.) que surgisse como candidato, independentemente de partido.
      Valeu pela força, Nich!

    • Flávio K. 11:58 on 16 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Já que tocamos no assunto, acho muito interessante o fato de termos pessoas assinando as postagens nessa página. Faço uso do login bicicletadacuritiba2 e tenho o costume de colocar meu nome ao fim dos textos mas vejo que algumas postagens ainda estão sem assinatura.

    • meandros 15:37 on 16 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Parodiando a famosa pichação: O Peters tem razão. É muito diferente alguém que está no meio da bicicletada e surge como um candidato e um candidado que tenta fazer uso da bicicleta e da bicicletada para se promover. Estes devem ser devidamente rechaçados, como geralmente o são. Os primeiros podem ser considerados. O critério do voto e/ou da postagem assinada fica a cargo pessoal.

    • Fabio Riesemberg 10:55 on 17 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Não vejo mal algum na postagem, embora, se fosse eu, não citaria nada sobre a candidatura. Mas, é verdade, faltam postagens sobre as propostas dos candidatos em relação ao uso da bicicleta na cidade. O Beto Richa deu entrevista ontem na RPC dizendo que transformou Curitiba em um canteiro de obras. O cara é novo, mas o argumento cheira mofo. Dá nojo! Ele começa as duas primeras respostas dizendo “veja bem”. Quando o político fala “veja bem” eu “já vi tudo”. VOTEM NULO. Quem sabe na próxima eleição apareça um candidato sério.

    • Gustavo 21:47 on 19 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Acho que é importante a bicicletada debater política.
      Já basta que em minha sala de aula (eng. mecânica) não há espaço para isso, apenas comentar sobre os “grandes lançamentos” da indústria automobilística.

      • André Caon Lima 20:15 on 20 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Saudações a você, meu colega Gustavo!
        A política é muito mais ampla que imaginamos. Em nossa sociedade, estamos acostumados a entender política como sendo as disputas eleitorais e partidárias dos candidatos a cargos eletivos.
        A política é muito mais do que isso.
        Na hora em que descobrirmos a manipulação que sofremos com o uso das disputas eleitorais e partidárias talvez possamos discutir política de verdade.
        Note os comentários anteriores. Não são pessoas despolitizadas. São pessoas que possivelmente já entenderam que o modelo de “democracia” representativa, de eleição de cúpulas para nos governar e tomar decisões por nós não funciona.

    • Roberto Ghidini 08:20 on 21 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Quando fiz o post, fui bem claro no dizer em nao abordarmos temas de campanha, mas política sim!… O que difere o homem do macaco é que somos políticos…

      No entanto, nao vejo mal em assumir, mesmo que no blog, apoio a uma candidatura. Só acho que pode causar discórdia entre os leitores, como de fato já causou.

      Discutamos política sim!

      rg

    • divo 18:48 on 22 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Entre mortos e feridos, o debate foi válido, sei que todos tem suas razões, mas conhecento o jaques, prefiro votar nele do que em qualquer outro candidato. Até foi uma surpresa tê-lo como candidato. Respeito os que defendem o “não voto” como atitude, que só tem valor se não traz junto de si uma atitude de alienação. O o livre-arbítrio me dá o direito de escolher um candidato, mesmo dada a desilusão ou indignação que a política nos faz passar. Vejo na postura do Jaques até mesmo um ato de coragem, se lançar neste meio tão corrompido, mas se ele acredita em suas propostas que siga em frente. Tem meu apoio.

    • Peters 11:49 on 27 Agosto, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Só para quem conhece o Jaques,

      vai gostar de ver:

      1. A campanha do Gabba Roda-Fixa:
      http://rodafixa.blogspot.com/2010/08/jacques-brand-para-deputado-estadual.html

      2. O vídeo de campanha, uma realização do video-maker Rafael Bertelli com assistência de Sara Bonfim.

  • Peters 20:29 on 20 March, 2010 Permalink |
    Tags: , bicicletário em edificações com obrigatoriedade de garagem, Lei de Curitiba n. 6273/1981, Lei Municipal de Curitiba n.   

    Sobre Área para Estacionamento de Bicicletas em Edificações 

    O Rodrigo fez o seguinte comentário na página de contatos.

    Atualmente a legislação para construções em Curitiba (decreto 212/2007 da secretaria de Urbanismo) só exige vagas para carros nas edificações. Seria muito útil pressionar a prefeitura a exigir estacionamentos de motos e bicicletas nas construções.

    Muito bom o assunto. Já se teve essa preocupação aqui. Em dez/2007, sob protestos de toda a comunidade a favor da bicicleta, a Prefeitura vetou projeto de lei nesse sentido, aprovado pela Câmara de Vereadores. Alegaram que isso se constituiria em intervenção na iniciativa privada(!). Em destaque, pode-se ver notícia publicada pela Gazeta do Povo.

    Richa veta projeto de bicicletário em shoppings e supermercados

    O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), vetou um projeto de lei que obrigava shoppings e hipermercados a ter no estacionamento um bicicletário. O veto ao projeto do vereador Pedro Paulo (PT) foi confirmado na terça-feira pela Câmara Municipal. A proposta foi barrada pelo prefeito dias depois da manifestação de ciclistas, do movimento Bicicletada, que conseguiram do prefeito a promessa da implantação de ciclofaixas e bicicletários em espaços públicos para incentivar o uso do transporte alternativo.

    Pelo projeto vetado, uma área equivalente a 5% do total de vagas destinadas para automóveis, com um mínimo de cinco vagas para bicicletas, deveria ser destinada ao bicicletário. A implantação dele seria totalmente custeada pelo empreendedor. E não poderia ser cobrado do ciclista uma taxa de estacionamento.

    O vereador pretendia, com a lei aprovada, incentivar o uso da bicicleta na hora das compras. “Não basta apenas a conscientização ou incentivar se não for dado ao cidadão as condições básicas de segurança e comodidade na utilização da bicicleta”, disse o vereador. Para ele, o veto não teria uma justificativa plausível e a prefeitura estaria querendo assumir a idéia como sua.

    A justificativa da prefeitura foi de que a lei seria uma intervenção na iniciativa privada. “O parecer jurídico é de que a lei feriria o artigo 170 da Constituição Federal, que diz que não se pode legislar sobre o Direito Comercial”, disse o líder do prefeito, vereador Mário Celso Cunha (PSB). O vereador ainda afirmou que a proposta não previa quem fiscalizaria a aplicação da lei e aplicaria as penalidades. Apesar disso, a prefeitura estuda apresentar um projeto obrigando que as futuras obras de grande porte prevejam a instalação de bicicletários.

    por DANIELA NEVES-GAZETA DO POVO

    O Rodrigo cita o dec. 212/2007. Esse decreto existe na página da Secretaria de Urbanismo. Ele é praticamente uma síntese de várias normas. No site Leis Municipais, retorna “decreto inexistente. Numeração não utilizada”.

    Entretanto, pesquisando a legislação, acabei me deparando com a seguinte lei municipal, de 1981 (!):

    LEI Nº 6273/1981 – Data 30/11/1981
    DISPÕE SOBRE ÁREAS DE ESTACIONAMENTO PARA BICICLETAS E MOTOCICLETAS EM EDIFÍCIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

    A CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA, CAPITAL DO ESTADO DO PARANÁ, DECRETOU E EU, PRESIDENTE, nos termos do § 6º do Artigo 43 da Lei 0rgânica do Município de Curitiba, PROMULGO a seguinte Lei:

    Art. 1º – Os edifícios obrigados pela legislação em vigor, a terem garagem ou área de estacionamento para automóveis, deverão ser dotados de área para estacionamento de bicicletas e motocicletas.

    Parágrafo Único – Essa área não poderá ser inferior a 5% (cinco por cento) da destinada a automóveis.

    Art. 2º – Os edifícios existentes ou em fase de conclusão adaptar-se-ão à exigência do artigo 1º.

    § 1º – Poderão ser dispensados da exigência os edifícios que comprovadamente estejam impossibilitados de fazer a adaptação necessária.

    § 2º – A impossibilidade deverá ser constatada pelo órgão competente da Prefeitura, a requerimento do interessado.

    Art. 3º – Nos edifícios já habitados em que a área reservada ao estacionamento de automóveis seja propriedade do condomínio, deverão as áreas ociosas existentes ser reservadas ao estacionamento de bicicletas e motocicletas.

    Art. 4º – Está Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

    PALÁCIO RIO BRANCO, em 30 de novembro de 1981.
    Vereador DONATO GULIN
    Presidente

    A norma que estabelece o número de vagas em garagens individuais ou coletivas (de exploração comercial) segundo as características das edificações é o decreto 582/1990, que revogou o de n. 253/1987  (buscar no site Leis Municipais). A página referida não traz o anexo ao mesmo, mas para se ter uma idéia pode-se consultar o quadro que integrava o dec. 253/1987 (Arquivo pdf). Veja-se o artigo 2º do dec. 582/90:

    Art. 2º – É obrigatória a reserva de espaços destinados a estacionamento ou garagem de veículos vinculada às atividades das edificações, com área, e respectivo número de vagas calculadas de acordo com o tipo de ocupação do imóvel e conforme o disposto no Quadro I, parte integrante deste decreto, a exceção de outras determinações da Lei de Zoneamento e Uso do Solo.

    Não resisto à ironia: puxa, quanta intervenção na iniciativa privada, não é mesmo? E ainda mais: por decreto, que é hierarquicamente inferior à lei.

    Conclui-se que já existe legislação municipal que obriga à reserva e instalação de área para bicicletas (ainda que compartilhadas com motocicletas), sempre que houver obrigatoriedade de vagas para automóveis. Uma coisa necessariamente puxa a outra.

    Parece caber denúncia da Secretaria de Urbanismo ao Ministério Público para que dê cumprimento à lei 6273/81. O órgão deveria começar a cumpri-la incluindo-a na sua página e aplicando-a à garagem existente no local onde funciona, a Rua da Cidadania da Matriz, onde se discrimina os cidadãos que usam bicicleta, impedindo-os (ilegalmente, a nosso ver) de usar a garagem ali existente.

    Quanto à abordagem jurídica do tema … Bem, melhor não comentar.  Apenas se espera que a Prefeitura deixe de aplicar penalidade de multa por interpretação onde não é cabível.

     
    • Luis Carlos 09:49 on 21 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu pedalo e não compro gasolina, por isso eu sou menos cidadão do que os motorizados que andam nessa cidade ?
      Os shoppings e supermercados que não me dão opção segura para guardar a bike, estão fora de minhas opções de compra.
      Enquanto as cidades na Europa estão se preocupando com o excesso de veículos nas ruas, incentivando a bicicleta e transporte público, por aqui tudo é uma pedra no sapato a bicicleta é vista apenas como diversão.

    • Carlos 10:41 on 21 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pena que o aspone para assuntos judice-eleitoreiros-erratus-reiterantes, um tal de bolha da ilha, vomitou o argumento sapo-sapiente no ouvido do carlos, que sem muito interesse, achou suficiente e necessário o vomito-veto.

    • goura 23:49 on 21 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Peters, a má vontade é explícita. Este prefeito está há dez anos diretamente envolvido com o poder e não fez nada pra bicicleta. E isto não é figura de retórica. Pelo contrário, prejudicou o desenvolvimento de uma cultura da bicicleta e desestimulou propostas criativas e realmente eficientes.
      O marketing verde, no entanto, continua firme e forte.

      A realidade . . .

      1. Diversos vetos a propostas de estrutura cicloviárea
      2. Criminalização da pintura da 1a Ciclofaixa da cidade
      3. Uma ciclovia pra lá de mal feita na linha verde
      4. Ciclofaixas prometidas há tempos: mal. floriano, visconde guarapuava, candido de abreu . . .
      5. Bicicletários e Paraciclos prometidos e não construídos
      6. Falta completa de uma manutenção e sinalização adequada nas vias e ciclovias
      7. Inexistência de um pensamento comprometido com a bicicleta dentro do IPPUC

      Se não existe uma empatia por parte do prefeito, mas sim uma comprovada preguiça e má vontade, um pendor de economista e não de humanista, estas atitudes se espalham por todo o corpo do poder público.

      URBS, IPPUC e Diretran não consideram a bicicleta como meio de transporte, por mais que afirmem o contrário. A falta de políticas modernas, eficientes, proativas e que estimulem a segurança e liberdade dos ciclistas é a constante na Curitiba que conhecemos.

    • Gunnar 11:55 on 22 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Muito bom, Peters!

      A gente tem que se contentar com mingalha… veja o Sh. Mueller, onde somos obrigados a amarrar nossas magrelas no cercado que isola o estacionamento de motos, e sempre do lado DE FORA – justificativa para essa discriminação: “pra não arranhar as motos”.

      Faz você se sentir um marginal.

    • Nicholas Arand 19:17 on 22 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Excelente.
      Nesta cidade ciclista é marginal, mas nem nas margens temos o direito de pedalar com segurança. Triste realidade total conseqüência da democracia da alienação e egoísmo…

  • Peters 14:20 on 16 March, 2010 Permalink |  

    Ciclovia Interrompida 

    Já mostramos o buracão na ciclovia Centro Cívico – São Lourenço, que traz riscos às pessoas que passam por ali em bicicleta e também a pé. Conforme nos contaram nos comentários, o buracão está lá desde dezembro/2009 …

    Ainda não podemos dar a boa notícia de que foi consertado. Mas como a gente é doido para dar uma boa notícia (tá difícil), vamos lá, alguma coisa está sendo feita! Trata-se da ponte sobre o rio Belém, na parte em que se sai da rua Cecília Meireles para a Mateus Leme. Por enquanto ela está inteiramente destruída, mas é pela boa razão de que uma nova será feita. Ela já se encontrava com muitas madeiras podres.

    Então vamos acreditar que esse medida é para a proteção de todas as pessoas que passam por ali, e não apenas daquelas em carros (é, passam alguns carros ali).

    Por enquanto, é preciso contornar a ponte indo pela Lívio Moreira para a Mateus Leme (ou vice-versa). Outra opção seria por cima, subiiiiindo pela Lívio Moreira até a Casimiro J. M. de Abreu.

    O rapaz encarou a pinguelinha e o barranco do outro lado ... mas eu voltei

    Enquanto isso, o buracão que coloca pessoas em risco continua:

    Se você sabe de situações parecidas informa aí, vamos ver se publicamos.

    Atualização de 20/mar/2010 (agradecimentos ao Chico):

    chico rasia: Boa notícia: a ponte e o respectivo buraco foram consertados essa semana.

    Atualização de 2 de maio/2010

    A ponte está concluída, mas o buracão ainda está em conserto:

     
  • Peters 20:26 on 13 March, 2010 Permalink |  

    “Editorial” Bicicletada 

    Opinião do Blogue Catatau sobre o Memorial às vítimas do trânsito, abaixo reproduzido integralmente:

    Sobre Curitiba, seu trânsito e seus memoriais

    O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), inaugurou essa semana mais um memorial em Curitiba, dedicado às vítimas do trânsito.

    O memorial foi construído em espaço público (o parque Barigui) com financiamento privado, de diversas seguradoras. Segundo elas mesmas, ações como essa em todo o Brasil auxiliariam na redução da violência no trânsito “a curto prazo”, junto com a conscientização das pessoas e projetos de educação.

    Beto Richa engrossou o caldo:

    “Este espaço foi projetado especialmente para ser uma reflexão sobre a violência do trânsito, que mata hoje mais que todas as guerras juntas”, disse Richa. “A administração municipal vem trabalhando para a melhoria do trânsito de Curitiba, proporcionando mais segurança com a implantação de binários, pavimentação de ruas, sinalização e semaforização e campanhas de conscientização da população para um trânsito mais responsável, com paz e harmonia.”

    A inauguração desse memorial mostra a controversa relação de Curitiba com seu trânsito. Atualmente corre (ou melhor, anda) o julgamento do ex-deputado  estadual Luis Fernando Ribas Carli Filho: embriagado, com a carteira cassada e a 170 Km/h ele ocasionou um acidente com duas mortes, no ano passado. Por ironia do destino, esse mesmo deputado propôs uma lei que beneficia o “bom motorista”, reduzindo o IPVA.

    Em 2009/2010 a prefeitura licita os radares e as empresas de ônibus. Qualquer morador de Curitiba sabe do difundido tema: nunca houve licitação do transporte público, setor que o destino (?) legou a um único núcleo familiar. Se a situação é essa, a primeira licitação deixou o mal-estar: ela simplesmente significou uma renovação dos antigos contratos com as antigas empresas. Outras empresas contestam inclusive os critérios do edital de licitação, afins às empresas já atuantes (link acima).

    Na mesma semana em que Curitiba sedia a Conferência Internacional das Cidades Inovadoras, ciclistas de vários movimentos, como o Bicicletada, reclamam o fato da prefeitura conservá-los em banho-maria. O belo discurso da prefeitura não convive com medidas concretas: “Consideramos um sarcasmo e uma demagogia o fato de Curitiba sediar um evento como este e ao mesmo tempo não haver avanços práticos na questão de mobilidade por bicicletas. Não há sequer um incentivo”[link].

    O pessoal do Bicicletada já divulgou vários informes sobre reuniões prometidas pela prefeitura (especialmente diante de alguma cobertura jornalística), mas não cumpridas ou com promessas não efetivadas.

    Isso tudo sem considerar o ruído, oriundo principalmente do trânsito. A prefeitura de Curitiba possui um serviço, o 156, para reclamações e solicitações. Sobre reclamações relativas à poluição acústica (até mesmo as fundadas em leis vigentes), a prefeitura empreende um curioso empurra-empurra: reclamações protocoladas no 156 são encaminhadas à Secretaria do Meio Ambiente e à URBS. Cada entidade afirma não ser atribuição sua a medição de ruído oriundo de fonte móvel, apenas de fonte fixa. No meio do jogo de pingue-pongue os meses passam, os protocolos se dissolvem e as respostas da prefeitura vão da reticência à negação.

    Curiosamente, ninguém vê reticência alguma em outras alterações no trânsito, especialmente coincidentes com certos empreendimentos imobiliários, ou outras obras que diminuem o espaço do pedestre em prol de mais carros (estes, os players supremos quando a prefeitura considera o fator “mobilidade”).

    Durante a inauguração do Memorial o discurso foi como de costume: os problemas do trânsito são culpa dos infratores do trânsito.  É o velho argumento da “conscientização”, com medidas mais ou menos paliativas para que ela ocorra. Gestores tão auto-declarados pragmáticos são pegos pelo próprio discurso: o memorial serve para “refletir” (sic). Embora a noção de “conscientização” seja meio tola (qual motorista não tem consciência das consequências possíveis de suas ações?), é verdade que existe uma cultura generalizada de imprudência (e também de impunidade). Mas também é verdade que esse tipo de argumento representa uma total isenção da responsabilidade da prefeitura: aspectos como fiscalização, atendimento às reclamações via 156 e investimento real e efetivo em transporte público são, desse modo, facilmente deixados de lado. Quando muito, as medidas se dirigem exclusivamente ao fluxo de carros.

    Ironia: o Memorial fica na parte de trás do Parque Barigui, escondido… bem atrás do Museu do Automóvel.

     
    • Roberto Ghidini 08:39 on 14 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Catatau…
      Ironia ou complexo de culpa, esconder o memorial atrás do Museu do Automóvel, mas a verdade é que nada é feito de fato.
      Quando as lombadas eletronicas tiveram o “apagao”, devido ao término do contrato com a empresa CONCILUX – que diga-se de passagem segue sendo a mesma ainda hoje, o DIRETRAN, através da sua diretora, disse, que dá igual estar ou nao estar funcionando, que uma vez existindo, o motorista tería que ter a conciencia e reduzir a velocidade…Sabemos que isso nao ocorre assim.
      Temos um estudo apresentado em um Congresso Internacional, sobre atropelos, que mostra que quando a perecpçao do risco é sublimada por algum fator (como a lombada apagada), existe uma superpotencializaçao do mesmo e se torna um local de extremo risco…
      Notifiquei a URBS, sobre o fato e quase fui insultado por isso…assim sendo…melhor mesmo que escondam a sujeira debaixo do tapete…

      rg

    • Gunnar 17:09 on 15 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Chega a FEDER de tanto cinismo. O que não falta no trânsito curitibano é o potencial de matar. Faixas de pedestre que não servem para nada, porque o sinal para os mesmos é tão curto que somente um atleta poderia atravessar. Isso quando TEM semáforo específico. Muitas não tem, e simplesmente nunca há uma brecha para o pedestre, pois o fluxo de carros é ininterrupto – alternadamente os que vem pela rua em questão e os que dobram vindo da rua perpendicular. Cadê a fiscalização pra fazer valer o direito do pedestre à preferência na travessia, em relação ao carro que dobra? Está na lei! Isso para ficar só em um exemplo…

      Em vez de ficar fazendo monumentos para as vítimas, o Richinha podia tentar evitar que as mortes aconteçam. Mas as medidas nesse sentido são “anti-populares”, pois “pioram o trânsito”… enquanto um monumento desses atrai atenção da mídia e do povo, dá impressão que está fazendo algo.

      Vou ali vomitar e já volto.

    • Fabio Riesemberg 16:41 on 18 Março, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Prefeito retardado!

  • Peters 09:54 on 19 February, 2010 Permalink |  

    Bonde do Pedal em Sampa 

    Primeira parte do documentário Bonde do Pedal (2010) produzido para a série Hiper Real pelo cineasta Kiko Goifman (33, Filmefobia). O programa retrata o movimento social Bicicletada e a experiência de paulistanos que trocaram o carro e o transporte público pela bicicleta como principal meio de transporte na cidade. Os relatos apresentam a bicicleta como um importante fator de transformação na vida dos entrevistados em diferentes aspectos, como aproveitamento do tempo, saúde, humor, produtividade, relacionamento interpessoal e até em seus pontos de vista sobre a cidade, seus habitantes e seus problemas.

    Pode-se ver melhor aqui.

    Segunda parte

    Pode-se ver melhor aqui.

    Encontrado no Pedalante.

     
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