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  • Peters 20:06 on 8 June, 2015 Permalink |
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    POR UMA CIDADE CALMA (ALÉM DO SLOGAN)
    “Binários” não são solução (sic) de nada.
    Entregue um espaço urbano aos carros e dificilmente ele será devolvido aos pedestres. Ficará para os carros.
    Degrade o espaço onde pedestres e famílias transitam e passeiam com carros e velocidade e as ruas e calçadas ficarão cada vez mais vazias, violentas e perigosas.
    Permita que a velocidade de carros aumente – e mais mortes de pedestres e ciclistas ocorrerão, com ou sem marketing institucional de cidade calma.
    Isso vale para todos os bairros de Curitiba. Da Rua Nicola Pellanda na Comunidade Antiga do Ganchinho e Umbará (onde ocorrem constantes atropelamentos) à Rua Teffé (que de um pólo calçadista a céu aberto, virou mero local de passagem). Passando pela nova Rua Francisco Rocha, um proto-binário para shopping travestido de “medida compensatória”.
    Asfalto, arrogância e falta de visão. Esta é a receita indigesta de IPPUC, o Bárbaro. Sim, ele, o grande “chef” que prepara o “bolo pronto” de uma Curitiba que anda a reboque dos grandes shoppings e empreendimentos, que parece subjugada por construtoras e especuladores, que privilegia a “ação entre amigos”, ao invés do bom planejamento urbano (cuja memória os curitibanos ainda querem honrar).
    A Salvemos o Bosque da Casa Gomm APÓIA a causa Longa Vida ao Arquipélago de Camões (CURTA LÁ!), que quer salvar 4 pracinhas do bairro Hugo Lange de um binário que pode ser tudo, menos para o ônibus Inter 2 (como o IPPUC alardeia). Mas este binário para CARROS não passará!
    E também exigimos apuração imediata – no mesmo contexto do uso de verbas federais do PAC 2 da Mobilidade para suposto projeto de mobilidade coletiva – quanto ao binário que o IPPUC quer passar DO LADO do Bosque do Capão da Imbuia (Rua Prof. Nivaldo Braga), onde mora a árvore mais antiga de Curitiba, uma imbuia possivelmente MILENAR.
    São dois binários alardeados como sendo pensados para transporte coletivo e melhorias na linha Inter 2. Mas o “curioso” é que um deles passa ao lado de onde – segundo rumores locais do Hugo Lange – uma rede de supermercados está adquirindo terrenos. E o outro conduz diretamente ao futuro maior shopping center da cidade, em construção no terreno do Jockey Club. Os curitibanos já viram esse filme, não é?
    Afinal, para quem o IPPUC planeja a cidade?

    Fonte: https://www.facebook.com/SalvemosOBosqueDaCasaGomm/photos/a.398540500267020.1073741826.398533546934382/790290114425388/?type=1&theater

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  • Peters 20:02 on 8 June, 2015 Permalink |
    Tags: , , Ciclofaixa Inexistente, Criança, Redução de Passeio, Rua Francisco Rocha,   

    CIDADES E RUAS PARA CRIANÇAS.
    LEMBRA, IPPUC?

    No planejamento urbano que impera em Curitiba há diversas gestões, o inepto e arrogante IPPUC, o Bárbaro rasga pracinhas para que carros passem, derruba bosques para erguer shoppings e estreita calçadas para espalhar seu escuro e pegajoso asfalto, cobrindo grama, árvores, nossos sonhos.

    Foi com esta mesma desmesurada arrogância que o instituto foi (e ainda é) contra o Parque Gomm. Ao invés de juntar-se aos esforços de toda a cidade para criar o primeiro parque de bolso de Curitiba (e que, diga-se de passagem, demora a sair), o instituto optou por cruzar os braços com indiferença, chegando a referir-se publicamente ao espaço como um mero “beco”.

    Pois é. “Boa” é a nova Rua Francisco Rocha, não é? Devastada por um mar de asfalto, estreitada em suas calçadas, perdendo mais de uma dezena de árvores – tudo para agradar um shopping de luxo que é tratado pelo IPPUC com o esmero de um joalheiro e o servilismo de um cavalariço.

    Crianças não podem brincar na nova Rua Francisco Rocha, assim como nas proximidades de tantos outros binários mortais espalhados por Curitiba nos últimos anos, ou como aqueles que ora ameaçam o Longa Vida ao Arquipélago de Camões e a mata remanescente do Bosque do Capão da Imbuia (onde mora a árvore mais antiga de Curitiba).

    Não, crianças não podem brincar na nova Rua Francisco Rocha. Ainda que elas tivessem espaço para passar em uma calçada de menos de 1 metro de largura (com postes no meio), elas seriam certamente ATROPELADAS na “Pista de Hot-Wheels” de carne-e-osso que virou o local. Resta-lhes o envidraçado e climatizado shopping – claro que é ESTA a cidade que IPPUC quer para seus filhos.

    Mas, afinal, crianças deveriam poder brincar na rua?

    Claro que sim!

    Leiam o artigo “CIDADES PARA CRIANÇAS”, de Lais Fontenelle Pereira, publicado em Outras Palavras em 2013 (fonte: http://goo.gl/GkOwdH)

    “As crianças precisam de um local perto de casa,
    ao ar livre, sem um fim específico,
    onde possam brincar, movimentar-se
    e adquirir noções de mundo.” – Jane Jacobs

    Lançado há alguns meses no Brasil, Cidades para Pessoas, do arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, é interessante pela reflexão que propõe e merece leitura. Mas confesso que senti falta de um capítulo que incluísse a criança.

    As cidades cresceram vertiginosamente e, segundo estatísticas assustadoras, tão cedo não vão parar de crescer e se adensar. Sabe-se que, desde a virada do milênio, a maior parte da população global é urbana, não mais rural – e aí se inclui também a infância. Por isso a necessidade urgente de refletirmos sobre cidades mais sustentáveis, sem deixarmos de fora a relação das crianças com o espaço urbano.

    Ao contrário do que afirmam certas expressões, tais como “rua não é lugar de criança”, ou “lugar de criança é na escola”, a cidade deveria ser, sim, um espaço de encontro com a infância. Contudo, isso não é vivenciado pela maioria das crianças. Elas hoje experimentam uma invisibilidade citadina. Por quê?
    Muitos responderiam que por medo da violência, e claro que têm alguma razão. As ruas não são, na maioria das vezes, espaços seguros para crianças. Mas vale lembrar a ativista Jane Jacobs, autora de “Morte e Vida nas Grandes Cidades”, de 1961 – considerado um clássico do planejamento urbano –, quando diz que as cidades, baseadas em ideais modernistas, passaram a ser organizadas não mais como espaços públicos de encontro social e sim como conglomerados individuais, com a construção de edifícios ou condomínios fechados autossuficientes e indiferentes, e de avenidas criadas para permitir a invasão dos automóveis.

    TEXTO-MEIO

    Por isso, não é somente a falta de espaços públicos seguros e convidativos que impede as crianças de se expressar através do brincar. Elas estão confinadas em espaços privados – supostamente protegidos da violência urbana. Permanecem em casa sob o cuidado de terceiros ou na escola, por muito tempo, o que dificulta o acesso à experiência da vida na pólis. Sua relação com as cidades restringe-se aos intervalos em que transitam entre casa e escola. Suas mochilas e vozes infantis são vistas e ouvidas apenas pela manhã, na hora do almoço e no fim do dia.

    A cidade é viva e só pode ser “explicada” ao ser explorada. Viver em metrópoles é presenciar acontecimentos inesperados e insubstituíveis, que falam sobre signos, códigos e descobertas. Ao experimentar uma vida citadina real, as crianças podem exercitar cidadania e aprender concretamente sobre a cultura e história local.

    E se a cidade é lugar de aprendizagem, por que a escola não se integra ao espaço público, promovendo maior participação infantil no urbano? Uma proposta pedagógica que usasse o meio social urbano como espaço de difusão de conhecimento seria a resposta. Levar crianças a museus, parques, monumentos, feiras. Mostrar que têm direito à cidade – e principalmente às calçadas.

    Aliás, essa é uma das ousadas propostas de Jane Jacobs: outra urbanização, na qual as calçadas sejam planejadas para receber as crianças e suas brincadeiras. Ao contrário de lugares pensados com o propósito específico de receber, porém limitar, como parques e praças, a calçada pode ser viva e diversificada, espaço onde vizinhos são responsáveis coletivos pela recreação informal das crianças, criando a noção de cuidado e comunidade.

    As cidades não podem prescindir das crianças, inclusive porque elas são capazes de transformar o espaço público em espaço lúdico. O trânsito infantil contribui para o resgate de relações humanas. As crianças convidam a outro ritmo, a parar, a contemplar o entorno.

    A criança precisa ser homenageada e protegida por toda a comunidade – ou o planejamento urbano será aborrecido e falso. Uma cidade é composta não só por carros e edifícios, mas por pessoas que sentem e se afetam. Já existem ações que apontam para isso. O Dia Mundial Sem Carro, que espalha pelas ruas múltiplas atividades de lazer convidativas ao encontro, é um exemplo de mobilização social. Cidades para pessoas e para crianças: o direito à cidade e à vida urbana é, antes de tudo, condição de humanismo e democracia.

    Foto: Robert Doisneau, “Les écoliers de la rue Damesme”, Paris, 1956.

     
  • Peters 17:55 on 4 July, 2011 Permalink |  

    São Paulo Terá a Semana do Ciclista 

    Eu Vou de Bike:

    No próximo sábado, dia 09 de Julho, às 14h, terá início a Semana do Ciclista na cidade de São Paulo.

    Em comemoração ao Dia do Ciclista, o coletivo Libvee, em parceria com o SESC Pinheiros, preparou uma surpresa para os ciclistas paulistanos: o Fórum Semana do Ciclista – Tendências e debates, com a participação do dinamarquês Mikael Colville-Andersen (Copenhagenize / Cycle Chic).

    O Fórum também terá as presenças do Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, do ex-jogador de futebol e ciclista Zetti, do Vereador Gilberto Natalini e do Dr. João Claudino Junior, presidente da Houston.

    A entrada será totalmente gratuita e contará com uma surpresa adicional: um show especialmente preparado pela banda Tarântulas & Tarantinos, comandada pelo VJ, músico e cicloativista Luiz Thunderbird. O evento promete.

    É necessária a confirmação através do e-mail: forum@libvee.com.br

    Fórum: Semana do Ciclista – tendências 
    Dia 9 de Julho (sábado)
    Horário: 14h
    Local: Auditório SESC Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros
    (0xx)11 3095-9400 Metrô: Parada Lgo. Da Batata

    A Semana do Ciclista está recheada de atividades para quem não viajará e ainda contará, no dia 17 de Julho, com o lançamento do Passeio Libvee. Confira: http://www.libvee.com.br

    Atualização:
    O Bicicreteiro traz mais informações, inclusive sobre a Oficina Temática sobre o Tour de France, com o Ogro Odir, e a presença do David Byrne para promoção do seu livro Diários da Bicicleta (dia 12/7). Tem mais coisa lá.

     
  • Peters 11:32 on 22 June, 2011 Permalink |  

    Cidades Para Pessoas 

    A jornalista paulistana Natália Garcia emplacou com mérito um projeto com esse título e vem fazendo um ótimo trabalho. Ela já passou por Curitiba e produziu algum material a respeito (embora muita gente da bicicletada aqui não vá concordar com algumas das personalidades entrevistadas).

    O último vídeo aborda a cidade de Copenhagem, vale a pena assistir.

     
  • Peters 01:30 on 15 June, 2011 Permalink |  

    Bicicleta na TV e Voto Livre.org 

    O telejornal PRTV 1ª edição apresentou reportagem sobre bicicletas antigas, investimentos realizados pela cidade de Curitiba em ciclovias/estrutura cicloviária em 2010 (ZERO), e um pouquinho do canto do Plá:

    PRTV!, 14/06/2011.

    Relançamento do saite Voto Livre.org aconteceu na manhã do domingo dia 12/6.

    Senhor motorista, entenda que pessoas em bicicletas tem direito à circulação na rua em conformidade com a lei, ameaçá-las  não irá diminuir o seu congestionamento de carros, ouça e aprenda com a apresentadora Carla Vilhena os ensinamentos ao final da matéria sobre o horrível assassinato do Presidente da Lorenzetti, Antônio Bertolucci, em São Paulo, por um motorista de ônibus que o atropelou.

    Renata Falzoni demonstra as evidências de responsabilidade do motorista profissional nesse atropelamento.

    Adendo: entrevista de Renata Falzoni:

     
    • Gunnar 01:45 on 15 Junho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Muito legal o comentário da Carla ao final da matéria!

      Aliás, a matéria inteira foi bem equilibrada, não deram nenhum escorregão e enfatizaram o aspecto legal.

  • Peters 11:43 on 14 June, 2011 Permalink |  

    Aprender a andar de bicicleta 

    Hoje recebi um e-mail do Oriel, 29 anos, que vai se mudar para Curitiba e quer aprender a andar de bicicleta.

    Essa habilidade adquirida (assim como ler, escrever, usar computador, nadar) é fonte de autoconfiança e autoestima, portanto é algo que se recomenda fortemente.

    Em Curitiba conta-se com o Américo, da Bike Tour, que já ensinou a milhares de pessoas a pedalar com confiança, independentemente da idade e das razões que tiveram para não andar de bicicleta. Algumas vieram de longe só para isso!

    Apesar de a gente fazer aqui muitas críticas às ciclovias, elas são ótimas para fins de aprendizagem e treinamento! É preciso um pouco mais de atenção em alguns trechos, mas isso não deve impedir o seu devido desfrute.

    O saite da Bike Tour, cuja loja fica no bairro São Lourenço, tem o seguinte endereço: http://www.biketourclub.com.br.  A Escola tem página própria e vários relatos de aprendizagem.

    Todo sucesso ao Oriel em sua nova cidade e que sua vontade de andar de bicicleta se realize logo!

     

     

     
    • Isa 15:00 on 10 Novembro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Curitiba eh uma das cidades mais poluidas do Brasil. Deveria ter mais faixas exclusivas para bicicletas. So assim o povo iria perder a panca, e ficar mais saudavel.

      Primeiro mundo? I do not think so…

  • Peters 13:48 on 9 June, 2011 Permalink |  

    Será Verdade? 

    Matéria publicada no IG:

    Após queixas de usuários, Curitiba vai mudar suas ciclovias
    Cidade tem cem quilômetros de ciclovias, uma das maiores do País, e vai mudar perfil das vias de lazer para transporte

    Luciana Cristo, iG Paraná | 05/06/2011 07:00

     
    • Vinicius Massuchetto 15:15 on 9 Junho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      100km de ciclovia só pode ser uma piada. Calçada asfaltada em cima de paralelepípedo de garagem agora é ciclovia.

      Segundo a reportagem, a fiscalização, asfalto e iluminação estão adequados. Só pode ser aquele reforcinho da piada. Tipo daquele que contam na última tentativa de fazer o ouvinte rir.

    • divo 21:29 on 9 Junho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      hahahaha

      ciclopatrulha..hahahaha

      eu ja vi uma vez dois desses cosme-e-damiao, andando onde ? na canaleta…hahaha. tambem jah vi no pq sao lourenco…mas soh..

      ciclopatrulha era para ser uma coisa corriqueira se houvesse uma infraestrutura para bicicleitas ou se simplesmente tivessemos uma cultura para isso, inclusive a PM devia botar os oficiais gordinhos para patrulhar de magrela, quem sabe entrassem em forma, alem de ver a cidade e a criminalidade de perto.

      essa prefeitura eh mesmo boa de marketing.. deviam ganhar um premio.

      se essa ciclopatrulha existisse de verdade, seriam os primeiros a reclamar das ciclovias compartilhadas, da falta de tratamento nos cruzamentos… quem sabe todos com problemas de coluna devidos aos impactos pela ausencia de rebaixamento em 90% das famigeradas ciclovias compartilhadas. Se eles realmente existissem… quem dera… talvez nao houvessem tantos carros estacionados nas “ciclovias”, em frente a guias rebaixadas…

      e esse pessoal do IPPUC entao… que vao de SUV insufilmadas todos os dias para ir trabalhar e fazendo projeto cicloviario…hahahaha…

      palhacada!

    • Gunnar 09:43 on 11 Junho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu ri.

    • Peters 12:05 on 14 Junho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Observando melhor, dá para ver que é pura marquetagem, na verdade a notícia vem (dia 5) só para desviar a atenção do problema da falta de infraestrutura cicloviária na Cândido de Abreu (noticiada aqui no blog no dia 3). Bem triste essas jogadas escapatórias e diversionismo.

  • Peters 09:51 on 8 June, 2011 Permalink |  

    Mega Bazar Lúdica 

    Programação:
    Sábado | 11 de junho
    14h – ABERTURA AO PÚBLICO

    18h – Apresentação Yellow Dj Academy19h – Você no Line Up
    20h – Show – Leo Fressato (A Banda Mais Bonita da Cidade) –
    21h – Show – Audac

    Domingo | 12 de junho
    14h – ABERTURA AO PÚBLICO
    18h – Debate sobre MOBILIDADE
    19h – Apresentação Yellow Dj Academy
    20h – Show – Yokofive
    21h – Show – Os Incríveis Motel Boys

     
  • Peters 15:45 on 15 April, 2011 Permalink |  

    Pérolas 

    Carro particular
    O planejamento da cidade sempre ignorou o automóvel particular, diz o professor Pedro Akishino, especialista em Engenharia de Tráfego da Universidade Federal do Paraná. “O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC) e as autoridades de Curitiba sempre privilegiaram o transporte coletivo, apesar de vários alertas da Universidade sobre o crescimento da frota de veículos particulares. Os carros multiplicaram-se em número enorme e continuam enchendo as vias, de um lado a outro da cidade e hoje a reclamação é generalizada.”

    Fonte: Copa 2014.

    O que será que as pessoas pensam sobre essa idéia do professor?

     
    • Guilherme 19:12 on 15 Abril, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tadinhos dos motoristas.
      Nisso que dá, agora ficam todos presos no engarrafamento…

      Pobrezinhos.

    • Flávio K. 21:10 on 15 Abril, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Melhor ainda a última frase dele:
      “Ainda que o transporte coletivo, com a implantação de novos ônibus e linhas tenha um aspecto positivo, a realidade nas ruas nos coloca diante do desafio sobre o que fazer com os carros”
      Tá com pena, leva pra casa!

    • Gunnar 22:14 on 15 Abril, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Hehe, não há muito a dizer, o cara simplesmente é meio burro, tem gente que realmente não teve a sorte de receber um cérebro capaz de raciocinar e/ou a oportunidade de viajar.

      Quando ele for para uma típica cidade ocidental européia, se confrontando com um sistema que possibilita a mobilidade tanto de transporte público quanto do transporte individual, vai sofrer um nó no neurônio solitário e cair duro.

      É triste.

    • Nich 11:33 on 17 Abril, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Não sei se é burrice… é um modelo mental equivocado!
      Infelizmente, além de ser o sonho, desejo, objeto fálico da maioria da população, muita gente acha que a posse e o uso do automóvel também é um direito constitucional. Muita gente acredita que o papel do governo é assegurar-lhe o direito de pilotar seu sonho de consumo livremente pela cidade, espaço público, bem como estaciona-lo sem dificuldades e com segurança em qualquer lugar. Fantasias como essas seriam inofensivas se não fosse alguns administradores públicos tentando satisfaze-la, talvez até para garantir o orçamento da próxima campanha.

      Não é só triste, é perigoso.

    • Flávio K. 16:07 on 17 Abril, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Isso lembrou-me de uma frase que escutei de um professor de economia:
      “Não vim aqui mostrar como o mundo deveria ser. Vim mostrar como o mundo é!”

    • Luís Carlos 19:38 on 17 Abril, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Que é isso professor Akishino ??? O senhor esqueceu que um automóvel particular leva em média 1,4 pessoas por veículo (tomado como base 1 Km de via), e um veículo (ônibus) coletivo leva 50, 100, 150, 300 pessoas. Então a administração privilegiou o transporte público, em vez do particular?, discordo, se o senhor estacionar o seu carro ao lado de qualquer terminal da cidade e olhar de perto as condições que se encontram os mesmos, verá que quem toma ônibus sofre bastante.
      Imagina o senhor como são ignorados àqueles cidadãos que decidiram usar a bicicleta como seu meio de transporte ??? O senhor consegue nos seus estudos mirabolantes sobre trâfego e trânsito, definir quanto custa para fazer ciclovias/ciclofaixas na cidade ???.

    • marco 00:21 on 26 Abril, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Meu Deus!!!!!!!!!
      Nós estamos tentando diminuir os carros na cidade , pedindo para as pessoas pedalarem e o professor dá uma dessas? Professor , venha pedalar com a gente!!!!!!

  • Peters 15:36 on 15 April, 2011 Permalink |  

    Bicicletada 

    Eu já estou morando em Floripa há quase um ano, mas não resisto a compartilhar alguns artigos com os meus amigos de Curitiba.

    Esse vídeo da Bicicletada, de março de 2011, de São Paulo, ficou muito legal e inspirador.

     
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