Atormentar motorista é política pública na UE

Do Destak (SP):

Atormentar motorista é política pública na UE
Publicado em 28/06/2011 – 0 comentários Ferramentas:

Falta de local para estacionar, faróis vermelhos e até velocidade mínima são estratégias usadas

Diversas cidades na Europa estão complicando, intencionalmente, a vida dos motoristas de carros. O objetivo é torná-las mais convidativas às pessoas, com menos poluição e trânsito.

Essa foi a principal matéria de ontem do jornal The New York Times, que comparou o que ocorre na Europa com os EUA. O país ainda dá preferência aos carros, investindo na sincronicidade de faróis e serviços on-line que ajudam a achar vagas.

Embora as cidades erupeias recebam novos shop-pings e prédios de apartamentos, têm restringido o número de estacionamentos. Parar o carro na rua está sendo abolido. Até cidades com maior fluxo viário, como Munique, na Alemanha, criam “paraísos de pedestres”.

O Departamento de Planejamento de Tráfego de Zurique, na Suíça, tem trabalhado nos últimos anos para atormentar motoristas. Faróis vermelhos invadiram as ruas e passagens subterrâneas de pedestres que liberavam cruzamentos foram removidas. Carros foram banidos de vários quarteirões em áreas movimentadas. Quando podem circular, a velocidade permitida é a de uma lesma. As faixas de pedestre foram removidas, autorizando todos a cruzarem as ruas onde bem entenderem.

O chefe do Planejamento de Tráfego, Andy Fellmann, vê carros parados e diz ao jornal americano: “Aqui eles andam um pouquinho e param. É o que queremos. Nosso objetivo é reconquistar o espaço dos pedestres, não facilitar a vida dos motoristas”.

Fechar rua é

uma das ações

Artigo no NYTimes.

Sobre o título do resumo, e comparando com o post anterior, podemos dizer que no Brasil a política pública é atormentar o deficiente visual, o cadeirante, o pedestre, o ciclista?

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