Quem é que mais polui o ar?

O IAP sabe, e não é de hoje:

As atividades industriais, o tráfego motorizado e as queimadas a céu aberto são as
maiores fontes antropogênicas de emissões e merecem, portanto, a nossa atenção. De fato o
tráfego, também chamado de fontes móveis, é a fonte predominante em todos os grandes
centros urbanos de hoje. A frota motorizada no Paraná contou no ano de 2007 com 3.979.483
veículos [DETRAN-PR, motorização], o que significa um aumento de 8,81 % em relação ao
ano de 2006. Só na capital já temos 1.035.819 veículos motorizados, ou 57,6 por 100
habitantes, o que corresponde a um aumento de 7,08 % [DETRAN-PR, frota cadastrada].
Comparando as emissões industriais, a chamada fonte fixa, com as do tráfego, vê dois
pontos essencialmente diferentes. Primeiro, o número de veículos é muito maior do que o
número de indústrias. É sempre mais difícil controlar um grande número de pequenos
Relatório da Qualidade do Ar na Região Metropolitana de Curitiba; Ano de 2007
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poluidores do que controlar alguns grandes poluidores. Segundo, muitas indústrias estão
localizadas fora dos perímetros urbanos e lançam as emissões através de chaminés na
atmosfera, com certa distância da população, enquanto os veículos liberam os poluentes
geralmente nos centros urbanos, praticamente numa altura que possibilita a inalação direta
pelos seres humanos. Logo, temos a convicção de que para melhorar a qualidade do ar nas
cidades devemos nos concentrar com prioridade nas emissões veiculares.
Algo que está sendo colocado em prática desde alguns anos é a conversão de motores
a álcool, a Diesel e a gasolina para o funcionamento com GNV (gás natural veicular), com
potencial menos poluente e a custo menor para abastecimento. Em Curitiba existem vinte e
dois postos de abastecimentos e dezoito oficinas credenciadas para conversão
(www.compagas.com.br, 29/04/2008). Até o ano de 2007 foram 23.930 veículos movidos a
gás natural veicular na Estado. [DETRAN-PR, frota cadastrada].

As atividades industriais, o tráfego motorizado e as queimadas a céu aberto são as maiores fontes antropogênicas de emissões e merecem, portanto, a nossa atenção. De fato o tráfego, também chamado de fontes móveis, é a fonte predominante em todos os grandes centros urbanos de hoje. A frota motorizada no Paraná contou no ano de 2007 com 3.979.483 veículos [DETRANPR, motorização], o que significa um aumento de 8,81 % em relação ao ano de 2006. Só na capital já temos 1.035.819 veículos motorizados, ou 57,6 por 100 habitantes, o que corresponde a um aumento de 7,08 % [DETRANPR, frota cadastrada].

Comparando as emissões industriais, a chamada fonte fixa, com as do tráfego, vê dois pontos essencialmente diferentes. Primeiro, o número de veículos é muito maior do que o número de indústrias. É sempre mais difícil controlar um grande número de pequenos poluidores do que controlar alguns grandes poluidores. Segundo, muitas indústrias estão localizadas fora dos perímetros urbanos e lançam as emissões através de chaminés na atmosfera, com certa distância da população, enquanto os veículos liberam os poluentes geralmente nos centros urbanos, praticamente numa altura que possibilita a inalação direta pelos seres humanos. Logo, temos a convicção de que para melhorar a qualidade do ar nas cidades devemos nos concentrar com prioridade nas emissões veiculares.

Algo que está sendo colocado em prática desde alguns anos é a conversão de motores a álcool, a Diesel e a gasolina para o funcionamento com GNV (gás natural veicular), com potencial menos poluente e a custo menor para abastecimento. Em Curitiba existem vinte e dois postos de abastecimentos e dezoito oficinas credenciadas para conversão (http://www.compagas.com.br, 29/04/2008). Até o ano de 2007 foram 23.930 veículos movidos a gás natural veicular na Estado. [DETRANPR, frota cadastrada]. (negritos acrescentados) 1

 Os técnicos apenas se enganam quanto à possibilidade de a simples conversão para gás de uma quantidade ínfima de veículos venha a apresentar melhoria. Isso vale de um ponto de vista individual, mas se espera de governo providências mais efetivas sobre o assunto, políticas públicas verdadeiras.

1. IAP. Relatório Qualidade do Ar na Região Metropolitana de Curitiba Ano de 2007.(arquivo pdf, 1,39 MB).

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