Magrela Fever

Eu me coço e saio fora.
Pensamento tá dormente.
Vida inteira pela frente, câmbio, quadra,
Marcha, freio, oleozinho na corrente.

De camisa amarelinha, com a magrelinha invocada,
cisco no olho, olha a brincadeira, guidon torto,
roda amassada, vou de qualquer maneira!

E eu assumo o risco e despisto com o meu riso,
na maciota, na boa, não vou ficar marcando toca
que a maldade corre solta.

Chinelo na maior categoria,
estilingando nas ladeiras se ajeitando com o dia
e me esparramo pelos buracos e histórias.

Riso, sinto o mel na mente,
sangue doce da vida nas sementes.
Lindo e leve vou levando
com a cabeça fria e o pé quente
e o coração bombando,
bombando,
bombando,
bombando,
bombando….

Acendendo as idéias,
(Ah) põe sebo nas canelas.

É fever na Magrela!
É fever na Magrela!

Acendendo as idéias,
(Ah) põe sebo nas canelas.

É fever na Magrela!
É fever na Magrela!

Acendendo as idéias,
(Ah) põe sebo nas canelas.

É fever na Magrela!
É fever na Magrela!

Acendendo as idéias,
(Ah) põe sebo nas canelas.

É fever na Magrela!

É fever na Magrela!

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http://sombarato.org/node/218

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