Publicado por: Peters | 22 Maio, 2008

Lembrando o desafio intermodal de 2007

Oportunamente ainda vamos dar algumas notas sobre o problema do rodízio dos carros em Curitiba, que, segundo foi noticiado pela grande imprensa, parece não ter recebido muitas opiniões favoráveis, com mais tendência por soluções como o pedágio.

Mas, enquanto isso, vai um vídeo de 1′56”, bem precário, deve-se advertir, registrando a chegada do Gabba na Prefeitura e parte de sua entrevista à imprensa, 17 minutos após a partida na Ciclofaixa da Bicicletada, no I Desafio, em 2007. O primeiro participante a chegar, portanto.

A última vez que ele mandou notícias estava em Berlim, razão pela qual não participará do Desafio Intermodal na próxima quarta, 28. Mas, é preciso alertar, o critério do tempo de viagem não é o principal fator de avaliação, e sim um conjunto bem mais amplo de indicadores. Espero que comentem se, apesar da precariedade do vídeo, vale a pena mantê-lo no ar aqui neste blog, ou se é melhor removê-lo.


Respostas

  1. _Olá! Existe uma série de fatores que precisam ser colocados em discussão. O carro enquanto veículo não é o problema em si, mas sim o seu uso errôneo pelas pessoas. Se pudermos colocar o problema no veículo de motor a explosão [ainda seu princípio básico, apesar da grande tecnologia eletrônica aplicada nele] é quanto ao combustível usado. Já temos motores elétricos potentes? Sim, mas outra série de fatores, mais econômicos e políticos do que ambientais impedem sua massificação.
    _Dependemos de uma soluções que passam por questões políticas em Curitiba, e estas soluções afetam uma “elite” que está lucrando com a péssima qualidade do transporte coletivo.
    _Devemos aproveitar este cenário favorável à disussão de soluções para o trânsito e exigir a ciclofaixa, a melhoria das ciclovias e uma massiva campanha de uso e respeito ao ciclista.
    _Abraços!

  2. Massa! Deixa aí Peters! Registros históricos.

  3. Valeu Goura!
    Valeu o comentário também Clécio!
    O problema dos carros é complicado mesmo, e, de fato, a gente precisa aprender a usá-los melhor.
    Só para complicar um pouquinho mais: mesmo que os carros não emitissem nenhuma partícula poluente da atmosfera, ainda restariam dois problemas, pelo menos: o do espaço ocupado por eles, em detrimento das pessoas; e o do barulho. Acabo de ler que um estudo na Dinamarca apontou o acontecimento de 200 a 500 mortes prematuras por ano (problemas cardíacos e pressão alta) em decorrência do ruído do tráfego!


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